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Vaticano reabre túmulos para resolver mistério de garota desaparecida há 36 anos

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Reprodução/Vatican News

Apesar de expectativa, nada foi encontrado nos túmulos

Os túmulos de duas princesas foram reabertos pelo Vaticano, na manhã desta quinta-feira (11), na tentativa de encontrar os ossos de Emanuela Orlandi, jovem desaparecida em 1983, aos 15 anos de idade. O local é normalmente usado para enterrar integrantes de instituições católicas de língua alemã e não pode receber a visita de turistas.

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O caso aconteceu no dia 22 de junho de 1983, quando Emanuela voltava para casa, localizada dentro do Vaticano , depois de uma aula de flauta e desapareceu após ter sido vista, pela última vez, em um ponto de ônibus no centro de Roma, na Itália.

Durante anos, a família ficou intrigada com o sumiço da menina e chegou a pensar que o acontecido poderia estar ligado com o fato de o pai de Emanuela ser um funcionário do Estado da Cidade do Vaticano, na época.

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Foi então que, em março deste ano, a família da adolescente recebeu uma carta anônima que era acompanhada pela foto de um anjo que ficava no túmulo do cemitério Teutônico do Vaticano.

Após uma petição geral para que o túmulo fosse aberto, um tribunal estatal da Cidade do Vaticano aceitou o pedido e o túmulo foi aberto. Porém, a grande surpresa: estava completamente vazio.

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De acordo com comunicado da Santa Sé, a operação não encontrou nenhum resto mortal da menina nos sepulcros. Além disso, nem os ossos das duas princesas – Sophie von Hohenlohe, que morreu em 1836, Carlotta Frederica de Mecklenburg, que morreu em 1840 – que deveriam estar enterrados no local não estão lá.

“A pesquisa teve êxito negativo: não houve nenhuma descoberta humana na urna funerária”, informou o diretor da assessoria de imprensa do Vaticano, Alessandro Gisotti.

O irmão da jovem desaparecida confirmou a informação e ressaltou que sua família precisa continuar as buscas. “Acredito que teremos que continuar e esperar por uma colaboração honesta. Enquanto eu não encontrar Emanuela, é meu dever procurar a verdade”, afirmou Pietro Orlandi.

Segundo assessoria de imprensa da Santa Sé, o país não investigará o desaparecimento da menina, já que isso é trabalho das autoridades italianas fora do Vaticano

*Com informações da Ansa.

Fonte: IG Nacional
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Foragido que ateou fogo e matou companheira em SP é preso após 10 meses em Goiás

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Alex está sendo acusado de feminicídio. Além de atear fogo, ele deixou a vítima queimando trancada dentro do quarto arrow-options
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Sheron Chaves Monteiro foi morta pelo ex-companheiro Alex Alexandre Ferreira


Alex Alexandre foi preso na sexta-feira (19) dez meses após atear fogo e matar a companheira Sheron Chaves Monteiro, que tinha 34 anos. Ele está sendo acusado pelo crime de feminicídio

O crime ocorreu no dia 8 de outubro do ano passado na cidade de São Paulo. O acusado fugiu para Goiás , onde foi capturado por uma equipe da Polícia Civil goiana. 

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 Na ocasião do crime, Alex jogou álcool e ateou fogo contra a vítima, deixando-a trancada em seu quarto . Em seguida, ele fugiu.

A vítima conseguiu apagar o fogo com o próprio corpo, mas permaneceu pelo menos 17 horas sem atendimento. Uma vizinha percebeu que algo estava estranho e conseguiu chamar socorro, mas Sheron morreu quatro dias depois, por causa das complicações por ter tido 70% do corpo queimado. 

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Fonte: IG Nacional
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Durante perseguição, viatura capota e policial fica ferido

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Policiais seguiam motociclista suspeito quando ocorreu o acidente arrow-options
Rafael Silvestrini/ Divulgação

Um policial se feriu e a viatura ficou destruída após acidente.


Uma viatura ficou destruída e um policial militar ferido depois de um capotamento em uma estrada de terra em Peabiru, no Paraná . O acidente ocorreu na manhã de domingo (20) quando os policiais perseguiam uma motocicleta suspeita. 

Segundo a Polícia Militar , o condutor da viatura perdeu o controle ao tentar alcançar o motociclista. 

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Após o acidente, o policial foi levado com escoriações para o Pronto Socorro de Campo Mourão, uma cidade próxima ao local onde ocorreu o acidente. 


Fonte: IG Nacional
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