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Vai viajar com o pet? Cuidado para não ter que deixá-lo para trás

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O planejamento de uma viagem internacional passa por muitas etapas: escolha do local, verificar se há vacina obrigatória, visto, etc. Para os animais de estimação é a mesma coisa, eles precisam do chamado ” Passaporte Pet ” e outras documentações para poderem embarcar ao lado do dono. Tudo isso deve ser providenciado com bastante antecedência, caso contrário as chances de o bichinho não poder viajar são grandes. 

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Divulgação

O “Passaporte Pet” está entre os documentos para viagens com animais

Leia também: Quando o seguro viagem para pets é necessário? Entenda 

Normalmente os prazos para a documentação a ser providenciada são os maiores causadores de problemas. “Atendemos clientes que precisaram deixar seus bichinhos para trás e retornar após semanas para busca-los por conta de uma vacina que não foi aplicada no prazo correto”, conta Marta Mitico, sócia-fundadora da BR-Visa Migration Solutions. 

Isso aconteceu com Lucas Nascimento. O jornalista e blogueiro ficou mais de 40 dias viajando pela Europa, mas apesar do planejamento e das reservas em estadias pet friendly para que sua cadela fosse junto, Anira teve que ficar no Brasil.  Os empecilhos foram vacinas fora do prazo e o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido com detalhes para cada destino – como Lucas ia para muitos lugares a documentação se mostrou bastante burocrática. 

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Arquivo pessoal

Lucas e sua cadela Anira, que não pode viajar com ele

“Fiquei muito tempo fora e queria levar a Anira por saber que os animais podem adoecer e até falecer por ficar longe dos donos. Ela é acostumada a dormir e acordar na minha cama, a ir para o escritório trabalhar comigo. É um grude. Mas durante o processo de vacinação para dar a entrada na documentação ela ficou doente e não consegui dar todas dentro do tempo de validação. Não poder levá-la foi horrível”, conta Lucas. 

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A solução para o blogueiro foi deixar Anira com a mãe e o irmão, pessoas que a cadela já estava acostumada a conviver. Além disso, ele “Fazia chamada de vídeo ou ligava para ela todos os dias, nem que fosse só para ela ouvir sua voz”. 

Para evitar que situações como a de Lucas aconteçam, Marta Mitico indica que o dono comece a preparar toda a documentação pelo menos 120 dias antes da viagem internacional com pet. 

O Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, mais conhecido como “Passaporte Pet”, pode ser tirado gratuitamente nas Unidades do Vigiagro ou na Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) em até 30 dias úteis. Mas, para isso o animal precisa estar microchipado e com carteira de vacinação atualizada, atestado de saúde e Certificado Veterinário Internacional (CVI). 

Uma vez emitido, o “Passaporte Pet” será válido para toda a vida do animal. Em todas as viagens, o dono deverá solicitar ao veterinário responsável pelo cão ou gato que registre as informações sanitárias no documento no prazo máximo de 10 dias antes. Uma Unidade do Vigiagro deve ser procurada para a legalização. 

Quando o país de destino possui acordo de equivalência com o Brasil, o Passaporte Pet pode valer também como o CVI, de acordo com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento . Essa informação pode ser encontrada junto ao Vigiagro.  Outros locais possuem requisitos específicos para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território, como o CZI. Por isso é muito importante uma pesquisa prévia para ter tempo hábil de cumprir com todas as exigências. 

Além de tudo isso, Marta ressalta que é preciso verificar as regras das companhias aéreas que serão utilizadas. “As permissões são diferentes entre as empresas, não há uma regulamentação. Temos conhecimento de donos que não puderam transportar seus pets como haviam planejado porque algumas raças não são permitidas, como pug e buldogue – consideradas mais propensas a terem problemas respiratórios durante o voo. São regras diversas e distintas que tornam todo o processo dificultoso”, finaliza. 

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Meu Pet

Assustada com fogos, cadela tenta cavar buraco e morre em Rondonópolis

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Apavorada com as queimas de fogos, a pit bull Zoe foi vítima fatal nesta virada de ano em MT

Um relato emocionante marcou o início deste sábado (1), quando uma clínica veterinária localizada no bairro Santa Cruz, em Rondonópolis-MT, denúnciou a morte de um animal, devido a queima de fogos realizado na virada do ano.

No texto postado em uma rede social, representantes da clínica mostram a pit bull Zoe, que durante os fogos de artifício, procurou cavar um buraco com a intenção de se esconder, porém encontrou um fio elétrico e acabou mordendo, o que levou a uma morte instantânea.

Segue texto portado.

“A imbecilidade mata! Fogos incomodam, aterrorizam e também matam! Zoe é a prova mais recente!”

Em outro trecho, a clínica explica o fato e pede consciência. “Em Rondonópolis, nessa noite da virada, amedrontada com o estampido dos fogos, instintivamente a pit bull Zoe buscou cavar um buraco para se proteger, um refúgio. No caminho, infelizmente encontrou um fio elétrico, o qual ela quis arrancar para continuar cavando o seu buraco de proteção, mordida essa que foi fatal.
Portanto, você que gosta de fogos com barulho só mudará de atitude, paradigma e conceito o dia que você descobrir que você não vive sozinho no mundo e que este não gira exclusivamente em torno de você. O dia que isso acontecer, você estará fazendo um bem imenso para idosos, acamados, crianças especiais e pets, inclusive para você. Pense nisso!”

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Gato testa positivo para COVID-19 em Hong Kong; é terceiro caso pet confirmado

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De acordo com o departamento de agricultura de Hong Kong, um gato testou positivo para o Covid-19 após sua dona ser diagnosticada com a doença. É o segundo gato a apresentar o vírus. Um caso foi registrado na Bélgica na semana passada

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Stockexpert/Divulgação

Gato é segundo a testar positivo para COVID-19 após caso confirmado na Bélgica

De acordo com o site South China Morning Post, o gato apresentou sinais da doença após sua dona, de apenas 25 anos, ficar em estado grave devido ao novo coronavírus. A presença do Sars-Cov-2 foi detectado por coletas de amostras da boca, do nariz e do reto do animal.

Além de ser o segundo caso confirmado de um gato, é o terceiro de um animal de estimação no mundo. Um cachorro também havia testado positivo para o vírus em Hong Kong. Profissionais da saúde afirmam que não há evidências de que os pets sejam transmissores do vírus.




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