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Transição capilar: volte ao cabelo natural como Aline Riscado e cuide dos seus cachos

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Transição capilar: volte ao cabelo natural como Aline Riscado e cuide dos seus cachos
Reprodução: Alto Astral

Transição capilar: volte ao cabelo natural como Aline Riscado e cuide dos seus cachos

Na última terça-feira (12), Aline Riscado (agora Aline Campos), surpreendeu seus seguidores com as mudanças de nome e visual. A modelo cortou as madeixas na altura dos ombros e aderiu aos fios naturais, abandonando o estilo liso que a consagrou e assumindo suas ondas. Essa transformação é conhecida como transição capilar , ou seja, a regressão para o cabelo de origem, sem intervenções químicas.

Esse processo de beleza vai muito além das modificações capilares: ele também é adotado como uma maneira de aceitação da aparência e autoestima. Por essa razão, temos visto muitas famosas dando adeus aos alisamentos: além de Aline, engrossam a lista as atrizes Maisa, Juliana Paes, Kéfera e Bruna Marquezine.

Outro fator que impulsionou as buscas pela transição capilar na internet foi a pandemia. Longe dos salões, muitas mulheres abandonaram as progressivas e passaram a exibir o cabelo cacheado, crespo e ondulado — e amaram! Se você, assim como elas, também está querendo passar por essa transformação, não deixe de ler nossas dicas para iniciar o processo e manter os fios saudáveis!

O primeiro passo é a decisão

“Estar decidida sobre a transição é a largada para esse processo que terá altos e baixos, mas será muito recompensador”, enfatiza o hairstylist Luigi Moretto. Ele reforça que qualquer química deve ser deixada de lado a partir desse momento.

Cuidados essenciais

Segundo o profissional, é difícil definir um tempo para que a cabeleira volte à sua forma de origem, porque isso é relativo para cada pessoa. Entretanto, ele dá uma média de um ano para as madeixas mais curtas e até três anos para as mais longas, reforçando a importância de não submeter os fios a procedimentos mais pesados durante esse tempo. É bom evitar mechas muito claras, por exemplo, e vale apostar em cuidados adequados durante todo o período.

“O mais importante é manter sempre o cabelo bem nutrido, inserir a umectação na rotina para resgatar os nutrientes dos fios e domá-los, seguir um cronograma capilar de nutrição, hidratação e restauração, usar finalizadores e cortar as pontas a cada três meses”, orienta Luigi.

Os cachos apareceram? É hora de cuidar!

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Com o abandono dos alisamentos e uma nova raiz nascendo, os cachos e ondas começam a surgir, indicando que a transformação está dando certo. Quando isso acontece, é imprescindível saber como tratar esses novos e especiais cabelos! Por isso, além de continuar seguindo o cronograma e hidratar os fios, outras medidas são essenciais.

Segundo a tricologista Viviane Coutinho, alguns passos simples podem ajudar a definir, tratar e manter os cachinhos deslumbrantes. “Quem tem cabelos cacheados sabe que há uma busca constante por definição e, ao mesmo tempo, um desejo por fios com movimento, brilho e leveza. Apesar de parecer uma missão difícil, alguns produtos e técnicas trazem esse resultado”, compartilha. Veja as dicas:

1. Corte em camadas

A especialista explica que cortar as madeixas em camadas ajudará no desenho dos cachos, além de contribuir na redução de peso dos fios, deixando-os mais leves, firmes e volumosos.

2. Ativador de cachos

Viviane salienta que o ativador de cachos é um produto obrigatório para as cacheadas. Além de modelar, ele auxilia no combate ao frizz. Para usá-lo, é preciso estar com as madeixas limpas e úmidas e aplicá-lo mecha por mecha.

3. Fitagem

“É uma das técnicas com o maior poder de potencializar o formato dos cachos sem precisar usar ferramentas de calor, como secador e babyliss. Após a lavagem, com o cabelo ainda úmido, divida os fios em quatro partes, duas na frente da cabeça e duas atrás. Hidrate generosamente cada mecha com creme e desça pelo comprimento, desembaraçando-o. Depois, amasse-os de baixo para cima” recomenda a tricologista.

Fontes: Luigi Moretti, hairstylist, e Viviane Coutinho, tricologista e docente da Academia Brasileira de Tricologia (ABT).

