conecte-se conosco


Política MT

TRF-1 cita fim de instrução penal e manda suspender medidas cautelares contra ex-secretário Eder Moraes

Publicado

Pré-candidato a deputado estadual, Eder Moraes fica livre do uso de tornozeleira eletrônica ou de ter que ser apresentar periodicamente à Justiça

Uma decisão publicada nesta segunda-feira (25) e assinada pelo Desembargador Federal Ney Bello, do Primeiro Tribunal Regional Federal (TRF-1) determina a revogação das medidas cautelares contra o ex-secretário de Fazenda e da Secopa de Mato Grosso, o economista Eder Moraes. Na prática Eder fica livre de qualquer restrição de liberdade (como horário para estar em casa, por exemplo) e fica livre da tornozeleira eletrônica ou de ter que ser apresentar periodicamente à Justiça. Fica livre também para viajar e realizar reuniões noturnas, por exemplo, já que é pré-candidato a deputado estadual pelo PV.

Na decisão o desembargador diz que “não há notícia nos presentes autos, ou na ação penal, da prática de novos crimes supostamente cometidos pelo acusado, sendo que a instrução penal se encerrou”. Diz ainda: “assim não há indícios até o momento de que o acusado pretenda se furtar à aplicação da Lei Penal”.

O magistrado finaliza a decisão dizendo que “ante o exposto, defiro o pedido do réu Eder de Moraes Dias para revogar as medidas cautelares impostas”.

A decisão deverá ser cumprida imediatamente após a notificação das partes e do Ministério Público Federal (MPF).

Confiança em Deus

Eder cumpre medidas cautelares há mais de quatro anos e nunca descumpriu as determinações da cautelar. Moraes afirmou após a decisão que “sempre confiei na Justiça, mas primeiramente em Deus. Este tempo todo orando e Deus, pedindo a Deus, porque eu tenho a minha verdade”. O ex-secretário finaliza ainda citando um verso bíblico “Esperai com paciênca no Senhor e no mais ele tudo fará; eu esperei com paciência no Senhor, e ele fez”.

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política MT

Médica diz que pedirá votos para Mauro, mas descarta apoio a Wellington ou Neri: “Eles não me representam”

Publicado

Fora da disputa ao Senado, Natasha Slhessarenko ainda revelou voto na chapa Lula-Alckim para a presidência

Após anunciar o recuo da disputa ao Senado, a médica e professora universitária Natasha Slhessarenko (PSB) confirmou que vai pedir votos para o governador Mauro Mendes (UB), candidato majoritário escolhido pelo PSB para compor aliança, e para a chapa presidencial Lula/Alckmin, visto que o vice pertence à sigla. Ao ser questionada, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), como se posicionaria para o Senado, Natasha foi enfática ao dizer que nenhum dos candidatos colocados a representam. Diante disso, não fará campanha para Wellington Fagundes (PL), que integra o grupo liderado por Mauro Mendes.

“Para senador, não voto em nenhum, porque nenhum deles me representa”, disparou. “Eu não sou mais candidata e isso me dói muito. Minha maior tristeza é dia 2 de outubro o eleitor ter que escolher entre os que estão aí. Queria estar lá para disputar, para ser um nome diferente, uma opção para a população”, completou.

Natasha explicou que não declarou apoio à chapa Lula/Alckmin antes porque estava sentindo o comportamento da federação em Mato Grosso. “Eu precisava sentir um pouco daqui. Nunca consegui ter aproximação com a federação, apesar de ter tentado, ter conversado com várias pessoas do PT, do PV, na tentativa de estar próxima da federação, dentro da lógica de estar mais alinhada à nacional, mas isso nunca foi possível. É tão duro você enquanto candidata abraçar sem ser abraçada. Por que eu iria assumir se eu não seria a candidata dele?”, argumentou.

A médica afirmou que esperava ter sido a escolhida para ser a majoritária da federação em Mato Grosso, levando em consideração a lógica, uma vez que nacionalmente o PSB caminha com a federação.  “Só que dentro da política a lógica não é uma premissa”, asseverou.

Apesar de ter musculatura para disputar uma vaga proporcional, seja ela para a Assembleia Legislativa ou Câmara Federal, Natasha ponderou que seria desleal com todos os pré-candidatos e pré-candidatas com quem esteve no decorrer da pré-campanha. Por isso, decidiu não disputar qualquer cargo nas eleições deste ano.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, acentuou que a candidatura de Natasha fortaleceria o partido, mas entende o posicionamento da médica. “É da minha essência. Eu tinha combinado com todas as pessoas na pré-campanha. Eu entrei na casa delas, falei com familiares, amigos. Seria desleal e antiético. Para mim não é demérito algum, daqui a dois anos posso sair vereadora, mas a questão é o compromisso. Tenho valores arraigados. Eu fui dentro da casa das pessoas, me apresentei. De repente vou retroceder e concorrer com aquela pessoa que estava ali”, explicou.

Já para disputar a federal, Natasha teria que retirar a sua mãe da chapa, a ex-senadora Serys Slhessarenko, possibilidade fora de cogitação, uma vez que Serys atendeu a uma convocação do partido.

 

Continue lendo

Política MT

Deputado federal Dr. Leonardo critica planos de saúde e defende derrubada do rol taxativo

Publicado

Em entrevista concedida ao jornalista Carlos Alexandre de Souza, editor de política do jornal Correio Braziliense, o deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) falou sobre a luta para a derrubada, na Câmara Federal, do chamado Rol Taxativo.
A matéria passou pela Câmara e agora vai para a análise do Senado. Caso seja novamente aprovada, a medida irá beneficiar muitas famílias brasileiras que lutam para que determinados tratamentos médicos, para doenças raras ou graves, sejam plenamente atendidos pelos planos de saúde.
Médico de profissão e pai de um filho autista, o deputado Dr. Leonardo acompanha de perto o drama das famílias brasileiras, que ficaram consternadas com a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que liberou os planos de saúde da obrigatoriedade de cobrirem alguns tipos de tratamentos ou medicações.
“Isso é um absurdo! Até porque o rol taxativo mata”, declarou o deputado Dr. Leonardo, que é o coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. Ele destacou a luta das famílias contra os planos que se recusaram a cobrir o tratamento de doenças que não estão na lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“Houve uma movimentação muito grande dos pais e mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o meu filho é autista também, porque os planos passaram a se recusar principalmente algumas terapias, porque é multifatorial este tipo de tratamento”, explicou o deputado.
“Queremos a derrubada do rol taxativo que foi aprovado pelo STJ, e defendemos o rol exemplificativo que garantirá sempre o melhor tratamento para o paciente”, disse o deputado, ressaltando que a decisão do Congresso poderá possibilitar a continuidade de tratamentos de saúde que poderiam ser excluídos da cobertura dos planos particulares.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana