conecte-se conosco


Internacional

Trump já doou dinheiro para campanhas da oponente de esquerda Kamala Harris

Publicado


source
Trump
Dougs Mills/Getty Images

Trump estava falando sobre o mercado de ações quando um agente do Serviço Secreto o interrompeu


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , e sua filha, Ivanka, doaram milhares de dólares para campanhas de Kamala Harris, escolhida como vice de Joe Biden na chapa democrata que disputará a Casa Branca , no início da década.


De acordo com a imprensa americana, Trump doou um total de US$ 6 mil para Harris em suas campanhas para se eleger procuradora-geral da Califórnia, cargo que ela ocupou entre 2011 e 2017. O magnata fez pelo menos duas contribuições, uma de US$ 5 mil, em setembro de 2011, e outra de US$ 1 mil, em fevereiro de 2013.

Já Ivanka doou US$ 2 mil para Harris em junho de 2014. Desde o anúncio da atual senadora como vice na chapa encabeçada por Biden , Trump tem se dedicado a atacá-la no Twitter e a definiu como representante da “esquerda radical”.

Aos 55 anos de idade, Harris é senadora pela Califórnia desde janeiro de 2017 e é considerada uma moderada dentro do Partido Democrata . Ela é filha de mãe indiana e pai jamaicano e chegou a se candidatar para as primárias, mas desistiu ainda antes do início da disputa, declarando apoio a Biden.

“Estamos em uma batalha pela alma desta nação. Mas, juntos, podemos vencer essa batalha”, escreveu Harris no Twitter nesta quarta-feira (12). Já Trump disse na mesma rede social que a senadora é uma “oponente dos sonhos”, uma vez que parecia uma forte candidata nas primárias, mas acabou “terminando fraca”.

Fonte: IG Mundo

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Internacional

Desaparecida há dois anos, mulher é resgatada viva do mar; veja

Publicado


source
mulher no mar, com uma boia, desacordada
Rolando Visbal Lux/Newsflash

A mulher de 46 anos foi encontrada viva por pescadores

Uma mulher de 46 anos que estava desaparecida há dois anos foi  resgatada viva do mar por um pescador, na Colômbia. O corpo estava a cerca de 2,5 quilômetros da costa.

De acordo com as autoridades do país, Angelica Gaitán estava com hipotermia e muito debilitada, após ficar cerca de oito horas no mar. A vítima chegou ao hospital da cidade em estado de choque.

O pescador Rolando Visbal, contou a uma rádio colombiana que, inicialmente, pensou que tivesse avistado um tronco de árvore, e só percebeu que se tratava de Angelica quando viu o corpo dela se mexer.


Segundo a própria vítima, ela não tem contato com a família, que a considerava desaparecida há dois anos. Em entrevista à rádio RCN, Angelica disse que se jogou no mar com a intenção de tirar a própria vida, na tentativa de escapar dos abusos físicos e psicológicos que sofria do ex-marido, com quem viveu por 20 anos. “As agressões começaram na minha primeira gravidez, ele me batia e era violento”, contou Angelica. 

A mulher relata que no dia que decidiu deixar a casa em que morava com o ex-marido, em setembro de 2018, ele quebrou os ossos de sua face e tentou a matar: “Graças a Deus consegui escapar”, disse. “Fiquei vagando pelas ruas por quase 6 meses, depois fui buscar ajuda e me mandaram para um abrigo”, explicou.

Porém, segundo a vítima, ela foi informada na última sexta-feira (25) de que a medida protetiva contra o homem havia perdido a validade e que ela deveria sair do abrigo que estava, em Barranquilla. Foi quando decidiu se jogar no mar.

Assim que soube do resgate de Angelica, a família entrou em contato com ela. “Eu renasci”, disse ela.

Fonte: IG Mundo

Continue lendo

Internacional

Nove em 10 pacientes curados da covid-19 apresentam efeitos colaterais

Publicado


Nove em cada dez pacientes com novo coronavírus relataram ter experimentado efeitos colaterais como fadiga, perda do olfato ou paladar e distúrbios psicológicos depois de se recuperarem da doença, de acordo com um estudo preliminar sul-coreano.

A pesquisa ocorre no momento em que o número global de mortes pela covid-19 ultrapassou 1 milhão nesta terça-feira (29), um marco sombrio em uma pandemia que devastou a economia global, sobrecarregou os sistemas de saúde e mudou a maneira como as pessoas vivem.

Em uma pesquisa online com 965 pacientes recuperados da infecção, 879 pessoas, o equivalente a 91,1%, responderam que estavam sofrendo pelo menos um efeito colateral da doença, disse Kwon Jun-wook, autoridade da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA).

A fadiga foi o efeito colateral mais comum, registrado em 26,2% dos participantes da pesquisa, seguido pela dificuldade de concentração, que se manifestou em 24,6% das pessoas, disse Kwon.

Outros efeitos colaterais incluíram efeitos psicológicos ou mentais e perda do paladar ou do olfato.

Kim Shin-woo, professor de medicina interna da Escola de Medicina da Universidade Nacional Kyungpook em Daegu, buscou comentários de 5.762 pacientes recuperados na Coreia do Sul e 16,7% deles participaram da pesquisa, afirmou Kwon.

Embora a consulta tenha sido feita online por enquanto, o pesquisador-líder Kim publicará em breve o estudo com uma análise detalhada, disse ele.

A Coreia do Sul também está conduzindo para o próximo ano um estudo separado com cerca de 16 organizações médicas sobre complicações potenciais da doença por meio de uma análise detalhada envolvendo tomografias em pacientes recuperados, disse Kwon em coletiva de imprensa.

O país registrou 38 novas infecções até a meia-noite de segunda-feira (28), elevando a contagem nacional para 23.699 casos, com 407 mortes.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana