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Vale a pena realizar a assinatura de um clube de viagens?

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Uma recente pesquisa realizada pela Toluna Insights a pedido da Collinson com mais de mil brasileiros mostrou que os consumidores estão interessados em pagar por clubes de assinatura de diversos segmentos, inclusive um clube de viagens. No total, 53% dos entrevistados são motivados pelos benefícios oferecidos por esses serviços. 

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Shutterstock

Um clube de viagens promete trazer diversas vantagens aos consumidores, como descontos e ofertas especiais

Segundo informações do site  Panrotas , ao falar da assinatura de um clube de viagens , os dados da pesquisa indicam que, enquanto 30% têm interesse nesse setor, apenas 12% de fato assinam esse programa de fidelidade. As empresas que oferecem esse tipo de serviço geralmente cobram uma mensalidade fixa e prometem diversas vantagens aos viajantes.

Mas, afinal, como funciona? O cliente assina o clube e depois converte os valores pagos em hospedagens, que podem chegar a até 60% de desconto nas tarifas dos hotéis quando pesquisados em sites de reservas. Uma das empresas atuantes é a RDC Férias, que traz um plano com valor mensal de R$ 202,90.

O preço cobrado pela companhia dá direito a até sete diárias por ano para três pessoas em qualquer hotel – em alta ou baixa temporada – da rede parceira. A taxa de adesão é de R$ 880. Ao final de um ano, o total investido será de R$ 3.314,80, o equivalente a R$ 473,54 por dia. A empresa diz que, geralmente, crianças acima de seis anos são consideradas adultas.

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O Ocaporã Hotel, em Pernambuco, é um dos parceiros e oferece regime all inclusive. Para utilizá-lo pela RDC, o cliente paga a mais para incluir o serviço completo de refeições. Como podemos ver na imagem abaixo, o cliente que assina o plano pela RDC encontra preços mais atrativos em relação às outras empresas.

comparativo
Divulgação/RDC

Imagem mostra comparativo de preços entre os hotéis pelas RDC Férias e outras empresas que oferecem a hospedagem

Isso significa que, para utilizar o hotel mencionado pela RDC, o consumidor precisa pagar R$ 5.972. No entanto, como ele já fez o pagamento do plano no valor de R$ 3.314,80, precisa arcar com o restante do valor para ter acesso ao regime all inclusive que, nesse caso, é de R$ 2.657,20. Esses preços correspondem ao período de 7 a 14 de julho e foram pesquisados em maio.

Por que os preços de um clube de viagens podem ser mais baratos?

Segundo Alessandra Brita, diretora de Marketing da empresa, os preços são mais baratos por conta do modelo de negócio feito, que ocorre com a compra antecipada desses quartos com os hotéis . “Temos uma equipe que negocia com essas redes e, por isso, as condições muito especiais, com tarifas 60% mais baratas que as oferecidas pelo mercado”, explica.

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Além desse desconto, o assinante também “passa a ter acesso a outras vantagens, como condições especiais para aéreo, cruzeiros nacionais e internacionais, contratação de diárias extras nos hotéis parceiros com tarifas exclusivas e outros serviços de viagens”, de acordo com Júlio Castanheira, diretor de Hotelaria da RDC.

Uma empresária de 48 anos que assina o serviço recomenda. Ela escolheu assinar um clube de viagens  “porque é muito bom ter alguém que cuida com carinho da nossa viagem e férias”. “Eu amo meu plano e indico. Todos aqui em casa somos associados e sempre fomos bem atendidos. Estamos satisfeitos”, completa.

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Afinal, o clube de viagens vale a pena ou não?

Outras empresas no mercado também oferecem esse serviço de assinatura , com diferentes tipos de planos. Para saber se vale a pena assinar, é fundamental considerar os hotéis que são associados e se você deseja se hospedar em algum deles. Se esse for o desejo, os valores podem, sim, ser atrativos. Nossa recomendação é fazer os cálculos e checar se os preços finais ficam interessantes para o seu bolso.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Aventura amazônica: veja roteiro de 4 dias por Alter do Chão, no Pará

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Santarém, no Pará, é considerada uma das cidades que vão bombar em 2020.  Levantamentos divulgados pelas plataformas Viajala e Hurb – Hotel Urbano mostram que o destino na Amazônia é um dos destaques de tendência nacional de viagem.

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Divulgação

Alter do Chão, Santarém

Com uma cultura forte e belezas naturais “de cair o queixo”, a cidade abriga Alter do Chão , o “caribe brasileiro”. Escolhido como um dos 10 melhores destinos do mundo para conhecer no ano passado, pelo jornal O Estado de S. Paulo, o distrito as margens do Rio Tapajós é uma ótima pedida de viagem para o verão.

