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Tribunal de Justiça MT

TJMT entrega ao CNJ banco de Boas Práticas de Controle Interno e Auditoria

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso vai entregar ao CNJ um banco de dados contendo Boas Práticas de Controle Interno e Auditoria construído ao longo dos últimos cinco anos, a cada edição do Fórum de Boas Práticas de Controle Interno e Auditoria do Poder Judiciário, que teve início em 2015. A entrega ocorrerá durante a 6ª e última edição do Fórum, que será transmitida virtualmente pelo TJMT, entre os dias 21, 22 e 23 de outubro e 2020, das 8h30 às 11h30 (horário local). A partir de 2021, a realização do evento ficará a encargo do CNJ.
 
“Estamos encerrando um ciclo”, explicou a coordenadora de Controle Interno do TJMT, Simone Borges da Silva, responsável pela organização do 6º Fórum e representante dos Tribunais de médio porte no Comitê de Auditoria do CNJ. Para ela, o CNJ assumir a responsabilidade do evento representa um avanço. “Durante a pandemia ficou bem clara a necessidade de a Auditoria Interna atuar não como cogestão, mas na atividade finalística de auditoria”, reforçou.
 
O evento tem como objetivo oportunizar aos servidores da Justiça de todo o país a aquisição de conhecimentos relacionados à governança, gestão e monitoramento de riscos e discussão de temas na área de auditoria e controle interno. “O Fórum se tornou tradição entre os representantes das Unidades de Controle Interno e Auditoria e um importante referencial para a troca de experiências e aperfeiçoamento das atividades no âmbito da Administração Pública”, destacou a coordenadora.
 
 
Desde 2015, quando foi realizada a primeira edição, também em Cuiabá, mas sob a organização do TRT da 23ª Região, o encontro tem reunido mais de 300 participantes. A 6ª edição já conta com mais de 600 inscritos, de todos os Estados da federação. “É um recorde de público, porque o evento não é voltado apenas para a área de auditoria, mas também para gestores, pois trata de gestão de riscos, governança e gestão de pessoas”, completou Simone.
 
 
Membro do Comitê Organizador do 6º Fórum, Hânya Pereira Rêgo observou que, nesses cinco anos, o fórum vem contribuindo para a evolução e valorização da atividade da Auditoria Interna nos Tribunais e Conselhos que formam o Poder Judiciário Brasileiro, culminando em um novo marco normativo para as Auditorias Internas, após a edição das Resoluções 308 e 309 do CNJ.
 
Para tornar o 6º Fórum de Boas Práticas de Controle Interno e Auditoria uma fonte de consulta sobre todas as edições, foi criado um hotsite, contendo informações sobre o Fórum, incluindo a origem do evento, depoimentos dos organizadores de cada edição e de servidores que compareceram a todas as edições, Programação, Galeria de Fotos, Banco de Boas Práticas, Biblioteca Virtual e a ficha de inscrição.
 
Para acessar o hotsite clique AQUI
 
 
Leia outra notícia sobre o assunto:
 
 
 
Nadja Vasques
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

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Tribunal de Justiça MT

TJMT concede primeira licença paternidade de 180 dias para servidor solteiro adotante

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso concedeu, no mês de setembro de 2021, a primeira licença paternidade de 180 dias a um servidor solteiro adotante. Wellington Corrêa, assessor da desembargadora Clarice Claudino da Silva, está com a filha há menos de duas semanas. A bebê de apenas três meses chegou no dia 17 de setembro, depois de quatro anos de espera para a adoção.
 
A licença de 180 dias foi concedida apenas quatro dias após Wellington entrar com o pedido do benefício no setor de Recursos Humanos do TJMT. “Foi muito rápido a concessão da licença. Pedi na segunda e já tive a resposta positiva na quinta-feira da mesma semana. Não esperava que seria assim, pensei que iria enfrentar alguma dificuldade. Também foi ágil a inclusão da minha filha no meu plano de saúde e no pedido de auxílio creche quando ela precisar. Temos sido atendidos em tudo que necessitamos. Agradeço e parabenizo o RH e a atual gestão do Tribunal de Justiça”, diz o servidor.
 
A licença paternidade é um direto garantido na Constituição Federal. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) estipula que o prazo de licença ao adotante não pode ser inferior ao da licença à gestante, à luz do princípio da dignidade da pessoa humana e da igualdade entre filhos biológicos e adotados. Também não pode haver distinção entre mãe ou pai adotante.
 
