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Saúde

Vacina contra sarampo para bebês será oferecida em 39 cidades de SP

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Bebês com até um ano de idade poderão ser vacinados contra o sarampo em 39 cidades paulistas a partir de hoje (12). Crianças nessa faixa etária que viajarão para essas cidades também devem ser vacinadas, com pelo menos 15 dias de antecedência. Os casos entre menores de 12 meses de idade representam 13,6% dos 967 casos existentes no Estado. Pelo menos 80% do total se concentram na capital, com 778 casos.

Os 39 municípios da lista são:  Atibaia, Barueri, Caçapava, Caieiras, Campinas, São Paulo, Carapicuíba, Diadema, Embu, Estrela D’Oeste, Fernandópolis, Francisco Morato, Guarulhos, Hortolândia, Indaiatuba, Itapetininga, Itaquaquecetuba, Jales, Jundiaí, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Peruíbe, Pindamonhangaba, Praia Grande, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Rio Grande da Serra, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba, Sumaré, Taboão da Serra e Taubaté.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a relação das cidades com indicação será atualizada semanalmente. Se a situação epidemiológica exigir, novos municípios serão incluídos na lista.

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A campanha de vacinação focada em jovens de 15 a 29 anos em 15 municípios da Grande São Paulo, continua. Segundo os dados da Secretaria, desde 10 de junho, quando a campanha começou, 1,2 milhão de pessoas nessa faixa etária foram imunizadas. A meta é vacinar 4,4 milhões até o dia 16 de agosto, data de encerramento da campanha.

Proteção

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. A aplicação da chamada “dose D” visa proteger as crianças e não será contabilizada no calendário nacional de vacinação, ou seja, os pais ou responsáveis deverão levar as crianças aos postos para receber a tríplice viral aos 12 meses e também aos 15 meses para aplicação do reforço com a tetraviral, que protege também contra varicela.

Após a aplicação da “dose D”, é preciso aguardar pelo menos 30 dias para aplicação da tríplice aos 12 meses, como prevê o calendário.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

É normal ficar suada na região da vagina? Especialista responde

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Women's Health

Você se lembra quando começou a suar na virilha? Talvez você tenha treinado demais ou passado um longo dia caminhando no calor. Então, quando chegou ao banheiro e olhou no espelho, notou sua roupa íntima suada.

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vagina

Quer dizer, todo mundo sabe que as pessoas transpiram nas axilas, testa e, às vezes, costas ou mãos. Mas suar ao lado da vagina ?! Isso não é algo legal, vamos ser honestas. Aqui está o que você precisa saber sobre esse tipo de transpiração.

Primeiro: suar na virilha é totalmente normal

Isso acontece com todo mundo. “Isso porque nós suamos sempre que há glândulas sudoríparas na região”, explica Chris Adigun, dermatologista na Carolina do Norte, Estados Unidos. E há glândulas sudoríparas em toda a sua vulva, que é a área externa ao redor da vagina.

Lembre-se: sua vagina é interna – é o que você sente quando coloca o dedo dentro do buraco na direção da parte inferior da vulva. “E não há glândulas sudoríparas lá em cima”, observa Adigun. Então, não é sua vagina que está suando , só para ficar mais claro.

No entanto, existem glândulas sudoríparas nas partes ao redor da vagina. Especificamente, onde existe pelos – nos grandes lábios (os grandes lábios externos), o mons pubis (a corcova acima da sua vagina) e a virilha (onde suas pernas encontram sua pélvis). “Sua virilha não é tão diferente da sua axila”, completa Adigun.

Assim como a axila, a virilha é uma junção entre um membro e seu tronco. É por isso que faz mais sentido chamar a transpiração lá em baixo de suor da virilha e não suor da vagina.

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É possível ter muito suor na virilha?

“Na maioria das vezes, um pouco de suor na área de vulva não é nada para se preocupar”, diz o Adigun. Todos nós transpiramos e às vezes isso também acontece por lá. “Se você está suando durante o treino ou quando está realmente quente, isso não é incomum”, ela afirma.

Então, ao invés de se sentir estranha quando tiver uma mancha de suor na calça de yoga, considere levá-la como um sinal de um treino hardcore.

Naturalmente, algumas pessoas suam mais do que o que os médicos considerariam normal, e o excesso de suor na virilha pode interferir na sua vida cotidiana. Esse tipo de transpiração excessiva é chamado de hiperidrose.

Enquanto as pessoas que sofrem de hiperidrose suam mais do que as outras na cabeça, axilas, mãos e pés, de acordo com a American Academy of Dermatology, às vezes podem ter sudorese extra-intensa na zona genital.

Em um estudo, uma menina saudável de 17 anos foi ao médico porque frequentemente sofria com esse problema. Ela suava tanto que usava absorventes grossos todos os dias para tentar manter as calças secas.

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Isso é certamente uma quantidade anormal de suor lá embaixo. Mas você não precisa fazer muito esforço para marcar uma consulta com seu dermatologista. “Como suor anormal em qualquer parte do corpo, se você está molhando a roupa quando não está calor, isso não é normal”, explica Adigun.

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Vale a pena marcar uma consulta quando o suor estiver te deixando desconfortável ou inibindo sua vida de alguma forma. Adigun vê pacientes o tempo todo preocupados com o suor entre as pernas, porque eles se sentem constrangidos com manchas nas calças muitas vezes.

O que você pode fazer para não suar na virilha?

