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TRIGO/CEPEA: Ritmo de negócios está lento e preços recuam no Sul do País

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Cepea, 15/10/2019 – As negociações domésticas de trigo em grão seguem em ritmo lento. Segundo colaboradores do Cepea, produtores estão atentos às colheitas no Paraná e no Rio Grande do Sul, bem como ao clima no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. A disparidade entre os preços ofertados por compradores e os pedidos por vendedores também reduziu a liquidez no mercado interno. Quanto aos preços, o início da colheita no Rio Grande do Sul pressionou os valores do cereal; no Paraná, a queda foi menos acentuada, visto que previsões de uma significativa perda na produção do estado levou vendedores a priorizar o cumprimento de contratos. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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Novos adidos agrícolas assumem missão no exterior

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Os novos adidos agrícolas começaram a tomar posse nas representações diplomáticas brasileiras no exterior. Antes de iniciarem a missão, os nove adidos foram recebidos pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) quando  foram orientados. 

“A orientação da ministra é que eles mergulhem de cabeça nessa experiência e que possam engrandecer a missão de levar nosso agronegócio para o mundo e diversificar a pauta exportadora”, relata o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, Flávio Bettarello, sobre o encontro da ministra com os adidos no último dia 8 deste mês.

Um dos papeis do adido é identificar as oportunidades, os desafios e as possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro. “Com base nessa vivência em campo, na qual eles estão naturalmente engajados com as autoridades locais, com o setor privado local, no acompanhamento da imprensa, da Academia, eles poderão auxiliar a identificar uma estratégia que seja coerente no curto, médio e longo prazo para cada país, para cada mercado específico”.

Bettarello destaca que há mercados em que o esforço maior consiste na superação de barreiras sanitárias e fitossanitárias; em outros, há maior necessidade de iniciativas de promoção de comércio e investimentos, tais como participação em feiras internacionais e organização de road shows. Por fim,  em alguns países, o desafio é trabalhar a imagem da agricultura brasileira junto com a sustentabilidade ambiental. O adido agrícola deve contribuir para o diagnóstico adequado dos problemas e para a busca de soluções.

O secretário-adjunto destaca que o Ministério trabalha para harmonizar a política agrícola doméstica com a internacional. “Nós olhamos para fora, mas com os pés fincados no campo. Não adianta abrir um mercado que a gente não tenha condições de atender ou um mercado onde serão necessárias muitas adequações.”

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No caso da China, por exemplo, buscaram-se oportunidades para o melão, que é uma fruta economicamente importante para a Região Nordeste. No Peru, pela proximidade geográfica com o Acre, o interesse é incrementar as vendas de carne suína.

Outro exemplo é a Tailândia, onde a pauta exportadora brasileira está concentrada na soja. “Nosso esforço agora é diversificar essa pauta, inserindo nela outros produtos. Já fizemos algo importante que foi a reciclagem animal; subprodutos sendo usados como insumos para a indústria deles. Estamos em processo de negociação sobre a carne bovina.” Para o êxito das tratativas, busca-se conciliar interesses dos dois países envolvidos. “A Tailândia gostaria de investir mais em agricultura familiar e nós temos expertise nessa matéria.”

Novos adidos

Em janeiro e fevereiro deste ano, os novos adidos agrícolas se apresentarão nos seguintes países: China, Reino Unido, Singapura, Itália (sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO), Rússia, Estados Unidos, Japão, Bélgica (sede da Comissão Europeia) e Peru.

Os decretos de designação foram assinados pelo presidente Jair Bolsonaro e publicados no Diário Oficial da União do dia 26 de dezembro de 2019.

Na mesma edição do DOU, também foram publicados os decretos de recondução, por mais dois anos, dos adidos agrícolas nas representações diplomáticas brasileiras na Arábia Saudita, África do Sul, Argentina, China, Índia, Coreia do Sul, no México, na Tailândia e no Vietnã.

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Em 2021, outros seis adidos poderão ser reconduzidos – que exercem missão nas representações no Canadá, na Colômbia, no Egito, na Indonésia, no Marrocos e na Bélgica.

Relação dos Adidos Agrícolas – 2020

Posto

País

Adido

Pretória África do Sul Jesulindo Nery de Souza Junior
Riade Arábia Saudita Marcel Moreira Pinto
Buenos Aires Argentina Priscila Rech Moser Pinto
Bruxelas Bélgica – União Europeia Guilherme Costa
Bernardo Todeschini
Ottawa Canadá  Luciana Pimenta Ambrozecivius
Pequim China Jean Carlo Cury Manfredini 
 Fábio Coelho
Bogotá Colômbia Marcus Vinicius Segurado Coelho
Seul Coreia do Sul Gutemberg Barone de Araújo Nojosa
Cairo Egito  César Simas Teles
Washington Estados Unidos Filipe Guerra Lopes Sathler
Nova Delhi Índia Dalci de Jesus Bagolin
Jarcarta Indonésia Gustavo Bracale
Tóquio Japão Ricardo Ossamu Maehara
Rabat Marrocos Nilson César Castanheira Guimarães
Cidade do México México Bivanilda Almeida Tápias
Moscou Rússia Rafael Guimarães Requião
Banguecoque Tailândia Maria Eduarda de Serra Machado
Hanói Vietnã Tiago Charão de Oliveira
Roma Itália – FAO Leonardo Werlang Isolan
Lima Peru Ângela Pimenta Peres
Londres Reino Unido Luis Augusto Billi
Singapura Singapura Leandro dos Santos Antunes

Informações à imprensa
Inez de Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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FRANGO/CEPEA: Volume de exportação em dezembro é o maior de 2019

Publicado

Cepea, 17/01/2020 – Os embarques totais de carne de frango (considerando-se produtos in natura e industrializados) totalizaram 391,9 mil toneladas em dezembro, o maior volume de 2019, segundo dados da Secex. A elevação dos envios ao Japão, à China e à Arábia Saudita justifica o avanço das exportações totais. No mercado interno, segundo pesquisadores do Cepea, os preços do frango inteiro tiveram comportamentos distintos dentre as regiões acompanhadas. Em Toledo (PR), uma das principais praças exportadoras, o ritmo intenso de embarques favoreceu a liquidez e impulsionou as cotações. Já na Grande São Paulo, região mais dependente do consumo doméstico, agentes optaram por reduzir os preços, a fim de escoar os estoques. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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