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Saúde

Vacina da Novavax contra Covid-19 entra na fase final dos testes clínicos

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vacina
Pixabay

Teste será aplicado em mais de 10 mil pessoas

Washington – A empresa norte-americana de biotecnologia Novavax anunciou nesta quinta-feira (24) que iniciou um ensaio clínico de fase final no Reino Unido para sua vacina experimental contra a covid-19, a 11ª vacina no mundo a atingir esse nível de desenvolvimento.

O teste pretende incluir 10 mil participantes com idades entre 18 e 84 anos. “Devido ao alto nível atual de transmissão de SARS-CoV-2, e dado que ele provavelmente permanecerá alto no Reino Unido, estamos otimistas de que o estudo terá um recrutamento rápido e produzirá resultados de eficácia a curto prazo”, disse Gregory Glenn, diretor de pesquisa e desenvolvimento da farmacêutica, em nota.

É a décima primeira vacina candidata em todo o mundo a entrar na fase 3 de testes clínicos, a última, que envolve dezenas de milhares de pessoas. Metade delas recebe um placebo e a outra metade recebe a vacina.

Os projetos ocidentais mais avançados são os desenvolvidos pela britânica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e pelas americanas Pfizer e Moderna. Os projetos chinês e russo também chegaram à etapa final.

A Novavax é uma das seis empresas financiadas pelo governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento da vacina. Recebeu mais de 1,6 bilhão de dólares em recursos públicos para financiar a produção de 100 milhões de doses.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

“Situação obviamente não é técnica, tem componentes políticos”, diz Dimas Covas

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Dimas Covas%2C diretor do Instituto Butantan
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan

O diretor do Instituto Butantan , Dimas Covas , que lidera a produção da Coronavac pelo governo do estado de São Paulo em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Biotech , avalia que houve um “componente político e ideológico” na decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de barrar as intenções de compra do Ministério da Saúde da vacina contra a Covid-19 .

“Houve alguma mudança de rota, claramente. Nós só fornecemos vacina para o ministério [da Saúde], não fornecemos vacina para nenhuma outra instituição. E todas as conversas, todas as negociações que já duram alguns meses, desembocaram no convite do ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] para celebrar o primeiro acordo. Foi o que aconteceu durante a semana”, afirmou em entrevista ao UOL .

“Acredito também que o próprio ministério [da Saúde], os técnicos do ministério que estavam negociando tiveram dificuldade para entender. É muito difícil, é uma situação que obviamente não é técnica, ela tem componentes políticos, componentes ideológicos por trás disso”, completou.

Apesar do revés, o diretor disse que espera uma solução rápida para o impasse porque as primeiras doses não devem demorar muito para ficarem prontas. A previsão era a de que o início da vacinação da população já poderia ser em janeiro de 2021.

Nesta sexta-feira (23), o presidente da Câmara, Rodrigo Mai a (DEM-RJ), participou da entrevista realizada tradicionalmente no Palácio dos Bandeirantes para atualizar as informações do combate à Covid-19 no estado de São Paulo.

Para Covas, a atuação de Maia pode ser importante para tirar o caráter político da produção da vacina. “Obviamente que um entendimento nacional em relação à necessidade da vacina seria o mundo ideal. Tirar um pouco desta conotação de disputa política, que não ajuda muito. O nosso governador declarou que ele está absolutamente aberto ao diálogo”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vermífugo consegue reduzir carga viral da Covid-19, mas não impede complicações

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Coronavirus
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Complicações causadas pela doença não foram evitadas com medicamento.

Mesmo sendo capaz de reduzir a carga viral de pacientes com Covid-19 , o vermífugo nitazoxanida não é eficaz para resolver sintomas em cinco dias de tratamento e nem é capaz de evitar complicações causadas pela doença. A informação veio através e um artigo baseado em um estudo financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Os resultados foram divulgados em cerimônia no Palácio do Planalto na última segunda-feira (19). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

No evento, o governo utilizou um gráfico que veio de um banco de imagens e que não representava a eficácia do vermífugo. O narrador dizia ainda que o resultado “comprovou de forma científica a eficácia do medicamento” na redução na carga viral nos primeiros dias da doença.

Segundo o artigo, o estudo contou com 392 pacientes, dos quais 194 tomaram nitazoxanida por cinco dias. Outros 198 receberam placebo. Apenas pacientes com quadros leves e que estavam nos primeiros dias com sintomas participaram do estudo.

Depois de cinco dias com o tratamento, o quantidade de pacientes que tomou o vermífugo e apresentava sintomas era igual a de pacientes que recebeu o placebo, o que mostra que a droga não surtiu o efeito esperado no “desfecho primário” do estudo.

No “desfecho secundário”, a quantidade de pacientes que tomou nitazoxanida e apresentou resolução de sintomas foi de 78%. Já o número de pacientes que recebeu placebo e ficou livre de sintomas foi de 57%, o que mostra uma diferença significativa.

A quantidade de pacientes que apresentaram resultado negativo no PCR sete dias depois também foi maior no grupo que recebeu o vermífugo:  29,9% contra 18,2% do grupo que recebeu o placebo.

Entretanto, o medicamento não conseguiu diminuir o número de hospitalizações da doença. Dez pessoas foram internadas durante o estudo, sendo cinco de cada grupo. No grupo que recebeu a nitazoxanida, duas pessoas precisaram ir para a UTI.

Fonte: IG SAÚDE

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