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Tecnologia

Uber terá ‘selfie de segurança’ para passageiros que pagam em dinheiro

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Uber intruduz novos recursos para trazer segurança à plataforma
Giovanni Santa Rosa

Uber intruduz novos recursos para trazer segurança à plataforma

O Uber anunciou nesta segunda-feira (24) que irá introduzir um recurso a mais para segurança dos motoristas em corridas de passageiros que pagam em dinheiro, o USelfie. A medida obriga os clientes que não têm meios de pagamentos cadastrados na plataforma a fotografarem o rosto antes das corridas. A informação é do jornal Estadão. 

A foto será armazenada nos servidores da companhia para ficar à disposição das autoridades caso necessário. O motorista não terá acesso à fotografia, informou o Uber. 

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Na fase piloto, a foto será solicitada apenas para alguns usuários. A hipótese de usar biometria está descartada.

O USelfie será somado à checagem do CPF na base de dados da Serasa Experian e a verificação de RG e CNH

“Nossa intenção é continuar melhorando em segurança sempre. É um processo sem fim que nós estaremos sempre trabalhando para usar a tecnologia em nosso favor para garantir um uso seguro do aplicativo”, afirmou ao Estadão Silvia Penna, diretora geral do Uber.

Uma novidade no radar da empresa é o comprovante de status da viagem para motoristas e entregadores, que permite aos motoristas e entregadores a possibilidade de comprovar que estão realizando uma viagem para terceiro dentro do aplicativo em caso de blitz e em casos de entregas ou viagens em condomínios. 

Recentemente a empresa incluiu a integração do 190 ao aplicativo por meio do botão “ligar para a polícia”. 

Outra medida de segurança implementada foi a identificação ao motorista do destino final da viagem, além do valor e os dados de quem solicitou. 

Também existe o botão Checagem de Segurança, lançado no final de abril, que permite ao usuário ver suas ferramentas de segurança oferecidas durante as viagens, como a opção de compartilhar sua localização em tempo real com seus contatos.

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Instagram quer transformar em Reels todos os vídeos da rede social

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Instagram foca nos Reels para competir com TikTok
Unsplash/Kate Torline

Instagram foca nos Reels para competir com TikTok

O Instagram quer que todos os vídeos da plataforma sejam Reels. Para competir com o TikTok, a rede social da Meta tem planos de simplificar a publicação e visualização de vídeos curtos no aplicativo. Por enquanto, o recurso está em fase de testes, e apenas alguns usuários selecionados podem experimentar a função.

No Twitter, o consultor de mídias sociais Matt Navarra publicou uma foto que mostra o anúncio da novidade. A imagem diz que “publicações em vídeo agora são compartilhadas como Reels”. Isso significa que até mesmo gravações na horizontal serão classificadas como Reels de agora em diante.

O anúncio ainda indica que, se a conta do usuário for pública, qualquer pessoa pode encontrar os Reels pela ferramenta de busca. Assim, é possível utilizar o áudio do vídeo para criar outro Reels com a função de remix. O Instagram, contudo, oferece uma opção para mudar a privacidade dos conteúdos.

Se o perfil for configurado como privado, somente os seguidores irão conseguir ver os Reels. Nesse caso, nem mesmo os seguidores podem fazer remix dos vídeos, já que todos os conteúdos ficam privados.

Vale destacar que essa novidade do Instagram ainda está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral. A rede social ainda precisa lidar com algumas questões, como a conversão de vídeos gravados na horizontal em Reels.

Também não sabemos se a mudança irá afetar vídeos já publicados na plataforma. É importante lembrar que nem todos os testes do Instagram são lançados de forma definitiva, então é preciso aguardar os próximos passos da empresa.

Instragram quer competir com TikTok e YouTube

A Meta tem incentivado cada vez mais a publicação de Reels em suas redes sociais. No relatório financeiro do primeiro trimestre de 2022, a empresa destacou que os usuários do Instagram passam 20% do tempo assistindo aos vídeos curtos na plataforma.

