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Universidades federais convocam greve e manifestação contra corte de gastos

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Manifestação
Reprodução/Twitter

Alunos, pais e professores protestaram contra corte durante visita de Bolsonaro ao Rio de Janeiro

Estudantes e professores de universidades federais de todo o Brasil convocaram para esta quarta-feira (15) uma paralisação e protestos contra o corte de 30% no orçamento das instituições de ensino. As manifestações devem acontecer em 23 capitais e no Distrito Federal, além de algumas cidades do interior.

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Os protestos já receberam apoio de alunos de universidades estaduais e instituições particulares. Segundo o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), os professores também aderiram ao movimento, assim como os funcionários técnicos, representados pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra).

Os reitores das três universidades estaduais paulistas – Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp) – divulgaram uma nota pública na qual chamam o corte de “equívoco estratégico” e convocam um debate sobre o tema nesta quarta-feira.

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As únicas capitais na qual não há atos marcados são Boa Vista, Porto Velho e Natal. Para a manifestação desta quarta, a União Nacional dos Estudantes (UNE) pediu aos manifestantes que vistam uniformes, jalecos ou carreguem livros, simbolizando a educação.

Os alunos das universidades vão parar as atividades nesta quarta, mas a UNE descarta uma greve prolongada. “A nossa convocação é universidade aberta funcionando a todo vapor, porque o sonho do Bolsonaro é que a universidade pare”, diz a presidente da entidade, Marianna Dias, à Folha de S.Paulo .

No último dia 30 de abril, o Ministério da Educação (MEC) anunciou um corte de 30% no orçamento das universidades federais . O ministro Abraham Weintraub  chamou o corte de contingenciamento e afirmou que os investimentos voltarão após aprovação da reforma da Previdência. Logo em seguida, o MEC  cortou também as bolsas de pesquisa oferecidas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) em todo o país.

Fonte: IG Nacional
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Trump impõe sanções contra o Banco Central do Irã após ataque na Arábia Saudita

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Donald Trump discursando arrow-options
Divulgação/Official White House/Shealah Craighead

Trump disse que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita, mas que ‘não quer guerra’

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos impuseram sanções contra o Bando Central do Irã, quase uma semana após os ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, que autoridades americanas e sauditas atribuíram a Teerã. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca.

Trump não deu outros detalhes sobre as sanções, mas disse, mesmo assim, que elas são “as maiores já impostas contra um país” e que “isso nunca foi feito neste nível”. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que as novas sanções cortam a última fonte de recursos ainda restante para o Irã.

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Apesar das declarações, ainda não está claro como as medidas aumentam as punições a Teerã, que já é alvo de uma política de “pressão máxima” do governo americano, com o objetivo de reduzir a zero as exportações de petróleo da República Islâmica.

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Questionado sobre a possibilidade de uma resposta militar ao Irã, Trump sugeriu querer evitar uma guerra, mas disse que os Estados Unidos estavam sempre preparados e que um ataque militar poderia ser uma resposta adequada.  No começo desta semana, ele disse considerar “a resposta final”, em possível alusão a um ataque.

O Irã negou qualquer envolvimento no ataque de 14 de setembro, que abalou os mercados globais de petróleo e aumentou as tensões entre Washington e Teerã. As explosões foram reivindicadas pelos rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, que há quatro anos enfrentam uma ofensiva liderada pela Arábia Saudita para desalojá-los do poder.

Nesta sexta-feira, autoridades sauditas levaram a mídia para inspecionar as instalações afetadas. A Arábia Saudita responsabiliza Teerã pelos ataques, versão endossada pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que chamou os ataques de “atos de guerra”.

Trump, que falou com repórteres na Casa Branca ao receber o primeiro-ministro australiano Scott Morrison, disse que deseja uma solução pacífica para o conflito.

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Fonte: IG Nacional
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NASA quase ‘perdeu’ asteroide gigante que passou próximo da Terra

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Asteroide caindo arrow-options
Divulgação/Nasa

Asteroide de 100 metros de largura passou muito perto da Terra.

De acordo com e-mails internos divulgados por um relatório do Buzzfeed News, a NASA quase ‘perdeu’ um asteroide gigante que passou próximo da Terra em julho deste ano. Segundo a agência americana, o corpo celeste tinha cerca de 100 metros de largura.

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Batizado de “2019 OK”, o asteroide passou a cerca de 40.400 milhas da Terra , o que equivale a cerca de 65.000 quilometros. Por mais que pareça grande, essa distância é pequena, em termos astrônomicos.

Os e-mails obtidos pelo portal americano mostram que a NASA só soube da passagem do asteroide pela Terra horas antes do evento acontecer. Segundo o Mirror, o corpo celeste foi descoberto por um observatório no Brasil, que alertou a NASA. A agência não sabe explicar como a rocha passou pela sua rede de captura e observação.

Fonte: IG Nacional
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