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“Trump está desconectado da realidade”, diz autor de livro

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Em “O Cerco – Trump Sob Fogo Cruzado”, Michael Wolff continua seu relato do governo de Donald Trump, iniciado com o polêmico “Fogo e Fúria”, que narra os primeiros cem dias do magnata republicano na Casa Branca. Assim como o primeiro,  “O Cerco” recebeu uma série de críticas do governo, por apresentar um retrato de uma Presidência caótica e desgovernada, na qual a imprevisibilidade de Trump é o motor do governo.

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Michael Wolff
Reprodução/Youtube

Michael Wolff


Em entrevista, Michael Wolff fala sobre o governo de Donald Trump e afirma que ele “aprendeu que quanto mais apostar em sua desconexão da realidade, mais seguro ele estará”.

Em “Fogo e Fúria”, o senhor apresenta um Trump que não está realmente interessado em se tornar presidente, e que se vê sem saber o que fazer uma vez que chega à Presidência. O que mudou de lá pra cá? Quem é o Trump retratado em “O Cerco”?

 Acho que o Trump de ‘Fogo e Fúria’ era alguém no meio do caos, e o de ‘O Cerco’ é alguém que enfrenta, quase que diariamente, um colapso. De certa forma, esse livro é uma espécie de contra narrativa, porque a narrativa oficial é a de que Trump é um homem forte, um divisor de águas, alguém que estaria acima do alcance de todos. Mas acho que isso está errado, é uma narrativa criada pela mídia. Acredito que o exato oposto é verdade, e esse é o retrato que faço em ‘O Cerco’: o de um homem cada vez mais solitário.

A primeira leva de nomes do governo Trump já se foi, e a segunda também. O que ele tem agora na Casa Branca são assessores menores alçados a posições mais importantes, além de sua filha e seu genro. Mesmo essa Casa Branca atual está cada vez mais sendo forçada a lidar com um presidente que vive exclusivamente para o agora, e cada vez mais distante da realidade, alguém que talvez tenha menos noção do mundo político do que tinha na época de “Fogo e Fúria”.

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Como os novos nomes do governo respondem ao estilo peculiar de Trump? Ele conseguiu alterar a maneira como Washington atua? A capital será a mesma depois que ele se for?

Não tenho certeza se ele alterou a estrutura política da cidade, mas sempre vi seu governo como uma aberração. Não acho que exista um ‘estilo Trump’ de política, porque ele é uma figura como nenhuma outra; e também não concordo com a narrativa dominante que vê nele uma raposa, na qual a aparente loucura na verdade mascara uma estratégia complexa. Acho que ele é simplesmente maluco”, critica.

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A estrutura de Washington, de alguma forma, consegue driblar essa loucura e tenta se aproveitar desse cenário, mas acho que pouquíssimas pessoas na capital têm alguma ilusão quanto a isso. Ele deixa bastante claro quem é, e isso cria um estranho cenário no qual o sentimento geral é o de que ele é ‘algo que vai passar’, e que ‘é melhor não confrontá-lo’, porque esse é o ponto em que as coisas realmente poderiam ficar perigosas.

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No livro, o senhor cita diversas ocasiões em que Trump não apenas mentiu, mas sustentou mentiras sem nenhuma aparente preocupação com as consequências. Isso é uma tática premeditada ou ele simplesmente está desconectado da realidade?

Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump


De novo, isso nada mais é que Trump tentando ver até onde pode ir até ser pego, apostando em mentiras absurdas. Acho que tudo parte do fato de que ele está, de fato, desconectado da realidade, mas ao mesmo tempo, ele aprendeu que quanto mais apostar em sua desconexão da realidade, mais seguro ele estará.

Toda essa questão com as tarifas impostas ao México é um bom exemplo: ele anuncia essas tarifas crescentes, tiradas de sua cabeça, como um agiota, e ninguém estava preparado para isso, nem seu Gabinete, nem a liderança republicana, nem a própria economia americana. Logo, era algo que nunca aconteceria, e ele se viu obrigado a voltar atrás, mas a maneira como voltou atrás foi, na verdade, indo adiante: mentindo sobre um suposto acordo secreto com os mexicanos e portanto não implementando as tarifas.

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Ainda assim, Trump consegue — para uma boa parte do eleitorado americano — se colocar como a vítima de uma caça às bruxas e de uma perseguição por parte da imprensa…

Sim, mas o que parece ser a vantagem de Trump acaba na verdade sendo sua desvantagem. Ele representa uma porcentagem dos eleitores americanos, mas essa porcentagem nunca aumenta. E se ela não aumenta, ele não conseguirá se reeleger. Mas ele continua a convencer algumas pessoas repetindo suas mentiras, mas isso não se traduz numa expansão de sua base, e sim num fortalecimento da oposição a ele.

Uma passagem da obra destaca que Michael Cohen — ex-advogado de Trump — se viu em determinado momento competindo pela atenção de Trump e era visto como um risco pelos funcionários do governo. Quais foram os impactos dessa busca de atenção de Cohen sobre o governo?

