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Veículos sinistrados aumentam os riscos de acidentes de trânsito

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Segundo estudo, frota do Brasiil é a mais velha em 25 anos e existem vários veículos que não deveriam estar circulando
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Segundo estudo, frota do Brasiil é a mais velha em 25 anos e existem vários veículos que não deveriam estar circulando

De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – braço da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, mundialmente, cerca de 1,35 milhão de pessoas morrem a cada ano em decorrência de acidentes no trânsito.

Só para reforçar da gravidade do problema que vem de encontro com o mês do “Maio Amarelo” , uma campanha de conscientização sobre segurança no trânsito, os acidentes custam à maioria dos países 3% de seu produto interno bruto (PIB). No Brasil , essa cifra ultrapassa os R$ 130 bilhões todos os anos, segundo estudo de 2016 da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP).

E isso é um reflexo da falta de consciência dos motoristas e de fiscalização por parte de suas autoridades e dos órgãos competentes, pois os veículos que deveriam sair de circulação, acabam recuperados e revendidos, inclusive pelo valor real de mercado.

“É uma falha crônica do sistema de registro em todo o Brasil , por falta de soluções sistêmicas robustas e integração entre os diversos sistemas municipais, estaduais e o federal, que possam registrar realmente todos os acidentes ocorridos. Sem isto, não é possível controlar a reparação adequada dos veículos”, alerta o diretor executivo da Federação Nacional da Inspeção Veicular (FENIVE) , Daniel Bassoli.

Ainda segundo Bassoli, levantamentos recentes mostram que a frota brasileira é a mais velha em 25 anos, com carros que deveriam estar fora de circulação por falta de condições de segurança ou por terem se envolvido em acidentes e voltado a circular indevidamente.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) está trabalhando junto ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para a proposição de soluções sistêmicas para maior controle dos veículos sinistrados.

Fonte: IG CARROS

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Saiba como deixar o carro mais esperto nas arrancadas e retomadas

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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta
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Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, o Sprint Booster V.3 reduz o atraso na resposta

Imagine a situação: você vai fazer uma ultrapassagem e pisa no acelerador até o final e o carro não dá a resposta exigida; desliga o ar-condicionado e nada. Além de frustrante, essa cena corriqueira pode até causar um acidente. Com o Sprint Booster V.3 , isso é página virada.

Instalado no pedal do acelerador eletrônico dos carros mais modernos, ele reduz o atraso na resposta, melhorando a aceleração. A sensação é a de um carro com mais torque e potência.

Conta com três modos de aceleração, operados por um controle colado no painel: Original – desativado; Sport (com nove níveis de ajuste) – para melhora de até 30% na redução da resposta do acelerador e Race (com nove níveis de ajuste) – até 60%.

Há ainda mais duas funções: Valet , limita a aceleração em até três níveis (55%, 65% e 75%) mantendo mais seguro em situações em que ele não é guiado pelo dono e Bloqueio de Pedal , impede de alguém não autorizado a sair com o carro. Vale lembrar que jamais deve alterar os modos enquanto pressiona o acelerador e/ou dirige o veículo.

Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas  tem preço sugerido de R$ 1.290
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Dispositivo foi testado no Honda Fit 2010 e mostrou que houve melhora no desempenho, mas tem preço sugerido de R$ 1.290

Convocamos dois Honda Fit 1.4 2010 (mecânico e automático), cujos donos reclamavam constantemente do desempenho, e instalamos o Sprint Booster. O dispositivo é conectado ao cabo do acelerador e do controle, tudo plug and play. Avaliamos os dois carros nos modos Sport (led verde) e Race (led vermelho) , ambos no nível 5 de ajuste.

Nas subidas e ultrapassagens (cidade e estrada), era notória a melhora. No Race , alteramos para o nível 9 e as cantadas de pneus nas saídas dos semáforos nem sempre eram evitáveis.  Com isso, é preciso cuidado e se readequar ao novo “comportamento do carro”.

No caso do Fit na versão com transmissão automática, notamos um aumento de 10% no consumo médio. De acordo com André Lago, dono da importadora FW Performance , “isso é normal. O cliente se empolga com o resultado e acaba tendo uma condução mais esportiva o que acaba influenciando no consumo”.

No modo Valet, optamos pelo nível 3 (75% do limite de aceleração) e cadastramos três dígitos para ativá-lo. Numa rua tranquila, pisamos fundo e eles não passaram de 60 Km/h. Para alterar ao Bloqueio do Pedal , o processo é parecido, digitando três números para ativá-lo. Feito isso, pisamos no acelerador e nada de resposta!

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Realmente o Sprint Booster tem lá as suas vantagens àqueles que almejam um carro mais direto com até 36 programas de aceleração – 18 manuais e 18 automáticos – e Bloqueio de Acelerador e Valet. O produto é vendido por  R$ 1.290.

MÓDULO ELETRÔNICO SPRINT BOOSTER V.3

Preço médio: R$ 1.290

Onde comprar: www.fwperformance.com.br

Fonte: IG CARROS

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Projeção mostra como deverá ficar o Jeep menor que o Renegade

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Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV menor que o Renegade deverá ser lançado na Àsia e na Europa no ano que vem

Os frutos da aliança entre FCA e PSA vão aparecendo aos poucos. Agora é a vez do SUV menor que o Jeep Renegade que será fabricado sobre a mesma arquitetura CMP usada pela Peugeot e Citroën, informa o site Automotive News Europe .

Ainda conforme a publicação, o carro será fabricado na Polônia e vendido em alguns mercados, como o asiático e o europeu. No Brasil, porém, a Stellantis deverá ficar apenas com o Fiat Pulse e com o novo Citroën C3 no segmento de SUVs mais em conta, abaixo do Renegade.

Já existia a ideia de ter um SUV menor que o Jeep Renegade , uma vez que as tendências de mercado estão mudando e os hatches compactos tradicionais estão sendo substituídos por pequenas utilitários esportivos, entre os quais o Hyundai Venue .

Como mostram as projeções do designer Kleber Silva , o novo Jeep menor que o Renegade deverá ficar com linhas que seguem mais o estilo do Compass e do Commander , que será o novo SUV de sete lugares que a marca vai lançar no Brasil no fim do ano. 

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Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano
Projeção/ Kleber Silva

Jeep SUV deverá ter lanternas estreitas, seguindo o estilo do Commander que será vendido no Brasil a partir do fim do ano

Porém, no caso da FCA , havia o problema do custo de produção com uma base que suportasse tração integral e eletrificação. Com a fusão com a PSA, isso foi resolvido, já que poderão utilizar a plataforma CMP .

Assim, o novo Jeep abaixo do Renegade , ainda conforme o Automotiive News Europe, deverá ser híbrido , fazendo o eixo dianteiro funcionar com motor a combustão e o traseiro com outro elétrico, como foi feito com as versões híbridas de Renegade e Compass que serão trazidas ao Brasil no segundo semestre.

Ainda há poucas informações sobre o novo SUV da Jeep menor que o Renegade, mas sabe-se que o carro terá menos de 4 metros de comprimento, assim como outros modelos do novo segmento, como o Nissan Magnite e o Renault Kiger , dois modelos que logo deverão chegar ao Brasil.

Fonte: IG CARROS

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