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Thiago Silva participa de entrega de trator e implementos no distrito de Nova Galileia

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Thiago Silva realiza entre de trator no Distrito da Galileia

Foto: Dnei Matos / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) esteve presente na entrega de mais uma patrulha mecanizada agrícola. A chave do maquinário já está nas mãos dos moradores do distrito de Nova Galileia, município de Rondonópolis.

O equipamento composto por um trator, uma grade de arado e uma carretinha foi viabilizado por intermédio do trabalho conjunto entre o deputado Thiago Silva o ex-vereador Fulô e o deputado federal Carlos Bezerra. “Esse maquinário vai fortalecer a região e melhorar a vida de pelo menos 150 famílias. É sem dúvida uma grande conquista. Quando apresentamos essa demanda para o deputado Carlos Bezerra ele não mediu esforços para garantir o recurso. O resultado do trabalho está dentro da comunidade. Acreditamos que através do apoio aos pequenos produtores rurais, podemos ampliar e melhorar a produção local, gerando assim mais emprego e renda”, ressaltou o deputado estadual Thiago.

A presidente do distrito, Suely Maria Pires, agradeceu o empenho dos parlamentares e afirmou que a patrulha beneficia os produtores da região e também os moradores que residem na área urbana do distrito. “A patrulha mecanizada impacta diretamente na vida de 600 pessoas. Na zona rural temos centenas de produtores esperando a máquina para gradear suas propriedades e começar o plantio. A partir de agora teremos um grande apoio para conservação da nossa comunidade e apoio a agricultura. Foi um grande dia, obrigada a todos que contribuíram.

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O ex-vereador Lourisvaldo Manoel de Oliveira, o Fulô (MDB), um dos grandes nomes no desenvolvimento da região, lembra que o potencial da Galileia deve melhorar consideravelmente com o trabalho do conjunto de máquinas. “O maquinário é novo, vai trabalhar muito tempo sem problema e com muito mais horas de autonomia. Para quem produz no campo faz muita diferença. O capital de giro por aqui vai crescer com toda certeza”.

A região do distrito de Nova Galileia está localizada numas das maiores bacias leiteira do sudeste de Mato Grosso. Para melhorar o escoamento do produto o deputado Thiago Silva protocolou, em fevereiro, deste ano a indicação nº 264/2019 que solicita pavimentação total no trecho de 27 km, que liga a MT-270 (São José do Povo) até a Br-163 (terminal ferroviário Rondonópolis).

Fonte: ALMT
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Mato Grosso possui mais de 80 mil famílias esperando pela concessão do título de posse de suas propriedades

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De acordo com o senador Wellington Fagundes, os maiores beneficiados serão os pequenos produtores rurais

O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (11), o projeto que destinará R$ 1 bilhão, a título de crédito especial, para os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Meio Ambiente; e da Defesa. Os recursos são oriundos de leis ou acordos anticorrupção, e dizem respeito à repatriação do que foi depositado pela Petrobras, conforme acordo com autoridades norte-americanas. O projeto foi relatado pelo senador Wellington Fagundes (PL).

Pouco antes, Fagundes participou da solenidade no Palácio do Planalto em que o presidente Jair Bolsonaro assinou Medida Provisória propondo regras modernas e simplificadas para a regularização fundiária. “Nossa expectativa é muito grande em torno dessa Medida Provisória. Até porque a análise para concessão de títulos de terras, na maior parte, é destinada aos pequenos produtores”, frisou.

Ele lembrou que Mato Grosso tem mais de 80 mil famílias esperando pelo título de posse de suas propriedades e reafirmou sua convicção de que, se avançar os processos de regularização fundiária, Mato Grosso deverá promover possivelmente o que ele chama de “maior revolução já vista no campo” com o crescimento da produção de alimentos.

