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Política MT

União repassa glebas Divisa e Maicá para MT

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Deputado Dilmar Dal Bosco em reunião sobre a regularização das Glebas Divisa e Maica

Foto: DANIEL MENEGUINI / ASSESSORIA DE GABINETE

Deputado Dilmar Dal Bosco, participa do da assinatura do Decreto oficial do recebimento das Glebas da União para o Estado

Foto: DANIEL MENEGUINI / ASSESSORIA DE GABINETE

Após anos de luta para a liberação de títulos de regularização fundiária das glebas Cristalino/Divisa, no município de Novo Mundo, e Maicá, em Marcelândia, chegou ao fim, na última quinta-feira (24), com o anúncio do governador Mauro Mendes; do presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Francisco Serafim de Barros; do chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, e do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União), que assinaram o decreto oficial do recebimento das glebas, pela União, para Mato Grosso.

A gleba Divisa/Cristalino, possui uma área total de 300 mil hectares entre os municípios de Novo Mundo, Matupá e Peixoto de Azevedo. Já a gleba Maicá possui uma área de 1,2 milhão de hectares e fica entre os municípios de Marcelândia e União do Sul.

Deputado Dilmar Dal Bosco explicou que a luta é de longa data e que um decreto já existia de anos anteriores, porém nenhum governador teve coragem de resolver. “Agradecer muito ao governador Mauro Mendes, juntamente com o senador Jayme Campos, os deputados federais Juarez Costa e Neri Gueller, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, que lá em 2019, quando foram a Brasília, em conversa com o ministro Onix Lorenzoni e o presidente nacional do Incra, sobre o novo decreto do presidente Jair Bolsonaro, hoje, vemos o resultado. Agora, o governo do estado assina um decreto dando a segurança jurídica a muitos pequenos produtores e assim resolvemos um problema gravíssimo, de anos, trazendo para o estado e dando condições das pessoas regularizarem suas terras”, disse Dilmar.

O parlamentar ainda parabenizou os prefeitos de Novo Mundo, Antônio Mafini; de Marcelândia, Celso Padovani; de Matupá, Bruno Mena; de Nova Guarita, Zeca Zamoner, que incansavelmente cobraram para uma solução. “Agradecer aos prefeitos das cidades envolvidas que, diariamente, me cobravam para que esse impasse fosse resolvido e nós, juntamente com o governador Mauro Mendes e toda sua equipe, estamos resolvendo uma situação que perdura por mais de 35 anos”, finalizou Dilmar.

Governador Mauro Mendes determinou a solução desse impasse junto ao Intermat e salientou que são cerca 500 mil hectares de áreas que foram repassados pelo governo federal ao Estado de Mato Grosso. “Depois de aproximadamente 40 anos, nós conseguimos trazer para Mato Grosso a responsabilização dessa regularização, que estava com a União. Como a atual estrutura do Intermat é positiva, temos condições de resolver o impasse e colocar um ponto final nessa história”, declarou o governador Mauro Mendes.

Presidente do Intermat, Francisco Serafim Barros, disse que o governador Mauro Mendes determinou a resolução desse problema o mais rápido possível. “Precisamos dar toda segurança jurídica aos proprietários dessas terras, que terão os títulos definitivos registrados em cartórios da sua propriedade. Nós estamos trabalhando graças ao apoio que o governador Mauro Mendes ofereceu ao Intermat, dando condições para que nossos servidores possam realizar todo processo de regularização”, disse Serafim.

Prefeito de Marcelândia, Celso Padovani comentou que a segurança que os proprietários passaram a ter afeta automaticamente o município, com mais investimento e renda. “O agro  chegou forte na nossa região e os pequenos e médios agricultores, com documento regularizado, vão a uma agência bancária buscar financiamento para que seja aplicado dentro da sua terra, buscando mais gente para trabalhar, gastando mais no município, gerando emprego e renda”, finalizou Padovani.

Fonte: ALMT

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Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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