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Vai trocar de notebook? Aprenda a escolher o melhor modelo para o seu bolso

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Unsplash/Dhaval Parmar

Desvende as especificações dos notebooks


Principalmente durante o período de isolamento social, os notebooks têm se tornado cada vez mais essenciais na vida das pessoas. Home office , aulas online e videoconferências são algumas das práticas que têm demandado das máquinas, fazendo com que muita gente se interesse por comprar um notebook novo. 


Mas você sabe como escolher o notebook ideal para o seu uso e para o seu bolso? Existem dispositivos desde R$1.500 até mais de R$20.000, e a escolha do modelo ideal vai depender do uso de cada pessoa. Separamos algumas dicas de como decifrar as especificações e escolher a melhor opção para você. Confira:

Escolhendo o processador

Um dos principais itens para estar atento na hora de escolher um notebook é o processador. A marca utilizada pela maior parte das fabricantes é a Intel, que produz os processadores da linha Intel Core . Nela, existem o Core i3, i5, i7 e i9.

Os números que acompanham a letra ‘i’ representam níveis de quantidades de recursos. Quanto maior o número, mais recursos possui o processador – ou seja, seu desempenho é melhor.

Além do nível, existe a geração dos processadores. Um Intel Core i7 pode ser de 6ª, 7ª ou 8ª geração, por exemplo. Quanto mais alta a geração, mais recente é o modelo de processador. Isso significa que ele recebeu mais atualizações e tem acesso a mais novidades.

A geração pode ser encontrada no primeiro número que vem logo após o modelo do processador. O Intel Core i7- 10 71OU, por exemplo, é da 10ª geração, porque o número 10 é o que aparece logo após o i7.

Mas antes de sair correndo para comprar notebook com o melhor processador da geração mais atual, se atente para o seu uso. Se você usa o notebook só para realizar tarefas simples e não pode gastar muito dinheiro, um processador i3 pode dar conta. Agora, se a máquina será usada para rodar vídeos pesados, processar games e usar programas mais robustos, vale investir em um processador melhor e mais moderno.

Escolhendo a memória RAM

Assim como nos celulares, a regra da memória RAM acompanhar o processador vale também para os notebooks. A memória RAM é considerada a de curto prazo do aparelho, e influencia diretamente na velocidade de processamento do notebook. Por isso, não adianta um processador potente e pouca memória RAM; a escolha tem que ser tomada em conjunto. 

Quando mais memória RAM um notebook tem, melhor tende a ser seu desempenho. Os modelos mais básicos costumam ter em torno de 4 GB de memória RAM, e esse número vai subindo nos modelos mais elaborados. Mais uma vez, a escolha varia de acordo com o uso que será exigido do notebook. 

Escolhendo o armazenamento

Outra especificação muito importante de ser observada na hora de escolher um notebook é o armazenamento . Se você não tem o costume de utilizar serviços na nuvem ou dispositivos externos e demanda muita memória do seu computador, é importante escolher um que tenha grande capacidade de armazenamento – quanto mais gigabytes (GB) ou terabytes (TB), melhor. 

Outro aspecto a ser observado na escolha do armazenamento é a peça utilizada para tal. Um notebook pode armazenar informações em um HD ou em um SSD . A segunda opção costuma tornar o computador bem mais caro, mas melhora bastante sua velocidade. Isso porque a forma de arquivar é diferente nas duas peças, fazendo com que o SSD encontre arquivos mais rapidamente.

Para quem demanda mais da máquina, com jogos e programas pesados, vale pensar o investimento em um notebook com SSD ou, pelo menos, com entrada para a peça, que pode ser adicionada à máquina posteriormente, mesmo com a presença do HD.

Escolhendo outros recursos

Se você pretende exigir mais do seu notebook , com jogos e programas pesados, sobretudo os que exigem bastante da tela, é interessante escolher um modelo com placa de vídeo dedicada. A peça é responsável pelo processamento gráfico , lendo e exibindo imagens na tela. 

Para quem faz um uso mais simples do notebook, porém, as placas de vídeo integradas já são o suficiente, não sendo tão necessário se atentar a esse recurso. 

Outros aspectos interessantes para ficar de olho são a definição e tamanho da tela. Nesse caso, avalie se suas atividades exigem, ou não uma tela maior. Além disso, antes de bater o martelo no notebook ideal, confira as entradas que ele possui e se elas fazem sentido às suas necessidades diárias.

O peso do notebook também é outro fator para dedicar atenção. Se você carrega muito seu aparelho para todos os lados, o investimento em um mais leve pode ser essencial.

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Falha expõe quase metade dos celulares do mundo; saiba se proteger

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Divulgação/Qualcomm

Processadores Snapdragon, da Qualcomm, registraram falha


Vulnerabilidades de segurança encontradas nos chips DSP (Digital Signal Processor) da Qualcomm podem permitir que invasores assumam o controle de mais de 40% de todos os celulares do mundo sem qualquer interação do usuário, espionem seus usuários e criem malwares não removíveis, capazes de evitar detecções por aplicativos antivírus.

Os DSPs são unidades de sistema no chip usadas no processamento de sinais de áudio e imagem digital e telecomunicações em dispositivos eletrônicos de consumo, incluindo TVs e aparelhos celulares.

Apesar do grande número de novos recursos e capacidades que esses chips trazem a qualquer dispositivo e de sua complexidade, eles também introduzem novos pontos fracos. Involuntariamente, uma tecnologia mais complexa aumenta as possibilidades de ataques aos dispositivos.