Acho que houve bastante impacto. O testemunho de Michael Cohen foi bastante nocivo e ele é uma das pessoas que pode oferecer um janela bastante confiável sobre o tipo de pessoa que Donald Trump é. Ele estava numa busca incessante pela atenção e aprovação de Trump, que é alguém que se cerca de pessoas assim.

 Na narrativa há comparações entre Mueller e Ken Starr, que obrigou o então presidente Bill Clinton a depor sobre seu relacionamento com Monica Lewinsky. Se Mueller fosse um procurador independente como Starr, Trump poderia ter sido indiciado?

Havia uma estrutura diferente ali, e não era possível demitir o procurador independente, mas também acho que o resultado que temos é fruto do tipo de pessoa que Robert Mueller é. Um outro tipo de procurador talvez estivesse mais disposto a correr riscos maiores. Foi como Steve Bannon disse: ‘Não se deve colocar um fuzileiro naval para fazer o trabalho de um assassino de aluguel.

As últimas palavras da obra dizem que a “escapada” de Trump, por assim dizer, “seria breve”. Como o senhor vê o futuro do governo Trump?

Eu evito fazer previsões. Não é o que tentei fazer e já há muitas pessoas fazendo previsões. O que quis foi reportar o que vi e ouvi. Não sei o que vai acontecer, mas pelo que vi até agora, a impressão que tenho é a de que esse governo de Donald Trump é um trem descarrilhado que vai bater num muro em algum momento”, encerra Michael Wolff.

Fonte: IG Gente
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Foto seminua de bailarina com marido é excluída do Instagram: “Gordofobia”

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Thais Carla, ex-dançarina de Anitta, usou o Instagram para lamentar um caso que considerou ser “gordofobia velada”. No Dia dos Namorados, ela postou uma foto em que aparece seminua com o marido, Israel.

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Thais Carla
Reprodução/Instagram

Thais Carla e o marido, Israel


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Recentemente, Thais Carla percebeu que a imagem havia sido deletada. “Hoje acordei triste. Fui entrar em meu Instagram e simplesmente minha foto maravilhosa do Dia dos Namorados sumiu. Eu estou muito triste. De verdade, eu amei aquela foto e acho que ela não tem nada de mais. Mas sabe como as pessoas são. Elas fazem de tudo para prejudicar as pessoas que estão felizes”, iniciou.

Thais relembrou que famosos como Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso e Gracyanne Barbosa e Belo também postaram fotos seminus e não tiveram as imagens excluídas.

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“Tem muitas fotos que eu me inspirei. Me inspirei na do Bruno Gagliasso para fazer a foto que fiz com o Israel. E está lá, ele segurando o peito dela. A Gracyanne e o Belo também. E as fotos deles estão lá, não estão sendo excluídas. Por que será que a minha foi excluída? Por que será que só a da gorda foi excluída? Eu não quero acreditar nisso, mas será que só porque: ‘ai, muito fora do padrão, vamos fazer eles excluírem essa foto?”, perguntou Thais Carla .

Fonte: IG Gente
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Taylor Swift e Katy Perry se abraçam e selam a paz em novo clipe

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Bandeira branca, amor! Katy Perry e Taylor Swift, que já tinham feito as pazes publicamente, reforçaram que tudo está bem entre elas ao aparecerem abraçadas no clipe de You Need to Calm Down . A música é de Swift e, ao surgirem como hambúrguer e batata frita, a popstar dá a entender que uma completa a outra, acabando com a história de rivalidade entre cantoras. 

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Taylor Swift e Katy Perry
Reprodução/Youtube

Taylor Swift e Katy Perry


Outras celebridades também dão as caras no vídeo de You Need to Calm Down , de Taylor Swift , como Ellen Degeneres, Adam Lambert, Rupaul, Ryan Reynolds, entre outros. Em seu Instagram, a loira avisou que convidou alguns amigos.

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“Os co-protagonistas do meu clipe são maravilhosos. Vamos comemorar esse vídeo apoiando o trabalho deles e os seguindo para dar visibilidade a eles. Eu sou muito grata a todo mundo que abriu mão do próprio tempo para transformar este clipe em algo tão divertido”, escreveu.

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Momentos de calmaria começaram a dar sinais quando Katy Perry , em maio de 2018, enviou um raminho de oliveira e uma carta para Taylor no dia que a dona de Bad Blood estreou a sua turnê. No texto era possível ler o desejo de conversar sobre erros de comunicação. A loira agradeceu ao presente dizendo “isso significa muito para mim”.

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Mas o marco final veio oficialmente em junho de 2019 quando Katy publicou uma foto no Instagram de um prato cheio de cookies com a legenda: “Enfim, paz” e marcando Taylor Swift . A celebridade comentou com vários corações. Treze, para ser mais exato, o número da sorte dela.

Fonte: IG Gente
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