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Saúde

Vacina contra a Covid-19 afeta o ciclo menstrual, diz estudo

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Vacina anticovid afeta o ciclo menstrual, diz estudo
Rachel Schraer – Repórter de saúde da BBC

Vacina anticovid afeta o ciclo menstrual, diz estudo

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois juntamente com a Escola de Medicina da Universidade de Washington constatou que 42% dos participantes que disseram ter ciclo menstrual regular notaram aumento do fluxo após terem sido vacinados contra a Covid-19.

O estudo foi publicado na revista científica Science Advances nesta última sexta-feira (15).

Entre as participantes que normalmente não menstruam, 71% dos que usam anticoncepcionais, 39% das que fazem tratamento hormonal e 66% entre as que estão na pós-menopausa contaram que houve um sangramento inesperado.

Desde o início da vacinação em massa, muitas pessoas que menstruam passaram a relatar mudanças nos seus ciclos depois de receberem as injeções, o que levou as universidades a iniciarem uma pesquisa on-line em abril de 2021.

Em 3 meses, a equipe recebeu mais de 39.129 respostas de indivíduos entre 18 e 80 anos sobre seus ciclos menstruais. Todos os entrevistados foram totalmente vacinados contra a covid-19 com imunizantes da Pfizer, Moderna, Janssen ou outro aprovado fora dos EUA, onde o estudo foi conduzido. Além disso, os participantes não tiveram covid ou não sabiam caso tenham sido infectados.

“Acho importante que as pessoas saibam que isso pode acontecer, para que não fiquem com medo, não fiquem chocados e não sejam pegas sem suprimentos”, disse Katharine Lee, antropóloga biológica da Escola de Medicina da Universidade de Washington e autora principal do estudo. Lee salientou que os resultados não foram comparados com o de pessoas não vacinadas.

De acordo com a especialista, existe a possibilidade das que observaram alterações em seus ciclos após a vacinação tenham sido mais propensas a participar da pesquisa. De qualquer forma, o resultado não difere do que outros estudos menores sobre o mesmo tema já haviam constatado.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Diabético pode ter filho?

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Tom e a seguidora Esther, de 5 anos
Arquivo pessoal

Tom e a seguidora Esther, de 5 anos

Conviver com diabetes requer cuidado e planejamento em vários momentos da vida. Quando uma mulher decide engravidar já diagnóstica com diabetes, a doença é considerada um fator de risco tanto para ela, quanto para o bebê. No caso dos homens, pouco se fala sobre como o diabetes pode interferir nesse processo para ser pai .

Eu conversei com dois endocrinologistas , a Dra. Denise Franco e o Dr. Rodrigo Siqueira, ambos são referência no tratamento do  diabetes no Brasil e alertaram para a necessidade dos cuidados para homens e mulheres que sonham em ter filho e convivem com diabetes.

No caso da mulher, a recomendação é para que a gestação seja “ planejada ”. Isso porque durante os meses de gestação é necessário manter um controle mais rigoroso da glicose no sangue. O diabetes oferece risco tanto para o bebê, quanto para a mãe. A falta de controle glicêmico, por exemplo, pode causar má formação dos bebês, além de aborto espontâneo, pré-eclâmpsia ou parto prematuro.

É recomendado que a mulher com diabetes e gestante seja acompanhada também pelo médico especialista em diabetes, no caso, o endocrinologista. Caso esse cuidado e planejamento aconteçam, a mulher pode realizar esse sonho de filhos.

Já no caso dos homens com diabetes, o importante é saber que o controle da glicose é fundamental para evitar a impotência sexual causada pelo diabetes descontrolado.

A glicose alta pode resultar em uma neuropatia no pênis, que impede a ereção.

Portanto, se você é homem, convive com diabetes e sonha em ser pai, controle a glicemia para não perder a chance de ser pai.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola dos macacos: Brasil tem 2.458 casos confirmados até agora

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Varíola dos macacos
Divulgação

Varíola dos macacos

O número de casos confirmados da varíola de macaco já está em 2.458 pessoas no Brasil, segundo números atualizados, nesta sexta-feira (12), pelo Ministério da Saúde.

A maioria dos casos confirmados está no estado de São Paulo, com 1.748. Na sequência vem Rio de Janeiro (278), Minas Gerais (102), Distrito Federal (92), Paraná (52), Goiás (53), Bahia (25), Ceará (9), Rio Grande do Norte (8), Espírito Santo (7), Pernambuco (13), Tocantins (1), Acre (1), Amazonas (5), Pará (1), Paraíba (1), Piauí (1), Rio Grande do Sul (29), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (8), e Santa Catarina (22).

Cuidados necessários

As feridas na pele provocadas pela varíola trazem o risco de infecções secundárias causadas, principalmente, por bactérias. As fissuras presentes nas lesões servem de porta de entrada de microrganismos que podem ser nocivos.

O Ministério da Saúde recomenda que os cuidados voltados para a população de risco sem sinais de gravidade devem ser analisados caso a caso.

Em relação aos pacientes com bom estado geral, recomenda-se que seja prescrito tratamento sintomático. Além disso, o paciente deve permanecer isolado até a liberação dos resultados negativos da doença.

As lesões na pele devem ser cobertas o máximo possível, com o uso de camisas de mangas compridas e calças, também para minimizar o risco de contato com outras pessoas. Para evitar o risco de contaminação de outras partes do próprio corpo, o paciente deve evitar tocar nas feridas e não levar as mãos à boca e aos olhos, por exemplo.

Ações do Ministério da Saúde 

O Centro de Operações de Emergência, criado pelo Ministério da Saúde para monitorar o avanço da doença, classificou a varíola dos macacos com nível máximo de emergência no território nacional. O nível III é estabelecido em cenários de “excepcional gravidade” e admite que a situação pode culminar em declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).

De acordo com o plano, a situação da doença no país foi classificada como nível III pois já existem casos confirmados da doença no Brasil, com transmissão comunitária, e ainda não há disponibilidade de medidas de imunização e tratamento.

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Fonte: IG SAÚDE

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