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Vaquinha para ajudar motoboy que sofreu racismo em SP já arrecadou R$ 100 mil

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Matheus Pires
Reprodução/redes sociais

Matheus foi humilhado após atraso na entrega de um cliente

O motoboy Matheus Pires viu sua popularidade crescer após sofrer um episódio de violência e descriminação. O vídeo, que mostra uma discussão entre o rapaz e um cliente de serviço de delivery para o qual trabalha Matheus, indignou internautas que identificaram crime de racismo cometido contra o rapaz. No vídeo, é possível ouvir o cliente dizer que o entregador teria “inveja da sua cor”. 

Após a repercussão das imagens, uma vaquinha virtual com o objetivo de oferecer suporte financeiro ao motoboy de 19 anos durante a pandemia foi criada. A adesão foi tão grande que, em apenas dois dias, a meta de R$ 65 mil já foi batida e ajustada para R$ 150 mil. Matheus, que trabalhava como social media, precisou vender o computador – seu instrumento de trabalho – para pagar as contas da casa.

Inicialmente, a vaquinha foi criada para oferecer suporte para que o rapaz volte à profissão antiga. Com a nova meta, o objetivo é alcançar financiamento para que o rapaz invista nos estudos e na casa própria.

Além da vaquinha, Matheus também recebeu atenção redes sociais. Sua conta no Instagram, por exemplo, já cona mais de um milhão de seguidores que acompanham as conquistas recentes do rapaz. Na rede social, Matheus agradeceu o carinho e apoio dos internautas. “Não tenho palavras para agradecer”, disse.

O rapaz também recebeu uma  nova motocicleta oferecida pelo apresentador Luciano Huck, que comentou o caso nas redes sociais e disse sentir “vergonha, tristeza e revolta” diante da atitude do agressor. 

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Nacional

TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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Nacional

Incêndio atinge área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu

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Jaburu
Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

Segundo o Corpo de Bombeiros, chamas estão sob controle.

Um incêndio atingiu a área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu, em Brasília. A instalação é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. As chamas atingiram o local nesta segunda-feira (28).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo está sob controle no momento. Mais de cinco equipes da corporação estão trabalhando no combate às chamas.

A assessoria do a corporação disse ainda que a área atingida pelas chamas é extensa. Entretanto, ainda não foi possível fazer uma avaliação dos estragos. Ainda não se sabe quais foram as causas do incêndio.

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