O investimento em Reels é uma forma de competir com gigantes do mercado de redes sociais focadas em vídeos, como TikTok e YouTube. Desde o ano passado, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que a plataforma “deixou de ser um aplicativo de compartilhamento de fotos”, valorizando os vídeos.

Além disso, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que os Reels são o conteúdo do Facebook que mais cresce entre as plataformas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Tecnologia

Google oferece US$ 90 mi para encerrar ação movida por desenvolvedores

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Google paga desenvolvedores para encerrar processo
Unsplash/Kai Wenzel

Google paga desenvolvedores para encerrar processo

Nos Estados Unidos, o Google é alvo de uma ação coletiva que alega que pequenos desenvolvedores são prejudicados pela Play Store por conta de taxas altíssimas e falta de espaço para outros sistemas de pagamento. Deu resultado. A companhia concordou em pagar US$ 90 milhões para encerrar o processo e prometeu algumas concessões.

Esse é um filme que, provavelmente, você já assistiu. Não é de hoje que desenvolvedores reclamam das políticas da Google Play Store. A regra da discórdia é a que determina que a loja fique com até 30% do valor das compras ou assinaturas feitas a partir de apps distribuídos por ali.

A porcentagem é considerada muito alta, se não por todos, por boa parte dos desenvolvedores. Para piorar a situação, nenhum sistema de pagamentos externo (e mais barato) pode ser usado nos aplicativos distribuídos via Google Play Store.

Foi então que, em 2020, o escritório de advocacia Hagens Berman moveu uma ação coletiva contra o Google. O processo acusa a companhia de violar leis antitruste dos Estados Unidos. Isso teria sido feito por meio de contratos anticompetitivos e abusos estratégicos do domínio da loja, por exemplo.

Acordo de US$ 90 milhões e algumas mudanças

Para encerrar o processo, o Google concordou em desembolsar US$ 90 milhões em compensações. De acordo com o escritório Hagens Berman, estão aptos a receber parte do montante desenvolvedores dos Estados Unidos que registraram ganhos anuais inferiores a US$ 2 milhões entre 17 de agosto de 2016 e 31 de dezembro de 2021.

Estima-se que 48 mil desenvolvedores poderão ser indenizados. A compensação mínima será de US$ 250, mas alguns desenvolvedores poderão receber mais de US$ 200.000.

Para a maioria deles, provavelmente, as compensações terão apenas um efeito simbólico. As mudanças que o Google prometeu na esteira desse e de outros processos devem ser mais impactantes.

Uma delas é esta: o Google se comprometeu a cobrar uma comissão de até 15% (e não mais de 30%) sobre o primeiro US$ 1 milhão que um desenvolvedor faturar. A medida está em vigor desde 2021, mas a empresa promete manter essa política pelo menos até 2025.

A companhia também se comprometeu a revisar contratos para que os desenvolvedores possam usar informações de contato obtidas por meio dos apps. Assim, os usuários poderão receber ofertas mais vantajosas financeiramente sobre assinaturas ou compras em lojas rivais ou no site do desenvolvedor.

Além disso, o Google afirma que manterá algumas mudanças implementadas no Android 12 que facilitam o uso de outras lojas de aplicativos no sistema operacional.

Por fim, o Google se comprometeu a criar um “Indie Apps Corner”, ou seja, uma área na Play Store americana que promove aplicativos de destaque criados por desenvolvedores independentes ou pequenas startups. Note, porém, que o acordo carece de aprovação judicial para entrar em vigor.

Apple também fez acordo, mas de US$ 100 milhões

A Google Play Store não é o único alvo da Hagens Berman. O escritório também abriu um processo coletivo contra a Apple, por motivos semelhantes.

Em agosto de 2021, ambas as partes chegaram a um acordo para indenizar desenvolvedores com receita anual inferior a US$ 1 milhão na App Store. A Apple criou um fundo de US$ 100 milhões para isso e também prometeu algumas concessões aos desenvolvedores.

Mas essa história ainda está longe do capítulo final. Para ter uma ideia do que pode vir pela frente, Estados Unidos e União Europeia já consideram criar leis para tornar as plataformas da Apple e do Google mais abertas a lojas concorrentes ou a instalações de aplicativos por outros meios.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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