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Economia

“Véio da Havan” diz que não sabe “o que é fake news”

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Luciano Hang
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Luciano Hang, chamado de “véio da Havan” por seus adversários, é alvo de duas investigações ligadas á disseminação de fake news.

O empresário Luciano Hang , dono das lojas Havan e um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, disse que não sabe “o que é uma fake news”. A declaração foi dada por Hang durante uma entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Quando foi questionado sobre as acusações de ter financiado um esquema de disseminação de fake news, Hang, que é chamado de “véio da Havan” por seus adversários, disse que a forma como as pessoas enxergam os fatos varia.

“Eu nem sei o que é uma fake news. O que é uma fake news? Um fato tem várias versões. A versão que você encampa depende do lado que você está”, afirmou.

Ele também disse que, durante as eleições de 2018, fez vídeos para apoiar Bolsonaro e negou que tenha disseminado fake news. “Simplesmente atuei em grupos de WhatsAapp que eu montei. Fiz muitos vídeos, que eu publicava nas minhas redes pessoais do Instagram e do Facebook. O que eu produzi de conteúdo coloquei nas minhas redes. Então, estou muito tranquilo, porque não produzi nenhuma fake news.”, disse.

A pergunta fazia referência às investigações realizadas contra o empresário. Hang é alvo do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) e de uma outra investigaão no Tribunal SUperior Eleitoral (TSE) por impulsionamento de mensagens no Whatsapp.

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Economia

Decolar.com publica ofensas no Twitter após internautas explorarem falhas

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O sistema que gerencia as respostas automáticas no perfil do Twitter da companhia aérea Decolar.com tem uma falha que permite que a empresa xingue os internautas na rede.

Os usuários mudaram seus nomes de perfil com palavrões e mandam mensagens para o perfil oficial da companhia, que interage automaticamente.

O robô, por responder de prontidão, acaba escrevendo os xingamentos que estão no nome dos perfis. A companhia apagou as mensagens em que continha os palavrões, mas os internautas já haviam tirado prints das respostas, confira:




Posicionamento da Decolar.com

Ao portal iG , a Decolar.com soltou a seguinte nota: 

“A Decolar informa que houve uma falha na configuração de seu sistema de respostas automáticas em seu perfil no Twitter. Lamentamos qualquer inconveniente que esta situação tenha provocado. O problema foi resolvido e foram tomadas as providências necessárias para evitar novas ocorrências.”

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Economia

Bolsonaro culpa estados pelos 9 milhões de desempregados na pandemia da Covid-19

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Jair Bolsonaro em live no Facebook nesta quinta-feira (6)
Reprodução/Facebook

Jair Bolsonaro em live no Facebook nesta quinta-feira (6)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) culpou nesta quinta-feira (6) “parte” dos governadores e prefeitos pelo número de quase  9 milhões de novos desempregados no Brasil em meio à pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo Bolsonaro, os políticos que decidiram apoiar o fechamento do comércio e o isolamento social nos respectivos têm responsabilidade pelos números de vagas fechadas no mercado de trabalho.

“Quase nove milhões perderam empregos no segundo trimestre no pico da pandemia. Eu já vinha falando lá atrás que tinha no mínimo duas ondas. A questão da vida, tem que se preocupar com ela, sim. Depois a questão da recessão, que, muita gente diz, eu também digo, que esse efeito colateral é mais grave que aquele do próprio vírus. Alguns falando lá atrás: ‘economia se recupera, saúde, não’. Eu sei disso. Tem que fazer uma conta de chegada. Não pode ser ‘fecha tudo'”, afirmou.

Ao comentar as demissões, o presidente ainda citou o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que as medidas determinadas pela Corte eram de competência exclusiva de governadores e prefeitos. “Então, desemprego, em grande parte, alguns governadores e prefeitos têm essa responsabilidade”, disse Bolsonaro.

Segundo pesquisa do IBGE, 8,9 milhões de pessoas perderam o emprego no segundo trimestre deste ano. O número de pessoas ocupadas caiu 9,6% no período, em relação ao trimestre anterior. O percentual representa 8,8 milhões pessoas que não estão mais trabalhando.

Essa é a maior redução desde o início da série histórica do instituto, iniciada em 2012. Em relação ao segundo trimestre de 2019, o recuo foi de 10,7% (10 milhões de pessoas a menos). A queda também é um recorde.

Com isso, a taxa de desemprego no país chegou a 13,3%, a maior em três anos, atingindo 12,8 milhões de pessoas.

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