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Política MT

União Brasil confirma candidatura do deputado estadual Botelho à reeleição

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A candidatura à reeleição do deputado Eduardo Botelho foi confirmada pelo União Brasil, durante a convenção estadual, realizada nessa sexta-feira 05.08, no Ginásio Dom Aquino, em Cuiabá.

Municipalista, Botelho tem serviços prestados em Mato Grosso e vai disputar o terceiro mandato de deputado estadual. O partido também homologou a chapa majoritária à reeleição do governador Mauro Mendes, que tem como vice, Otaviano Pivetta.

Para o senado, a reeleição de Welington Fagundes, além dos pré-candidatos a deputado federal e estadual. “É um grupo vitorioso, que vem dando resultados, demonstrando trabalho no estado, fazendo as transformações. E eu também, dentro da Assembleia Legislativa, tenho feito a diferença, pois todas as mudanças e melhorias ocorreram graças à atuação da Assembleia. Agora, vamos para o pleito, para o debate e levar nosso nome. Tenho certeza de que a população vai reconhecer todo trabalho que foi feito e o que ainda precisa ser feito para melhorar nosso estado”, afirmou Botelho, durante o ato que superlotou o Ginásio Dom Aquino.

E considera forte a coligação do União Brasil, com condições de alcançar votação expressiva.

“Ficou boa a coligação, não tem como ficar todos os partidos no mesmo arco de aliança. É aquela velha história: não tem como fazer omelete sem quebrar os ovos. Então, vamos para o enfrentamento das urnas”, comparou.

Botelho também destacou sobre a importância de se ter outra chapa disputando o governo, que segundo ele, enriquece o debate.

“Não vejo como supresa, já não esperávamos ganhar por WO, não queria WO, é importante ter candidatos, é importante o debate. Não temos o que temer, muito pelo contrário, é bom para nós esse debate para mostrarmos tudo o que foi feito nesses anos. Temos um governo sério, de realizações”, concluiu.

TRAJETÓRIA POLÍTICA – Com incentivos da família, em 2013, deputado Botelho se filiou ao PSB, e se candidatou em 2014 pela primeira vez, sendo eleito deputado estadual com 40.517 votos. Municipalista, exerce o mandato pautado em defesa da agricultura familiar, regularização fundiária, defesa da mulher, do servidor público e dos menos favorecidos, tornou-se presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, no biênio 2017-2019.

Em 23.03.2018 se filiou no Democratas (DEM), sendo reeleito deputado estadual, em outubro do mesmo, ano com 33.788 votos de confiança da população mato-grossense.

Em 01.02.2019 sagrou-se novamente presidente da ALMT, para o período de fevereiro de 2019 a fevereiro de 2021, oportunidade em que otimizou as ações proporcionando melhorias em todos os setores da Casa de Leis.

Em junho de 2020, lançou-se candidato à Presidência, sendo reeleito presidente da ALMT, tomando posse no dia 1º de fevereiro de 2021. Mas, por determinação do Supremo Tribunal Federal – STF, convocou nova eleição para a Mesa Diretora. Sendo assim, em 23 de fevereiro de 2021, foi eleito primeiro-secretário da ALMT, para o biênio 2021-2023.

E, também por decisão judicial, em fevereiro de 2022, retornou ao cargo de Presidente da ALMT. Ingressou no União Brasil em 08.02.2022, partido político brasileiro que surgiu da fusão entre o Partido Social Liberal (PSL) e o Democratas (DEM).

 

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Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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