Para quem se interessou por conhecer o local, o iG Turismo, junto com o Hotel Urbano, organizou um roteiro de quatro dias com o que fazer, como chegar e a melhor época para ir a Alter do Chão. Confira abaixo e programe suas férias!

Como Chegar?

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Divulgação/ infraero

O Aeroporto de Santarém, no Pará, recebe voos de poucos estados brasileiros

Avião

Para quem optar pelo transporte aéreo, o aeroporto mais próximo de Alter do Chão fica em Santarém , a 33 Km de distância. Santarém recebe voos diretos de Brasília, Belém e Manaus.

Ao chegar ao Aeroporto Internacional de Santarém – Maestro Wilson Fonseca, é preciso pegar um ônibus urbano de Santarém até Alter do Chão, porém não tem ônibus direto do aeroporto. Então pegue outro ônibus até Avenida Tapajós e de lá pegue o transporte para a vila. Os ônibus partem da Praça Barão de Santarém. A viagem dura em média 40 minutos.

Aos que preferem uma viagem mais rápida e individual, é possível contratar um serviço de transfer ou táxi. Os transfers saem em torno de R$70 por pessoa e o táxi cobra cerca de R$130 pelo trajeto.

Outra opção é alugar um carro no aeroporto. Partindo de Santarém: via Estrada Santarém a viagem dura cerca de 40 minutos. Para quem estiver em Belém, o caminho é pela BR 230 – cerca de 22h30min; via BR 010 e BR 230 – em torno de 27 horas. 

Barco

A partir de Manaus e Belém saem barcos para Alter do Chão. De Manaus a viagem dura dois dias e de Belém, três dias.

Os preços variam conforme a embarcação e acomodação que optar, podendo ir de uma simples rede até uma suíte. Dá para se informar sobre o serviço através do Porto de Manaus (92 3233-7061), Porto de Belém (91 3182-9136) ou o de Santarém (93 3512-8500). 

Quando ir?

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Reprodução/ TripAdvisor

Alter do Chão já foi escolhida por duas vezes como a praia mais bonita do Brasil pelo “The Guardian”

Com duas estações bem definidas, uma de chuva e uma de seca, Alter do Chão não deixa a desejar com suas belezas naturais em nenhuma delas. A mais bonita é a época de cheias, porém não haverá praias determinadas. Por isso, o melhor período para turismo é durante a seca.

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Alta Temporada: o verão amazônico, temporada de seca, vai de agosto a dezembro e é a época em que surgem as praias, com faixas de areia bem extensas. Há mais opções de restaurantes e hospedagens nessa época e o turista pode aproveitar o Çairé, famoso evento folclórico e religioso, que acontece em setembro.

Baixa Temporada: o inverno amazônico abre a temporada de chuvas, indo de janeiro a julho, ideal para quem quer fazer passeios de barco em meio à floresta, tomar banho de rio e conhecer as comunidades da região. Nessa época o cenário na vila é bem diferente: as águas cobrem as praias e faixas de areia, inclusive a Ilha do Amor. O mês de janeiro sinaliza o início das chuvas, mas ainda promete que os viajantes conheçam as praias. 

O que fazer?

1º dia em Alter do Chão – Lago de Tapari e Praia da Ponta de Pedras

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Reprodução/ exploraai

A praia da Ponta da Pedra é uma das mais conhecidas em Alter do Chão

O primeiro dia pode começar pelo Lago do Tapari, acessível pela Praia de Itapari (vizinha à Praia da Ponta de Pedras). Para chegar à Praia de Itapari, o trajeto pode ser feito de barco pelo Rio Tapajós ou por estrada.

O lugar é conhecido como Lago Preto por conta da sua cor mais escura. Quem der um mergulho no lago tem sempre uma surpresa, já que passam correntes de água fria e morna. Por lá também dá para ver pequenos peixes. É uma boa opção para quem busca privacidade e sossego total em meio à natureza.

No mesmo dia é possível conhecer – e almoçar – na Praia de Ponta das Pedras. Localizada às margens do Rio Tapajós, a Praia da Ponta de Pedras é um belo cenário para curtir o resto do dia. Com uma grande variedade de restaurantes, é indicado para os turistas que preferem praia com infraestrutura. Ainda dá para cruzar o Tapajós em direção ao Canal do Jari e visitar a comunidade local.

Se fizer o passeio de barco, a última parada será a Praia Ponta do Cururu. Sem estrutura turística, quiosques ou ambulantes por perto, o atrativo da praia é o pôr do sol, que segundo muitas pessoas, é o mais bonito da Amazônia.

