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Universitária é agredida com soco pelo ex na frente do filho recém-nascido

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Vítima levou soco no olho

A estudante de Enfermagem Bruna da Silva Gonçalves, de 23 anos, foi agredida com um soco pelo ex-namorado na frente do filho dela, de apenas cinco meses, em Queimados, na Baixada Fluminense.

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A agressão aconteceu na sexta-feira, quando a universitária estava conversando com o pai da criança, no mesmo bar em que estava o agressor, o ajudante de padeiro Alex Rodrigues dos Santos, 25.

De acordo com a delegada Mônica Areal, titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Nova Iguaçu, Bruna e Alex tiveram um relacionamento de sete anos e estavam separados há cerca de cinco meses.

“Ele viu que ela estava conversando com o pai do filho dela, teve uma crise de ciúmes, falou alguma coisa, ela respondeu e ele deu um soco no olho dela”, conta a delegada. “O olho dela esta fechado e tem uma marca do anel que ele estava usando. Foi um soco bem dado”.

PRESO NO TRABALHO

Ainda segundo a titular da Deam de Nova Iguaçu, ao longo do dia, Alex procurou a ex , dizendo que pagaria pelos remédios de que ela precisasse para tratar o machucado. Isso para que ela não o denunciasse. O que não funcionou, já que ela foi até a especializada para prestar queixa.

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“Nós o prendemos no trabalho dele, em uma padaria que fica a 15 minutos da casa deles e de onde ele a agrediu”, Areal afirma. “Ela contou para a gente que já tinha sido agredida uma vez por ele, quando ele apertou seu pescoço, mas ela preferiu não registrar nada”.

Alex vai responder pelo crime de lesão corporal contra mulher (Lei Maria da Penha). Se condenado, ele pode pegar até três anos de prisão.”Infelizmente ela está lesionada, mas a gente prendeu o agressor”, a delegada reforça.

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Conflito entre Lava Jato e PGR pode dar fim à operação

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pgr
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Em agosto, o procurador-geral Augusto Aras decidirá se prorroga ou se deixa que a Lava Jato do Paraná seja desfeita


A crise gerada entre a Lava Jato e a Procuradoria-Geral da República (PGR) contabiliza , até o momento, uma troca acusações e uma investigação da Corregedoria do MPF (Ministério Público Federal). Tudo teria começado  com a visita da subprocuradora Lindôra Araújo à Lava Jato do Paraná, na semana passada, na qual ela pediu acesso a dados sigilosos da operação.


Agora, a provável disputa sobre o futuro da força-tarefa pode culminar no seu encerramento já em agosto. Essa é a data na qual o procurador-geral Augusto Aras decidirá se prorroga ou se acaba com a operação, segundo informou o UOL. 

Segundo fontes relacionadas à Lava Jato do Paraná, Aras não tem a mínima intenção de prosseguir com a operação. Por outro lado, membros da PGR observam a força-tarefa falando em “falsas polêmicas” para justificar uma perseguição.

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André Mendonça diz que governo pensa em recriar Ministério da Segurança

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Agência Brasil

andré mendonça
Isac Nóbrega/PR

André Mendonça, ministro da Justiça e Segurança Pública, não descarta recriar ministério extinto

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, afirmou hoje (3), que o governo federal ainda não descartou a possibilidade de dividir a pasta sob sua responsabilidade em duas, recriando o Ministério da Segurança Pública. “É um assunto que existe.”

Ao participar de uma conversa com o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim, promovida pelo Banco BTG Pactual e transmitida no Youtube, Mendonça disse que, ao assumir o cargo, em abril, comprometeu-se com o presidente Jair Bolsonaro a analisar a questão e apresentar uma proposta.

“Eu me comprometi [a fazer], e estou fazendo, uma análise de gestão do tamanho do ministério. Se, de algum modo, ele funcionaria melhor com uma divisão entre Justiça e Segurança Pública. A partir desta primeira avaliação, [vou] construir cenários ouvindo aos atores envolvidos [e pesando] os prós e contras de cada situação. E então apresentar ao presidente essas avaliações para que ele [presidente] possa tomar a melhor decisão para a política pública e para os cidadãos”, comentou Mendonça. Para ele, as duas hipóteses têm vantagens e desvantagens.

“A questão não é se divide ou não o ministério, mas como estruturamos um ou dois ministérios dentro de um conceito de boa governança pública”, acrescentou o ministro, indicando que, qualquer que seja a decisão, ainda deve demorar mais algum tempo. “Se, no ambiente de uma crise da covid-19, eu me dedicar a uma divisão de ministério, eu perdi o ano. Seria irresponsável fazê-lo agora. O que não significa que, com planejamento, não possamos fazê-lo.”

Em fevereiro de 2018, o então presidente Michel Temer dividiu a pasta da Justiça em duas e criou o Ministério da Segurança Pública. Em janeiro de 2019, ao tomar posse na Presidência da República , Jair Bolsonaro fundiu as duas estruturas e nomeou o ex-juiz Sergio Moro ministro da Justiça e Segurança Pública.

Em janeiro deste ano, Bolsonaro chegou a declarar que qualquer nova mudança estava descartada por ora. “A chance no momento é zero. Não sei amanhã”, disse o presidente na ocasião.

Independência da PF

Durante a conversa com Jobim, o ministro André Mendonça voltou a dizer que a Polícia Federal  tem total independência para exercer suas funções, mas ressaltou que autonomia legal não deve ser confundida com “soberania”.

“Independência e autonomia não significam uma soberania de atuação. Como ministro, eu demando uma atuação efetiva. Cobro resultados; quero saber quais as dificuldades estão tendo para tentar ajudar a solucionar. Isso é natural. Seria irresponsável se eu não fizesse isso, ou se o presidente não cobrasse isto”, explicou o ministro.

Para Mendonça, qualquer tentativa de interferência em investigações conduzidas pela corporação seria impensável em qualquer tempo. “Qualquer pessoa que tente fazer isto estará cometendo um suicídio jurídico e político. Elocubrar uma interferência na PF é impensável. Não só neste governo, mas em qualquer governo”, acrescentou o ministro.

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