Fonte: IG Mulher

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Classe D usou menos os serviços de proteção contra violência durante a pandemia

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No Brasil, houve aumento de violência durante a pandemia
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No Brasil, houve aumento de violência durante a pandemia

As medidas de isolamento social necessárias para conter o avanço da pandemia no Brasil geraram uma série de impactos na sociedade e um desses impactos ocorreu dentro dos lares das famílias. O medo e a incerteza em relação à crise sanitária e a mudança de rotina tornaram os ambientes mais estressantes e contribuíram para o aumento da violência doméstica .

No ano passado o Fundo de População das Nações Unidas estimava que, para cada 3 meses de quarentena, era esperado o acréscimo de 15 milhões de casos de violência doméstica contra as mulheres. No Brasil, um estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que houve um aumento do número de agressões dentro de casa, que passou de 42% para 48,8%.

Neste contexto, a pesquisa “Primeiríssima infância Comportamentos de pais e cuidadores de crianças de 0 a 3 anos em tempos de Covid-19 – interações na pandemia, idealizada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, traz dados sobre o acesso a serviços de prevenção à violência. Em todas as classes sociais ele ficou abaixo dos15%. O estudo foi feito em março desse ano sob consultoria da Kantar e contou com a participação de 1036 cuidadores – pais, mães, avôs, avós, tios, tias ou outros parentes – de todo o Brasil.

Enquanto 14% dos respondentes das classes A/B1 reportaram atendimento de serviços de prevenção de violência, como Conselho Tutelar e Ministério Público, apenas de 8% e 6% o fizeram nas classes mais baixas (B2 Interior e D, respectivamente). Uma das hipóteses para o índice é a dificuldade de acesso ou desconhecimento dessas políticas por parte da população.

Outra possibilidade para esse indicador pode estar relacionada aos programas de visitação. O estudo observou que o acesso a programas de visitação domiciliares, que podem ajudar as famílias a conhecerem os serviços e apoiá-las nos casos de violência, além de contribuírem para outros fatores de desenvolvimento da criança, ficou em 20% em todas as classes sociais.

“Os visitadores domiciliares, muitas vezes, são o único canal de comunicação e informações das famílias em situação de vulnerabilidade. Cabe a eles, assim, apoiar na articulação com outros setores da assistência social, da educação e da saúde para o atendimento adequado de demandas que impactam diretamente no bem-estar da criança e de toda a família. Assim, verifica-se a necessidade de fortalecer o acesso a esses programas de visitação, principalmente nas classes em maior vulnerabilidade”, explica Elisa Altafim, líder de portfólio da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.

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Recentemente, a instituição, em parceria com A Fundação Bernard Van Leer, lançou a publicação Parentalidade: práticas de visitadores adaptadas à pandemia. O documento visa a registrar, reconhecer e disseminar boas ações de equipes que trabalham diretamente com a população, próximas às famílias mais vulneráveis do nosso país, durante esse momento de pandemia.

Impactos no desenvolvimento infantil

Segundo Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, o acesso restrito a programas preventivos somado ao aumento da violência doméstica pode comprometer o desenvolvimento das crianças. “Os efeitos da violência doméstica no desenvolvimento infantil são múltiplos. Presenciar ou vivenciar atos violentos são fontes de estresse tóxico para a criança e pode levar a situações de ansiedade, depressão e até queda de imunidade. Já nas grávidas, a violência pode comprometer o desenvolvimento do feto”, conta.

A especialista alerta que o fechamento das unidades educativas, em março do ano passado, pode ter contribuído para a dificuldade de identificação de casos. “Muitas vezes a escola atua como um fator protetivo. Além disso, sem aulas, as crianças passam mais tempo em casa e podem ser expostas mais facilmente à violência e à negligência familiar”, finaliza.

Vale ressaltar que, na primeira infância, a criança aprende e se desenvolve a partir de suas experiências. Nesse sentido, os primeiros momentos da vida de uma criança são importantes e têm repercussões que podem durar a vida toda.

Esse período de desenvolvimento cumpre um papel decisivo na capacidade da criança aprender, adaptar-se às mudanças e demonstrar resistência em situações difíceis. À medida que o cérebro se desenvolve, as conexões neurais vão se formando e se modificando em resposta às experiências positivas e negativas.