À noite vale a pena jantar na praça central da cidade, onde se concentram restaurantes, lanchonetes e barracas de comida. A culinária paraense é criativa e peculiar e é impossível visitar o Estado sem provar o aviú, um micro camarão de água doce. Os peixes amazônicos, como o pirarucu, tambaqui e tucunaré também não podem faltar no seu cardápio.

2º dia em Alter do Chão – Praia do Pindobal

No segundo dia, aproveite para conhecer a praia queridinha de turistas que buscam boas fotos: Pindobal. Com águas tranquilas e cabanas de palha, a praia é perfeita para repor as energias e tem boa estrutura de bares e quiosques. Quem quiser praticar exercícios, é possível alugar stand up paddle e caiaques. Para chegar à Praia do Pindobal é possível ir de carro ou barco pelo Rio Tapajós. O percurso de barco vai custar em torno de R$50 ida e volta.

Para a programação noturna, Espaço Alter do Chão funciona como casa de shows e restaurante, oferecendo apresentações de Carimbó. O ‘Restaurante Mãe Natureza’ tem música ao vivo, além de saladas, panquecas e drinques deliciosos.

3º dia em Alter do Chão – Ilha do Amor

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Reprodução/ amazoniasemfronteiras

A Ilha do Amor fica inundada no período de cheias

Um dos principais cartões-postais da vila, a Ilha do Amor não pode faltar no seu roteiro. Localizada em frente à orla da cidade com suas areias brancas e águas claras e cristalinas, não é exatamente uma ilha e sim uma pequena península no meio do Rio Tapajós.

Lá o turista encontrará diversas barracas, mesas e guarda-sóis à disposição. Para quem gosta de esportes, a pedida é montar um time de futevôlei ou praticar canoagem. Para chegar até a Ilha do Amor, é preciso pegar uma catraia (espécie de canoa) ou lancha rápida. A travessia é curta. No auge da seca, em novembro, é possível ir caminhando até a Ilha do Amor, saindo da orla de Alter do Chão.

Um atrativo para os que acordam cedo. Nas primeiras horas do dia dá para fazer a trilha da Serra da Piraoca. No lado esquerdo da orla e terá uma placa indicando o início do atalho. A caminhada dura cerca de 30 minutos e, do alto da Piraoca, você aprecia a melhor vista da Ilha do Amor e de praias próximas, como a Ponta do Cururu.

 4º dia em Alter do Chão – Floresta Nacional dos Tapajós

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Reprodução/ Melhores Destinos

A floresta nacional tapajós é um dos cenários mais bonitos em Alter do Chão

Feche o último dia em Alter do Chão com a famosa Floresta Nacional dos Tapajós te dá o privilégio de fazer uma trilha em plena floresta amazônica.

Saindo de Alter do Chão, são aproximadamente 35 Km em estrada de terra até a Flona. Também é possível fazer a viagem de barco, de preferência lancha rápida. Para fazer a caminhada, você deverá pagar um guia nativo que cobra R$100.

Existem duas comunidades na Flona: Maguari e Jamaraquá. Para cada uma há uma trilha diferente. Além de conhecer as famílias que vivem ali, o passeio apresenta cipós, lagos, frutas da floresta e praias. Porém são os igarapés e as sumaúmas, árvores de quase 70 metros de altura, os maiores atrativos do local.

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Dica importante! A trilha é longa e leva horas de caminhada, por isso leve água, frutas e repelente. E não deixe de se refrescar com um banho gelado de igarapé. Por fim, a única parte difícil em conhecer Alter do Chão é que, depois de tanto contato com a natureza, a volta para casa pode ser dolorosa.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Coronavírus: governo fecha parte da Muralha da China e afeta turistas

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Muralha da China

Nesta sexta-feira (26), o governo chinês anunciou o fechamento de parte da  Grande Muralha  na tentativa de conter a propragação dos casos de coronavírus  no país. O monumento é visitado anualmente por mais de 10 milhões de turistas. 

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Além da  Muralha da China , outros monumntos emblemáticos de Pequim foram fechados, integrando as medidas para controlar a propagação do vírus que já matou 26 pessoas. 

O Estádio Nacional de Pequim, construído para os Jogos Olímpicos em 2008 e conhecido como Ninho de Pássado, também foi fechado. A partir de sábado (25), a floresta Yinshan Pagoda e os túmulos da dinastia Ming também serão fechados. 

A expectativa é que outros monumentos e atrações turísticas sejam fechadas nos próximos dias.

Fonte: IG Turismo
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