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Educação

UFRJ faz ajustes na contratação de serviços

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou hoje (4) ajustes na contratação de serviços, visando a manutenção do funcionamento da universidade devido ao contingenciamento orçamentário feito pelo Ministério da Educação (MEC). Ao todo, são seis medidas, que entrarão em vigor a partir de segunda-feira (9). 

As medidas são o racionamento do uso de veículos oficiais, a suspensão dos serviços de telefonia móvel para os ocupantes de cargos de representação da Reitoria, das pró-reitorias, decanias e unidades. Os dirigentes que estiverem em posse desses aparelhos deverão devolvê-los à Pró-Reitoria de Gestão e Governança. Outra medida anunciada é a suspensão de passagens internacionais e limitação de viagens e diárias nacionais para atividades de campo de disciplinas de graduação.

Haverá também a redução do quadro de auxiliares de processamento de dados, além do corte do contrato de serviços de manutenção externa e jardinagem e será uma licitação futura para adequar contrato à atual realidade orçamentária. Uma nova licitação também será feita na área de transportes de ônibus internos do campus Cidade Universitária e intercampi. Segundo a UFRJ, a medida não implicará redução de fluxo dos transportes.

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“Novas medidas ainda estão em estudo e serão anunciadas em breve. A reitoria da UFRJ reconhece o esforço que tais medidas representarão para a comunidade universitária, mas reitera a necessidade dos ajustes diante do grave quadro orçamentário atual”, informou a UFRJ em nota.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Educação
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Educação

Cidades brasileiras participam de hackaton da Nasa

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Em 43 cidades brasileiras, jovens participam neste fim-de-semana do “Desafio Internacional dos Apps do Espaço” da Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa). A iniciativa é uma maratona de desenvolvimento de inovações, conhecida no segmento como “hackathons”, voltada a criar voltada a soluções para a área espacial.

O desafio ocorre em centenas de cidades em todo o mundo, reunido cerca de 20 mil pessoas. Em 2018, foram 18 mil participantes em 200 cidades em 75 países. Além dos eventos presenciais, o site da iniciativa permite a participação remota de pessoas interessadas em acompanhar as tarefas e atividades.

A maratona é composta de diversos desafios, enfrentados por jovens organizados em equipes. Nelas, os participantes utilizam dados coletados pela Nasa em suas missões ao espaço sideral para desenvolver soluções. Um deles, por exemplo, demanda dos participantes elaborar soluções para estabilizar o clima da Terra e impedir ou mitigar o aquecimento global.

Segundo a agência, o intuito é estimular o conhecimento da atuação do órgão na exploração espacial, contribuindo para gerar novo conhecimento e formar alunos que possam vir a tornar-se novos cientistas, engenheiros, tecnólogos e programadores com atuação no setor.

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Brasil

No Brasil, diversas capitais promovem eventos relacionados ao desafio. Entre elas Aracaju, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, São Luís e Brasília.

Em Brasília, a maratona começou ontem (18) no Centro Universitário UDF. Na cerimônia de abertura, a coordenadora do evento na cidade, Carine Elpidio, destacou o papel do evento de promoção de uma cultura de paz e na busca de soluções para problemas sociais por meio do engajamento de jovens.

O ministro-conselheiro da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, William Popp, lembrou que inovações da tecnologia espacial contribuíram para outros campos, como GPS e código de barras. O diplomata ressaltou a importância do projeto como forma de refletir sobre respostas aos problemas da sociedade atual.

“É importante trocar experiências na elaboração de soluções em relação aos desafios que nosso mundo enfrenta. Temos desafio enorme hoje em dia e precisamos de gente criativa e colaboradora para usar a tecnologia e as ideias para avançar como povo unido”, assinalou Popp.

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Expectativa

A estudante de design gráfico do Centro Universitário de Brasília Esther Cristina do Carmo Correa, de 18 anos, conta que a sua expectativa para o evento é o diálogo com outras equipes. “Creio que será muito divertido, pela interação com pessoas de outras escolas, para mostrar todo o conhecimento que adquirirmos em sala de aula”, comentou.

Na preparação para o evento em Brasília, o estudante universitário de Engenharia Mecatrônica Willian Youtaka, de 18 anos, relatava estar ansioso pelos desafios que seriam apresentados. “Tenho uma grande curiosidade para entender os projetos a serem abordados e conhecer um pouco mais essa área de mecatrônica”, disse.

Edição: Wellton Máximo

Fonte: EBC Educação
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Educação

MEC remaneja recursos próprios para recompor orçamento das federais

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O Ministério da Educação (MEC) remanejou recursos da própria pasta e das autarquias para recompor os orçamentos das universidades e institutos federais. Hoje (18), o MEC anunciou a liberação total dos recursos previstos para essas instituições de ensino em 2019. Parte deles estava bloqueada. 

Em nota, o MEC diz que os recursos são oriundos da própria pasta, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

“Os valores a serem empenhados por estas áreas só serão necessários no final de novembro, quando novos recursos serão descontingenciados”, diz a pasta, que não detalha a origem específica dos recursos realocados hoje. 

O ministério ressalta, no entanto, que os programas conduzidos pela pasta não serão prejudicados. “Todos os programas e ações da pasta serão executados de acordo com o cronograma estabelecido”, afirma. 

Ao todo, o MEC anunciou a liberação de cerca de R$ 1,1 bilhão para universidades e institutos federais. Deste total, as universidades receberão R$ 771 milhões. Os institutos, aproximadamente R$ 336 milhões.

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Bloqueio 

O bloqueio das verbas foi feito no início deste ano. As universidades tiveram, no total, um bloqueio de R$ 2,4 bilhões, o que representa, em média, 30% dos recursos discricionários. Esses recursos cobrem despesas de custeio como gastos com água, energia elétrica, aquisição de materiais de consumo e outras prestações de serviço.

No mês passado, com o descontingenciamento feito pelo Ministério da Economia, as instituições tiveram parte do orçamento recomposto, receberam R$ 1,156 bilhão. Além disso, foram feitas outras liberações pontuais pelo MEC.  Com o remanejamento anunciado hoje, o orçamento foi totalmente recomposto. 

A liberação agora possibilitará que as universidades tenham tempo para gastar os recursos este ano, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. “Não queríamos que as universidades falassem que o governo soltou [os recursos] nos últimos dias do ano e não tivemos competência para gastar [em tão pouco tempo]. Vamos fazer a gestão deste fluxo de caixa aqui no MEC mesmo”, disse em coletiva de imprensa concedida hoje. 

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Segundo ele, o bloqueio de recursos do orçamento do MEC e de outros ministérios, no início do ano, foi necessário para “sinalizar ao mercado uma série de compromissos com a responsabilidade fiscal, com a boa gestão e com a Reforma da Previdência”.

De acordo com o MEC, a pasta segue com aproximadamente R$ 2,9 bilhões contingenciados pelo governo federal.

“Não houve um descontingenciamento global do MEC”, explicou o secretário executivo do ministério, Paulo Vogel durante entrevista à imprensa. “Chegando próximo ao fim do ano, olhamos para o nível de execução do ministério e para as perspectivas econômicas. E conseguimos fazer este ajuste interno para liberar recursos de áreas que podemos ajustar mais perto do fim do ano.” 

Edição: Narjara Carvalho

Fonte: EBC Educação
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