Fonte: IG Mulher

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Mude o mundo como uma menina: “O voluntariado pode se se tornar uma profissão”

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Sabrina Cabral, fundadora do projeto
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Sabrina Cabral, fundadora do projeto “Vou de Ruma”

Divulgar conhecimento sobre desenvolvimento sustentável e humanizado a jovens vulneráveis do Nordeste do Brasil. O sonho da estudante Sabrina Cabral, de 23 anos, se tornou realidade com o desenvolvimento do aplicativo “Vou de Ruma”, que leva mais informações sobre sustentabilidade e liderança nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática para regiões em que já pouco acesso.  

Com o projeto, a estudante de engenharia civil da Universidade Federal do Ceará foi  foi vencedora do prêmio “Mude o Mundo como Uma Menina”. A premiação de 2021 acontece no sábado, 23 de outubro, é realizada pela organização Força Meninas e será transmitida pelo Youtube e Facebook. A ideia é premiar jovens de 13 a 22 anos que tenham projetos de impacto social, fomentando a discussão de igualdade de gêneros. Pelo Ruma, Cabral também foi aprovada em um programa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que tem parceria com a organização Força Meninas.

Em entrevista ao Delas, a estudante contou que o nome Ruma é uma expressão do Ceará para designar um grupo de objetos, pessoas ou características. “A Ruma é isso, para a gente agrupar uma comunidade forte que desenvolva cidades sustentáveis a partir do ativismo, liderança e protagonismo de jovens para ocupar esses espaços”, diz Cabral. O projeto Ruma já ajudou cerca de 500 pessoas, a maioria meninas.

“O propósito da Ruma é emponderar líderes sustentáveis do Nordeste do Brasil. Eu sou de Fortaleza, no Ceará, estudei em escola pública, sou uma jovem periférica e passei por diversos programas para conseguir obter uma oportunidade na área sustentável. Falar sobre crise climática, problemas comunitários e liderança social é algo que não chega (as comunidades). Vi nisso uma necessidade de compartilhar o que aprendi”, diz.

Cabral explica que a vontade de fazer o projeto e transformar em um empreendedorismo foi devido à experiência como líder de voluntariado. “Eu aprendi que o voluntariado pode se profissionalizar, se tornar uma profissão, se tornar uma carreira”.

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Com a bolsa conquistada na MIT, Cabral conseguiu investir em custos iniciais do projeto, equipamentos de produção de conteúdo, além de transporte e alimentação. Agora, ela pretende seguir expandindo o aplicativo para todo o Brasil e busca, no primeiro momento, voluntários para construir o time do projeto. 

Apoio e investimento na Educação

Por ter sido aluna do ensino público, Cabral conta que sempre teve interesse pela área da pesquisa, mas que era algo abstrato. O caminho até a Ruma foi feito voluntariamente na universidade, mas como jovem de baixa renda, encontrar uma forma de obter o sustento foi necessário. É o que ela segue fazendo.

“Eu sou bolsista em um programa da prefeitura da minha cidade que se chama ‘Bolsa Jovem’, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Ele provê um valor para mim, como jovem de baixa renda para poder investir nessa carreira, para poder tocar esses projetos. Se não fosse isso, talvez eu tivesse desistido. A Ruma veio com essa proposta de que outros jovens não desistam desse tipo de carreira, que eles possam tentar e continuar trilhando essa carreira”, diz. 

Participar de programas que incentivam a educação e pesquisas de jovens é uma forma que essas pesquisadoras encontram de receber suporte para seguir com seus projetos. “Eu encontrei no governo local da minha cidade, desde apoio psicológico a um centro de juventude presencial e online, no qual a gente podia fazer atividades e cursos, essa bolsa que eu recebo do governo municipal também, essas atividades me fizeram não desistir”, relembra. 

O apoio dos familiares também é importante. Cabral conta que ela é a primeira geração em casa a estudar integralmente e conseguir se dedicar mais a educação. Além da família, a estudante também tem contato com pessoas com os mesmos objetivos, então o apoio e suporte é muito grande. “Quando a minoria se junta para fazer essas pequenas e grandes revoluções a gente tem uma mudança social muito grande”, completa. 

Fonte: IG Mulher

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