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Saúde

Varíola dos macacos: o que muda com a emergência global da OMS?

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Varíola dos macacos se torna emergência global
Organização Mundial de Saúde (OMS)

Varíola dos macacos se torna emergência global

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a varíola dos macacos como emergência de saúde pública internacional  neste sábado (23). Este é o nível máximo de alerta no órgão e, na prática, ajuda a aumentar as medidas preventivas contra a doença.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, disse que o risco da doença para o mundo é relativamente moderado, exceto para a Europa, onde é considerado alto.

Na prática, a classificação da varíola dos macacos como emergência de saúde pública internacional obriga agências sanitárias de todo o mundo a aumentarem as medidas preventivas contra a doença.

Segundo Tedros, como as agências sanitárias dos países baseiam suas decisões nas avaliações da OMS, a classificação pode ajudar a acelerar o desenvolvimento de vacinas contra a doença e a implementação de medidas que limitem a propagação do vírus.

Além da classificação, a OMS também está emitindo recomendações a fim de proteger as pessoas de maior risco e interromper a transmissão do vírus. Para Tedros, é esperado que agências sanitárias de todo o mundo sigam essas recomendações. “Este é um surto que pode ser interrompido com as estratégias certas nos grupos certos”, disse.

A varíola dos macacos pode ser transmitida por contato com fluidos corporais, lesões cutâneas e gotas de saliva dos infectados. Dentre os sintomas, estão febre, dores musculares e bolhas na pele.

Neste sábado, o  ministro da Saúde, Marcelo Quiroga, confirmou neste sábado que está negociando a compra de vacinas  contra a varíola dos macacos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 255 mortes e 30,9 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 30.935 novos casos de covid-19 e confirmaram mais 255 mortes por complicações associadas à doença em um período de 24 horas em todo o país. 

Os dados estão na atualização divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Ministério da Saúde. O boletim de hoje não traz o total de óbitos ocorridos em Mato Grosso do Sul, que não informou os dados ao ministério. 

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas durante a pandemia de covid-19 no Brasil soma 34.096.935.

O número de casos da doença em acompanhamento está em 514.876. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta, nem foi a óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos desde o início da pandemia chegou a 680.786. Ainda há 3.237 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação sobre a causa ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 32.901.273 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a pouco mais de 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, com 173.484 mortes, São Paulo é o estado com maior número de óbitos desde o começo da pandemia. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro, com 75.119 óbitos; Minas Gerais, com 63.193; o Paraná, com 44.726; e o Rio Grande do Sul, com 40.598.

Já os estados com menos óbitos resultantes da covid-19 são Acre, com 2.022; Amapá, com 2.153; Roraima, com 2.161; Tocantins, com 4.189; e Sergipe, com 6.421.

boletim epidemiológico 10.08.2022 boletim epidemiológico 10.08.2022

boletim epidemiológico 10.08.2022, por Ministério da Saúde

Vacinação

Até esta quarta-feira, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 470.462.239 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas no país desde o início da campanha de imunização. Destas, 178,6 milhões como primeira dose, 159,7 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única.

A dose de reforço já foi aplicada em mais de 103,9 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em pouco mais de 18,3 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como adicionais, que são s aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

EUA: jovem infectado por ameba ‘comedora de cérebro’ abre os olhos

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Ameba
DPDx, George Healy, Ph.D, USCDCP

Ameba “comedora de cérebro”

Um adolescente de 13 anos infectado por pelo protozoário Naegleria fowleri, conhecido como ameba “comedora de cérebro” , deu sinais de reação. Caleb Ziegelbauer começou a abrir os olhos e mover as mãos, de acordo com sua família. Ele está internado desde o dia 6 de julho em um hospital na cidade americana de Port Charlotte, na Flórida.

“Não apenas Caleb moveu as mãos e os pés, mas agora seus olhos estão se abrindo”, disse Katie Chiet, uma das organizadoras de uma vaquinha virtual criada para arrecadar dinheiro e custear o tratamento do adolescente. A campanha já levantou US$ 60 mil.

“Ele não responde totalmente aos estímulos… AINDA. Mas continuamos esperançosos de que as montanhas do amanhã serão conquistadas!”, acrescenta o texto.

Ziegelbauer concluiu neste domingo todo o protocolo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, da sigla em inglês) dos Estados Unidos. De acordo com a família do adolescente, ele foi operado nesta segunda-feira para inserir uma traqueostomia e um tubo de alimentação.

“Agora esperamos (não tanto) pacientemente pelo seu despertar”, finalizou Katie, no comunicado.

No período de internação, Ziegelbauer foi sedado, entubado e colocado em estado induzido de hipotermia pelos médicos. Exames mostraram que ele sofreu danos cerebrais, de acordo com a revista Newsweek.

Ziegelbauer contraiu a ameba depois de visitar uma praia em Port Charlotte. A Naegleria fowleri é comumente encontrada em água doce quente, como lagos, rios e lagoas. Ela entra no corpo pelo nariz e vai até o cérebro, onde destrói o tecido cerebral. A infecção não pode ser transmitida de uma pessoa para outra.

No estágio inicial da infecção, os sintomas podem incluir forte dor de cabeça, febre, náuseas e vômitos, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. À medida que a infecção piora, os sintomas – que aparecem de um a nove dias após a exposição à ameba – podem evoluir para rigidez do pescoço, convulsões ou alucinações.

Desde 1962, pelo menos outras 154 pessoas foram diagnosticadas com meningoencefalite amebiana primária nos EUA, em decorrência do Naegleria fowleri, de acordo com levantamento publicado pela Fox News.

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Fonte: IG SAÚDE

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