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Twitter demite em meio a risco de falha na venda da empresa para Musk

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Twitter demite 30% da equipe de recrutamento, com risco de venda da empresa para Musk não ser concluída
Bruno Ignacio

Twitter demite 30% da equipe de recrutamento, com risco de venda da empresa para Musk não ser concluída

O Twitter demitiu 30% dos funcionários de sua equipe de recrutamento em meio às negociações de compra da rede social pelo bilionário Elon Musk , que está sob risco de não ser concluída. Isso porque a equipe do empresário constatou que o número de contas falsas fornecido pela rede social ”não é verificável”, informou o jornal The Washington Post citando fontes a par do negócio.

A existência dessas contas de spam é um dos principais obstáculos para a conclusão do acordo de US$ 44 bilhões. De acordo com o Washington Post, a equipe de Musk parou de se envolver em algumas discussões sobre o financiamento de compra da rede social e deve se reposicionar em breve.

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As dúvidas da equipe de Musk sobre os números de spam indicam que eles acreditam que não têm informações suficientes para avaliar as perspectivas do Twitter como um negócio, disseram as fontes. Diante disso, espera-se que Musk tome medidas drásticas a respeito.

Twitter confirma demissões

Um porta-voz do Twitter confirmou as demissões, sem divulgar mais detalhes ou o número de empregados afetados, informa o Business Insider. Os funcionários demitidos receberão pacotes de indenização e a empresa “repriorizará o pessoal de recrutamento restante”. O Twitter havia anunciado anteriormente que interromperia a maioria das contratações em todas as divisões a empresa.

*Com agências internacionais

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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