Há várias opções, segundo Adigun. Primeiro, ela sugere que as pessoas tentem antiperspirantes tópicos. Não são desodorantes típicos. Enquanto os desodorantes mascaram o odor do suor, os antitranspirantes ligam temporariamente as glândulas sudoríparas para que você sinta menos suor fisicamente.

Outra alternativa é fazer injeções de botox na região da virilha. Isso pode parecer assustador, mas geralmente é seguro e super eficaz. Enquanto a maioria de nós sabe sobre o botox por sua capacidade de suavizar rugas, a injeção também é usada para parar transpiração excessiva.

Ele suprime suas glândulas sudoríparas para que não suem tanto, e dura muito tempo. Normalmente, você terá que refazer as aplicações duas vezes por ano, ou seja, seis meses inteiros de supressão do suor.Existem algumas outras correções temporárias, especialmente se seu suor não é tão chato.

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Se você não tem hiperidrose, mas ainda está um pouco irritada com essa transpiração, pode tentar absorver o suor com um produto em pó de talco (aplicado na pele da vulva, não na abertura da vagina ). Mas lembre-se que você não vai parar de suar – apenas absorverá a umidade. Mas isso pode ajudar se, em um dia quente, você se preocupar com esse problema.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Urologistas debatem em Curitiba aspectos da infertilidade masculina

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Enquanto a mulher esgota seu potencial reprodutivo com a menopausa, o homem não passa por isso, diz o médico Marcelo Vieira, coordenador da Área de Infertilidade Masculina da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). A infertilidade masculina é um dos temas em debate no 37º Congresso Brasileiro de Urologia, que começa neste sábado (24), em Curitiba. O evento é promovido pela SBU e vai até terça-feira (27).

“O homem vai produzir espermatozoides até o último dia de vida”, destaca Marcelo Vieira, em entrevista à Agência Brasil. Segundo o médico, permanece a visão que se tinha antigamente de que a mulher tem uma melhor época para ser mãe e o homem pode ser pai a qualquer momento. “Isso continua verdadeiro, porém, existem algumas considerações”, ressalta Vieira.

O médico cita estudos recentes segundo os quais, clinicamente, homens acima de 40 anos demoram maior tempo para conseguir engravidar a parceira. “O que vemos nessa faixa etária é que a qualidade do sêmen piora e aumenta a fragmentação do DNA”.

E isso explicaria por que homens nessa faixa de idade demoram mais a ser pais. “Isso acontece por um processo natural de envelhecimento. As células que produzem espermatozoides, apesar de continuarem renovadas a cada divisão celular, sofrem o efeito do estresse oxidativo, que é o efeito básico do envelhecimento celular”, diz o urologista.

Associação

Marcelo Vieira lembra que estudos populacionais constatam uma associação entre o aumento da idade masculina, a piora da qualidade seminal e a demora para levar uma mulher à concepção em homens com mais de 45 anos. No entanto, alerta Vieira, esse tipo de estudo não consegue comprovar causa e efeito para isso. De acordo com o médico, outros estudos epidemiológicos de análise populacional comprovam a existência maior de autismo em pais com mais idade.

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Além do tema de envelhecimento e fertilidade, o congresso da SBU vai debater ética em reprodução humana, ou seja, até onde a medicina pode chegar. Marcelo Vieira lembra que, antes de 1992, quando foi publicada a técnica de ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide), era considerado antiético o tratamento de fator masculino grave nos homens que têm poucos ou quase nenhum espermatozoide. “Não se podia violar o óvulo com uma agulha para introduzir o espermatozoide. Dizem que, acidentalmente, isso aconteceu e foi desenvolvido um método”.

Hoje, as pesquisas são no sentido do desenvolvimento de gameta artificial a partir de célula-tronco, mas o especialista considera que ainda vai demorar algum tempo para isso se tornar efetivo.

A programação destaca, na segunda-feira (26), a mesa A Idade do Homem e Fertilidade: Existe Relação, com participação do urologista norte- americano Paul Turek, ex-professor titular da University of California San Francisco. O debate está previsto para as 8h10  na plenária do congresso.

Aspectos clínicos

Segundo Marcelo Vieira, outros temas de plenárias e cursos do congresso são voltados mais para aspectos clínicos da infertilidade conjugal. “Vamos discutir os temas [em] que nós, especialistas, temos dúvida no tratamento da infertilidade conjugal”. Por exemplo, se existe uma melhor técnica cirúrgica para recuperar espermatozoide dentro dos testículos, para homens que não têm espermatozoide na ejaculação.

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Outro tema importante é a varicocele, ou varizes nos testículos, doença comum que causa infertilidade masculina. Vieira ressalta que a varicocele é tratável e admite correção cirúrgica, levando à melhora da qualidade seminal e à gravidez em casa após a correção do problema. O congresso discutirá a melhor forma de diagnóstico e situações de exceção no tratamento. “Se vale a pena tratar, ou não”, diz o especialista.

De acordo com o urologista, a varicocele é responsável por cerca de 40% das causas de infertilidade masculina, mas é corrigível. O homem pode operar e melhorar a qualidade seminal e engravidar a parceira naturalmente em casa ou ter seu espermatozoide melhor preparado para depois fazer um bebê de proveta. Marcelo Vieira esclarece que o resultado do tratamento com técnicas de reprodução assistida é melhor em homens operados de varicocele em comparação com os que não se submeteram à cirurgia.

Congressistas

Mais de 3 mil urologistas são esperados no congresso, que é considerado o maior evento da especialidade na América Latina e o terceiro no mundo em número de participantes. Estarão presentes nomes de destaque da urologia do Brasil e do exterior.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde
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