Centenas de milhões de dispositivos expostos

De acordo com os pesquisadores da Check Point que descobriram a falha, o chip DSP com falhas de segurança “pode ser encontrado em quase todos os celulares Android do planeta, incluindo telefones de última geração do Google, Samsung, LG, Xiaomi, OnePlus e mais”.

Se você tem um iPhone , pode ficar tranquilo. A linha de smartphones da Apple não é afetada pelos problemas de segurança descobertos e divulgados pela Check Point.

A empresa divulgou seus achados à Qualcomm , que reconheceu as falhas, notificou os fornecedores e atribuiu-lhes os seguintes seis CVEs (Vulnerabilidades e Exposições Comuns): CVE-2020-11201, CVE-2020-11202, CVE-2020-11206, CVE-2020-11207, CVE-2020-11208 e CVE-2020-11209.

A Check Point listou algumas das coisas que essas vulnerabilidades possibilitam:

  • Transformar o telefone em uma ferramenta de espionagem, sem necessidade de interação do usuário. As informações que podem ser coletadas “incluem fotos, vídeos, gravação de chamadas, dados de microfone em tempo real, dados de GPS e localização, etc”.
  • Ataques direcionados de negação de serviço, ou seja, tornar todas as informações no telefone permanentemente indisponíveis, deixando o celular sem resposta.
  • Uso de malware e outro código malicioso, ocultação de suas atividades e torná-lo não removível.

Atualizações de segurança

Embora a Qualcomm já tenha corrigido as falhas encontradas nos chips Qualcomm Snapdragon DSP , os fornecedores de dispositivos móveis ainda precisam implementar e fornecer as correções aos usuários de seus sistemas. Portanto, a ameaça ainda existe, já que os dispositivos ainda estão vulneráveis.

Os pesquisadores não publicaram os detalhes técnicos por trás dessas falhas, o que permitiria aos fornecedores de telefones desenvolver e entregar atualizações de segurança aos usuários para diminuir o risco. Entretanto, para “aumentar a conscientização sobre esses problemas”, a Check Point compartilhou seu estudo com o site BleepingComputer.

Segundo os pesquisadores, funcionários governamentais e fornecedores móveis relevantes foram informados. “Os detalhes completos da pesquisa foram revelados a essas partes interessadas”, disseram.

Em nota, um porta-voz da Qualcomm afirmou que “fornecer tecnologias que suportem segurança e privacidade robustas é uma prioridade para a Qualcomm. Em relação à vulnerabilidade Qualcomm Compute DSP divulgada pela Check Point, trabalhamos diligentemente para validar o problema e disponibilizar mitigações apropriadas aos OEMs. Não temos evidências de que esteja sendo explorado no momento. Incentivamos os usuários finais a atualizar seus dispositivos à medida que os patches se tornarem disponíveis e a instalar apenas aplicativos de locais confiáveis, como a Google Play Store”.

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Xbox Series X ‘baratinho’: controle do console confirma duas versões

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Xbox Series X
Reprodução

Design oficial do Xbox Series X


Antes do anúncio oficial do Xbox Series X , muito se especulou sobre um segundo console de nova geração,  que teria o nome de Series S e poderia ser relativamente mais barato. No entanto, até o momento, a Microsoft  não se pronunciou sobre o assunto e não revelou o possível segundo videogame.

Apesar disso, no domingo (9), um usuário do Twitter chamado “Zak S” compartilhou fotos de uma nova aquisição: um controle do console de nova geração . Mas um detalhe chamou a atenção nas fotos. Trata-se da lista de dispositivos compatíveis.

Além de ser possível utilizá-lo em dispositivos iOS, Android, Windows 10, Xbox One e Series X, a caixa detalha compatibilidade com o Series S . Isso basicamente confirma a existência do segundo videogame.

O controle, que foi adquirido em um site de revenda por US$ 35 (R$ 190 em conversão direta), sequer foi anunciado pela Microsoft – a cor padrão do dispositivo, revelado com o console, é preta. O vazamento pode significar que as lojas podem começar a vender o novo modelo em breve.

Agora, resta saber quando a empresa vai revelar a existência do novo videogame . Embora nenhum evento da marca esteja agendado para os próximos dias, pode ser que isso mude em breve, já que a confirmação foi praticamente feita. 

Kit de desenvolvimento

Conhecido pelo codinome Lockhart, o segundo videogame seria mais barato e com menor consumo de energia, no entanto, mantendo a maioria das principais melhorias prometidas para a próxima geração.

O kit de desenvolvimento (devkit) do Scarlett – nome usado originalmente para se referir ao Xbox Series X – possui dois modos: Anaconda e Lockhart. Como sabemos, o primeiro deles é o codinome do console apresentado pela empresa. No entanto, o segundo ainda não foi discutido publicamente.O que parece acontecer com o devkit é que o desenvolvedor pode alternar entre os modos, provavelmente para testar o desempenho do título em que estão trabalhando nas duas versões do console.

Rumores anteriores indicam que o Lockhart é um pouco mais fraco que o console já apresentado, com 7,5 GB de RAM e cerca de 4 teraflops de desempenho – enquanto o Series X padrão chega com 13,5 GB de RAM e 12 teraflops.

Embora a Microsoft  ainda não tenha reconhecido a existência do segundo console, espera-se que ele seja lançado juntamente do Series X no fim do ano – isso desde que a empresa não cancele a disponibilização no último momento. A existência da versão Lockhart – que especula-se ter sido batizada de Xbox Series S – explicaria porque a companhia registrou a marca “Xbox Series”.

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