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Economia

TikTok afasta executivo que dizia não acreditar em licença-maternidade

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Executivo do TikTok é afastado após dizer que não acredita em licença-maternidade
Lorena Amaro

Executivo do TikTok é afastado após dizer que não acredita em licença-maternidade

Joshua Ma, executivo sênior da companhia chinesa ByteDance, proprietária do TikTok, foi afastado do cargo depois de afirmar que “não acreditava” em licença-maternidade. Segundo um e-mail enviado na quarta-feira (8) à equipe e ao qual o Financial Times teve acesso, Ma vai “tirar uma folga” e deixar o cargo de líder da equipe de comércio eletrônico no Reino Unido, onde ele trava um confronto cultural com funcionários da empresa.

O jornal britânico informa que o sucessor de Ma será Patrick Nommensen, que liderou o lançamento do comércio eletrônico no Reino Unido e foi responsável pelas operações de criação, além de beleza e outras categorias.

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De acordo com seu perfil no LinkedIn, Nommensen trabalha para a ByteDance desde 2016, quando o TikTok foi lançado, e também para o Musical.ly, um aplicativo de música viral que a ByteDance adquiriu em 2017.

A decisão de substituir o executivo vem após uma investigação do FT. O jornal revelou que Ma fez os comentários num jantar com funcionários da equipe de comércio eletrônico do TikTok, em Londres. A empresa disse que também está conduzindo uma investigação sobre as denúncias.

“Como você deve saber, o Financial Times publicou hoje um artigo com algumas alegações desanimadoras sobre nossas operações no Reino Unido. Esperamos que essa experiência dolorosa nos torne uma equipe mais forte, mais próxima e melhor a longo prazo”, dizia o e-mail , intitulado “Manter uma cultura de trabalho positiva”.

No e-mail também foi pedido que a equipe relate quaisquer violações do código de conduta da ByteDance por meio de uma linha direta anônima. O TikTok se recusou a comentar o e-mail, segundo o FT.

Artigo expõe queixas de funcionários

Baseado no testemunho de funcionários atuais e ex-funcionários, o artigo publicado pelo jornal britânico revelou como o lançamento do recurso de compras ao vivo do TikTok no Reino Unido desencadeou um êxodo de funcionários da equipe de comércio eletrônico de Londres. Alguns funcionários se queixaram de uma cultura empresarial agressiva, com metas e expectativas irreais que contrariam as práticas de trabalho britânicas. 

Os funcionários disseram que deveriam trabalhar mais de 12 horas por dia, começando cedo para atender chamadas com a China e encerrando o trabalho tarde, pois as transmissões ao vivo eram mais bem-sucedidas à noite.

Alguns membros da equipe tiveram que deixar as contas de clientes após tirarem férias.

No email enviado à equipe, o TikTok disse que está investindo fortemente na expansão dos recursos, estruturas e processos para oferecer uma experiência positiva a seus funcionários. Disse ainda que “o bem-estar de nossa equipe é nossa principal prioridade… [e] a liderança apoia 100% o uso de férias anuais para recarregar totalmente e passar tempo com amigos e familiares”.

*Com agências internacionais

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Economia

Com vetos, Bolsonaro sanciona regras para remarcar eventos

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Bolsonaro veta regras permanentes para remarcação de eventos em caso de emergência de saúde
Isac Nóbrega/PR 08.06.2022

Bolsonaro veta regras permanentes para remarcação de eventos em caso de emergência de saúde

O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que estabelece regras para a remarcação e reembolso de serviços e eventos até o fim de 2022 , devido à pandemia de Covid-19. Entretanto, Bolsonaro vetou um artigo que determina que essas normas seriam aplicadas sem que houvesse uma emergência de saúde pública.

As regras foram estabelecidas em uma medida provisória (MP) editada por Bolsonaro em fevereiro — a terceira vez dede o início da pandemia que o governo editou uma MP com esse objetivo. Durante a tramitação o Congresso, no entanto, foi incluída a possibilidade das normas serem acionadas em casos de emergência.

