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Tiroteio na Filadélfia deixa três mortos e 11 feridos

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Tiroteio no centro da Filadélfia, nos EUA, deixa mortos, diz polícia: 'Várias pessoas atirando na multidão'
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Tiroteio no centro da Filadélfia, nos EUA, deixa mortos, diz polícia: ‘Várias pessoas atirando na multidão’

Na noite deste sábado (4) três pessoas foram mortas e outras onze ficaram feridas em um tiroteio em uma rua movimentada da Filadélfia, nos Estados Unidos, informa agência AFP. 

Os tiros foram disparados na South Street, famoso ponto de entretenimento da cidade, com bares, restaurantes e vida noturna agitada. Os disparos começaram por volta da meia-noite no horário local.

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“Sabemos que catorze vítimas foram baleadas e levadas para hospitais. Três destes indivíduos (dois homens e uma mulher) foram declarados mortos depois de chegarem aos hospitais com vários ferimentos a bala”, informou o inspetor da polícia D.F. Pace a repórteres da imprensa americana.

Os agentes que estavam no local do incidente “observaram várias pessoas atirando no meio da multidão”. “Havia centenas festejando na South Street, como acontece todo fim de semana, quando o tiroteio começou”, explicou Pace.

A mídia americana diz que não houve prisões. A polícia disse à AFP que chegou a tirar contra o suspeito, mas não sabe se ele foi atingido. As autoridades tentam conseguir imagens das câmeras de segurança.

Segundo dados da organização americana “Arquivo da violência armada”, os Estados Unidos somam 239 ataques armados em 2022. 

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Líbia: manifestantes invadem parlamento em ato contra crise econômica

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Manifestantes invadem o parlamento da Líbia
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Manifestantes invadem o parlamento da Líbia


Um grupo de manifestantes invadiu nesta sexta-feira (1º) o Parlamento da Líbia , na cidade de Tobruk, para protestar contra a crise econômica, a deterioração das condições de vida e o impasse político no país.

Segundo as emissoras locais de TV, os manifestantes entraram no prédio e realizaram saques, além de colocarem fogo em documentos. As imagens mostram grossas colunas de fumaça subindo do perímetro da estrutura. Testemunhas informaram que os militantes queimaram pneus e fizeram uma fogueira na frente do edifício.

Manifestações foram organizadas nas cidades de Misrata e Tobruk, coincidindo com uma marcha semelhante em Trípoli, para denunciar a degradação das condições de vida, protestar contra as forças políticas que paralisam o país e convocar eleições o mais rápido possível.

A multidão denuncia particularmente a crise de falta de energia que se agravou recentemente sem que os sucessivos governos conseguissem encontrar uma solução.

Entenda a crise – A mais nova crise na política da Líbia começou no fim do ano passado, quando o governo informou que as eleições presidenciais, que deveriam ocorrer em 24 de dezembro, seriam canceladas para 2022. Dividida em dois Parlamentos, unificados após uma derrota militar do marechal Khalifa Haftar em 2019, a Líbia tem uma sede política em Tobruk e outra em Trípoli. Essa última é reconhecida pela comunidade internacional.

Em março do ano passado, em acordo dos dois lados, Abdel Hamid Dbeibah foi escolhido como premiê com a principal função de realizar eleições após 10 anos. No entanto, em novembro, a parte de Tobruk aprovou uma moção para remover o premiê por conta de seu fracasso já visível, mas o Conselho de Estado de Trípoli vetou o pedido.

No entanto, no início de fevereiro, os dois lados chegaram a um acordo para fazer uma votação e eleger um novo nome para a chefia do governo, novamente, com a missão de realizar eleições livres no país.


Uma comissão parlamentar determinou que ela deverá ocorrer 14 meses depois do Parlamento aprovar modificações na Declaração Constitucional, que ainda não tem prazo de votação. Ou seja, o pleito não acontecerá neste ano.

Após uma eleição conturbada, Fathi Bashagha foi anunciado como vencedor por “aclamação”, mas o resultado foi contestado por Dbeibah e por milícias que o apoiam.

Um grupo delas, inclusive, emitiu uma nota em que condena “o governo paralelo líbio” e pede ao presidente do país, Mohamed Yunis al-Menfi, que dissolva o Parlamento e realize eleições parlamentares.

Os grupos ainda dizem que essa manobra para por Bashagha no cargo fará com que o marechal Haftar tome o poder dando um golpe político após ter sido derrotado militarmente.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

ONU: Brasil assume a presidência do Conselho de Segurança

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Conselho de segurança da ONU
Reprodução: commons – 01/07/2022

Conselho de segurança da ONU

O Brasil assumiu nesta sexta-feira (1º) a posição de presidente temporário do Conselho de Segurança da ONU. Com isso, o embaixador Ronaldo Costa Filho será o responsável por liderar os encontros durante todo o mês de julho.

O cargo é rotativo e é ocupado por embaixadores dos principais países do mundo. Ao todo, são 15 países participantes do conselho, sendo cinco permanentes – China, Estados Unidos, França, Rússia e Reino Unido – que possuem o poder de veto.

Segundo comunicado, o Brasil assumiu um assento rotativo em janeiro, com um mandato para o biênio 2022-2023. Antes de deixar o cargo, o representante brasileiro deve ainda ocupar a presidência em outubro do próximo ano.

“Um dos pontos que priorizaremos em nossa presidência é a comunicação estratégica em operações de manutenção da paz, com o intuito de melhor engajar-se com a população local em cada missão da ONU, sempre com respeito aos direitos humanos e combatendo a violência, inclusive sexual”, diz o diplomata na nota.

O representante do Brasil nas Nações Unidas também contou que o país deverá organizar um debate temático sobre menores em conflito e espera que a presidência contribua para “mostrar um pouco mais do Brasil e da cultura brasileira para o mundo”.

Esta é a 11ª passagem do país pelo órgão desde a criação da organização. Durante sua liderança, o Brasil anunciou que também promoverá o diálogo para alcançar a paz na guerra entre Rússia e Ucrânia.

“A diplomacia brasileira buscará, durante sua presidência do Conselho de Segurança, abrir espaços de diálogo entre os membros para construir soluções para os desafios da paz e segurança internacionais”, disse o chanceler brasileiro, Carlos Alberto França.

“A situação na Ucrânia certamente será tratada do ponto de vista de seu impacto na segurança alimentar mundial, mas também será necessário insistir em promover um diálogo que leve ao fim do conflito armado”, acrescentou o ministro em um comunicado.

O governo do presidente Jair Bolsonaro defendeu a “neutralidade” na guerra e votou geralmente contra as sanções infligidas à Rússia proposta pela ONU e outros órgãos internacionais.

Segundo França, o Conselho “se mostrou incapaz de tomar decisões sobre a Ucrânia, mesmo em questões que deveriam unir todos os seus membros, como garantir o acesso à assistência humanitária e a proteção de civis”.

Bolsonaro foi recebido em fevereiro em Moscou por seu homólogo russo, Vladimir Putin, uma semana antes do início da invasão à Ucrânia. Na última segunda-feira, os dois líderes tiveram uma conversa telefônica na qual Putin garantiu que continuará enviando fertilizantes para o Brasil.

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Fonte: IG Mundo

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