“Estamos habituados a conceder licença para mães adotantes, mas para um pai adotante foi a primeira vez. Ficamos felizes em poder atender à solicitação do servidor, foi algo que nos deu muita satisfação poder realizar”, conta a Coordenadora de Recursos Humanos do TJMT Karine Moraes Giacomeli de Lima.
 
Karine aponta que a concessão da licença paternidade de 180 dias para um servidor vai ao encontro dos princípios de equidade, que é uma das prioridades da atual gestão do Tribunal de Justiça. “A licença é um direito, e também é imprescindível para a convivência integral com a criança, especialmente nos casos de pais adotantes, que precisam estabelecer um vínculo com a criança que não existiu durante a gestação”, destaca Karine.
 
A adoção – Justamente para fortalecer o vínculo com a filha, foi que Wellington fez questão da licença paternidade de 180 dias. “Além de ser um direito, solicitei a licença para ficar com minha filha, cuidar dela, estar presente com ela todo o tempo, fortalecendo a relação, um ato extremamente necessário quando se trata de adoção”, explica Wellington.
 
Ele conta que, aos 46 anos e depois de esperar quatro, já tinha dito a amigos que este seria o último ano em que iria aguardar pela adoção, até que finalmente foi chamado. “Por mais que que se espere e tenha se preparado, é uma grande surpresa. Tudo acontece muito rápido a partir do momento em te comunicam. Não tinha nada preparado, pois não sabia se viria uma menina ou menino e qual idade teria, até que ela chegou. Tive que correr atras de tudo, roupas, utensílios, berço, tudo”.
 
Ele diz que as noites têm sido tranquilas, a bebê dorme bastante, mas os dias têm sido cheios. “Muito trabalho, muito cansativo, mas muito prazeroso, muita felicidade com ela em casa”. Wellington passa o maior tempo possível com a filha no colo, aconchegada a ele. “Para que ela se acostume comigo, vá me conhecendo, sabendo que sou o pai dela, quem cuida e ama. Optei por não ter baba nestes primeiros seis meses justamente para criar e fortalecer o vínculo amoroso”.
 
Angela Jordão
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJMT homenageia colaboradores no Dia Nacional dos Surdos e reforça inclusão e acessibilidade

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A segunda-feira (27 de setembro) iniciou com uma grande homenagem do Poder Judiciário de Mato Grosso ao Dia Nacional dos Surdos. A equipe do Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaux) fez questão de lembrar a data e de felicitar todos os colaboradores que trabalham no setor. O dia 26 é considerado o dia Nacional do Surdo e o próprio mês de Setembro como um todo é para a comunidade chamado de Setembro Azul. Esse é um momento para celebrar a comunidade surda e pensar mais sobre a inclusão dessas pessoas na sociedade.
 
É no departamento e secretaria auxiliar da vice-presidência que 40 colaboradores e colaboradoras surdos e surdas desenvolvem trabalho de digitalização de processos, com auxílio de intérpretes de Libras, responsáveis por garantir a interação e a comunicação no ambiente de trabalho. “Os surdos eram estrangeiros na própria pátria. Hoje podemos olhar a história construída aqui no Tribunal e ver onde chegaram. O que construíram ao longo desse período e isso realmente é algo que será lembrado por nossas gerações”, disse a servidora da divisão do Dejaux, Janaina dos Santos Taques.
 
E o reconhecimento traz consigo felicidade e emoção. “Eu amo trabalhar aqui no Tribunal de Justiça e essa é a primeira vez que sou lembrada e homenageada no Dia dos Surdos. Nem tenho palavras para descrever a gratidão e felicidades que sinto”, disse a colaboradora Emily Carla que respondeu a essa entrevista por meia da interprete Amanda Sousa Lopes.
 
Lucas Henrique também se sente parte da equipe e vê a inclusão no trabalho desempenhado no Dejaux. “Pra mim, trabalhar no Tribunal de Justiça é muito importante e essa interação entre ouvintes e surdos também. Prova que a sociedade está nos vendo e que as portas estão se abrindo cada vez mais. Tudo é possível quando se tem força de vontade”, comentou.
 
História – Em 26 de setembro de 1857 foi fundado no Rio de Janeiro pelo Imperador Dom Pedro II o Instituto Imperial de Surdos-Mudos. O professor francês Édouard Huet, também surdo, foi convidado a lecionar às crianças surdas como forma de integrar essas pessoas à sociedade. As aulas eram ministradas em Língua de Sinais Francesa, o que resultou em uma forte influência na construção da Língua Brasileira de Sinais.
 
Ulisses Lalio / Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

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