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“As medidas emergenciais de que trata esta Lei terão vigência sempre que reconhecida pela União a ocorrência de emergência de saúde pública de importância nacional, observados prazos equivalentes, contados da data do reconhecimento”, dizia o artigo vetado pelo presidente.

O veto foi sugerido pelos ministérios da Economia, da Justiça e do Turismo. O governo alegou que as medidas adotadas devido à Covid-19 foram específicas para esse caso e que, “ao permitir que as mesmas disposições sejam utilizadas em contexto diverso, sem conhecer os desafios e as necessidades futuras, haveria o risco de não beneficiarem os consumidores”. As pastas também viram risco de insegurança jurídica.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Castro pede para consumidor fiscalizar preço dos postos de combustível

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Governador Cláudio Cástro
Reprodução: Commons – 10/05/2022

Governador Cláudio Cástro

O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, pediu que a população denuncie postos que se negarem a baixar o preço dos combustíveis . O apelo foi feito nesta segunda-feira (4), dois dias após entrar em vigor a redução do ICMS sobre a gasolina e o álcool , de 32% para 18%. Como resultado, 45 postos que não baixaram os preços foram autuados, com multas que podem chegar a R$ 500 mil.

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“O Rio de Janeiro foi um dos únicos que foi às ruas fiscalizar e o estado tem feito um grande esforço fiscal e financeiro para que a população não perca o poder de compra. Reforço que o próprio consumidor pode e deve ajudar na fiscalização, denunciando aqueles postos que não reduzirem o valor dos combustíveis. Essa diminuição na bomba tem tudo para gerar um aumento no consumo. Temos que diminuir as margens de lucro e ganhar na quantidade”, disse o governador, em coletiva no Palácio Guanabara.

Durante a manhã, as equipes se espalharam pelas cinco regiões do estado e encontraram estabelecimentos com preço sem redução, que diminuíram o valor apenas de um produto e até postos em que funcionários trocaram faixas de preço ao avistarem a chegada dos fiscais do Procon Estadual e das secretarias de Estado de Defesa do Consumidor e Fazenda. Também foram encontrados postos sem informações na placa de tributos e estabelecimento com produto vencido, o que resultou na condução do gerente para a Delegacia do Consumidor (Decon).

Os  45 postos flagrados sem reduzir os valores dos combustíveis foram autuados e terão 15 dias para apresentar uma defesa. A multa é calculada de acordo com a irregularidade encontrada na ação e o faturamento da empresa. Ela poderá ser aplicada ao final de um processo administrativo e o valor da punição pode chegar a R$ 12 milhões. A operação seguirá durante a semana fiscalizando postos em todo o estado.

Com a alíquota passando para 18%, a expectativa do governo é que haja uma redução no preço da gasolina de até R$ 1,19 na bomba, reduzindo o valor médio do litro para R$ 6,61.

Denúncia

Segundo o governo do estado, o cidadão poderá indicar os postos que não cumprirem a decisão por meio dos três canais do Procon-RJ: o aplicativo, o site do órgão e uma linha exclusiva para denúncia via WhatsApp (21) 98104-5445.

Na coletiva, o governador disse que a fiscalização e a punição estão amparadas em lei de proteção ao consumidor, pois a redução do ICMS é um recurso que deixa de entrar no caixa do estado, em prol de beneficiar diretamente o cidadão.

“Não há tabelamento de preços. Não há nem mexida na margem de lucro dos postos, dos distribuidores e das refinarias. Por isso a gente entende que temos todo o direito de fiscalizar e multar sim, para que não haja uma vantagem excessiva por parte desses empresários frente ao consumidor final. Então isso fere o direito do consumidor, o que nos dá total possibilidade, mesmo que se trate de livre mercado. É uma redução na carga tributária, que se tem obrigação de repassar para o consumidor”, sustentou Castro.

Fonte: IG ECONOMIA

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