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Internacional

Trump diz que está pronto para lidar com "surpresa" norte-coreana

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O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os Estados Unidos (EUA) vão conseguir lidar com qualquer surpresa da Coreia do Norte.

Em conversa com repórteres, em seu resort na Flórida nessa terça-feira, Trump se referiu às recentes ameaças de Pyongyang. O presidente americano disse: “Vamos ver o que vai acontecer. Eu vou lidar com as coisas conforme ocorrerem”. Ele também afirmou que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, pode enviar “um belo vaso, em vez de um teste de míssil”.

A Coreia do Norte estabeleceu unilateralmente o fim do ano como prazo para que os EUA suspendam sanções e façam outras concessões nas negociações sobre desnuclearização. Pyongyang alertou que depende apenas de Washington o tipo de “presente de Natal” que vai receber.

Trump havia sugerido anteriormente que os EUA poderiam utilizar força militar contra a Coreia do Norte.

John Bolton

O ex-conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos John Bolton disse que é provável que o governo Trump tenha que admitir publicamente que sua política para a Coreia do Norte foi um grande fracasso.

No último domingo (22), o site de notícias Axios publicou entrevista com Bolton, que foi demitido pelo presidente Trump em setembro. O ex-conselheiro disse que não acredita que o governo Trump “realmente esteja falando sério” quando o próprio presidente ou outras autoridades prometem impedir a Coreia do Norte de ter armas nucleares. Bolton disse ainda que a impressão de que os Estados Unidos estariam pressionando a Coreia do Norte o máximo possível infelizmente não é verdade.

O ex-conselheiro criticou Trump por ter declarado não estar preocupado com os testes de mísseis de curto alcance feitos pela Coreia do Norte. Segundo Bolton, esta declaração é passível de ser interpretada como um sinal de que o presidente não está preocupado com o risco em potencial que esses testes representam para o Japão e a Coreia do Sul, aliados dos EUA, ou para as tropas americanas posicionadas na região.

John Bolton disse que caso o líder norte-coreano, Kim Jong-un, cumpra sua ameaça de dar aos Estados Unidos um “presente de Natal”, a Casa Branca deve admitir que errou em sua abordagem com a Coreia do Norte.

*Emissora pública de televisão do Japão

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Internacional

Brasil passa a Espanha no número de mortes pela Covid-19

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Jovem com máscara contra o coronavírus
Pixabay/Orna Wachman

Nos casos confirmados da Covid-19 o Brasil está atrás somente dos Estados Unidos

O Brasil passou a Espanha nesta sexta-feira (29) no número de mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), chegando à marca de 27.276 registros de óbitos desde o início da pandemia da Covid-19 . Já o casos confirmados da doença são mais de 450 mil. Os dados são das secretarias estaduais de saúde.

No ranking mundial da plataforma nCoV2019.live, que mede o avanço do coronavírus, a Espanha aparece com 27.121 mortes o que faz o Brasil ficar atrás apenas de Estados Unidos (104.135), Reino Unido (38.161), Itália (33.229) e França (28.714).

Leia também: Trump anuncia rompimento com a Organização Mundial da Saúde

No caso da França, devido à proximidade com o Brasil, ela deve ser ultrapassada neste sábado levando em consideração a tendência de alta dos dois países. Enquanto o Brasil tem registrado mil novos registros por dia, a França tem permanecido em uma quantidade diária menor do que 100.

O Brasil é o segundo país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás dos Estados Unidos.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Trump anuncia rompimento dos Estados Unidos com a OMS

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (29) que está encerrando o relacionamento dos EUA com a Organização Mundial da Saúde (OMS), alegando que a agência se tornou essencialmente uma organização fantoche da China e criticando sua atuação durante a pandemia de coronavírus.

No Jardim das Rosas da Casa Branca, Trump ratificou as ameaças repetidas de eliminar o financiamento norte-americano para a OMS, que chega a centenas de milhões de dólares por ano.

Trump disse que a OMS falhou em fazer reformas na organização exigidas por ele no início deste mês. Ele afirmou que as autoridades chinesas “ignoraram suas obrigações de comunicação” sobre o vírus à OMS e pressionaram a OMS a “enganar o mundo” quando o vírus foi descoberto pelas autoridades chinesas.

“A China tem controle total sobre a Organização Mundial da Saúde, apesar de pagar apenas US$ 40 milhões por ano, em comparação com os cerca de US$ 450 milhões por ano que os Estados Unidos estão pagando. Nós detalhamos as reformas que ela deveria fazer e nos engajamos diretamente, mas eles se recusaram a agir”, disse Trump.

“Como eles falharam em fazer as reformas solicitadas e muito necessárias, hoje encerraremos nosso relacionamento com a Organização Mundial da Saúde e redirecionaremos esses recursos para outros em todo o mundo.”

Há muito tempo que Trump questiona a Organização das Nações Unidas (ONU) e despreza a importância do multilateralismo ao se concentrar em uma agenda chamada “America First”. Desde que assumiu o cargo, Trump deixou o Conselho de Direitos Humanos da ONU, a agência cultural da ONU, a Unesco, um acordo global para combater as mudanças climáticas e o acordo nuclear do Irã.

A Organização Mundial da Saúde é uma agência especializada da ONU – um organismo internacional independente que trabalha com as Nações Unidas. A OMS e um porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, ainda não responderam ao um pedido de comentário sobre a decisão de Trump.

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