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O projeto aprovado pelo Congresso prevê a destinação de R$ 250 milhões para a regularização das terras, a assistência técnica e a extensão rural. O relatório que baseou a aprovação estabelece prioridade para execução de atividades relacionadas à supervisão ocupacional, o georreferenciamento, a agilização de documentos, bem como o apoio tecnológico e administrativo. Fagundes voltou a ressaltar que muitos problemas que afligem principalmente a Amazônia Legal e as faixas de fronteira do país serão solucionados por meio da regularização fundiária.

“Combateremos crimes por meio da responsabilização e o controle dessas terras” – disse o parlamentar de Mato Grosso, ao descartar as ações previstas para aplicação dos recursos repatriados na área de prevenção, fiscalização e combate ao desmatamento e aos incêndios florestais; e da atuação das Forças Armadas para minimizar ilícitos e queimadas criminosas que ocorrem em grande escala na região.

Wellington Fagundes diz ainda que, no que concerne ao Meio Ambiente, os R$ 280 milhões garantidos vão fomentar ações de prevenção, fiscalização, combate e controle ao desmatamento. Com os recursos, serão executadas despesas com aquisição de equipamentos, veículos e embarcações, além da contratação de brigadistas e serviços de apoio.

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Para a Defesa, estão previstos R$ 494 milhões, para que o Ministério e as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) desenvolvam ações emergenciais para minimizar os graves ilícitos e incêndios que ocorrem em grandes escalas na região da Amazônia Legal. Dos recursos, R$ 145,3 milhões vão para a administração direta do Ministério, R$ 97,5 milhões para a Aeronáutica, R$ 139,1 milhões para o Exército e R$ 111,8 milhões para a Marinha.

Líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, formado pelo Democratas, PL e PSC, Fagundes foi, no ano passado, relator do Orçamento 2019 para a área da Defesa e Justiça, e encaminhou emendas importantes para reaparelhar a segurança na Amazônia Legal e nas áreas de fronteira, permitindo o desenvolvimento dessas regiões por meio do aumento do efetivo e da infraestrutura.

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Eleição suplementar para o Senado deve ter custos em torno de R$ 9 milhões e acontecerá entre março e junho

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De acordo com o presidente do TRE-MT, a escolha do novo senador e suplentes deve ocorrer em 8 de março, 26 de abril, 10 de maio ou 21 de junho [F-Ednílson Aguiar/O Livre]

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE), desembargador Gilberto Giraldelli, afirmou que a eleição suplementar para escolha do novo senador, após a cassação de Selma Arruda (Podemos) na noite de terça-feira (10) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve custar em torno de R$ 9 milhões e deve ocorrer nas seguintes datas: 8 de março, 26 de abril, 10 de maio ou 21 de junho.

A definição, porém, só ocorrerá após a publicação do acórdão pelo Tribunal Superior Eleitoral. Enquanto isso, Selma continua no cargo. “Após esta publicação, haverá uma reunião para deliberar uma data das novas eleições”, destacou o magistrado. “A determinação é que se faça em 90 dias e para se realizar em outubro, estaríamos descumprindo a decisão. Do ponto de vista político ficaria o seguinte: todos Estados tem 3 senadores e ficaria muito tempo com a força política do Estado reduzida a 2 senadores”, completou.

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Giraldelli comentou ainda que a eleição suplementar deverá custar entre R$ 8 milhões e R$ 9 milhões, com a possibilidade desses valores serem custeados por Selma e seus suplentes.

Selma Arruda foi cassada em sessão do TSE por 6 votos a 1. Ela foi condenada por caixa 2 e abuso de poder econômico nas eleições de 2018. Entre as irregularidades apontadas, o TRE destacou que a senadora eleita teria antecipado a corrida eleitoral ao realizar nítidas despesas de campanha, como a contratação de empresas de pesquisa e de marketing – para a produção de vídeo, de diversos jingles de rádio e de fotos da candidata, entre outras peças – em período de pré-campanha eleitoral, o que a legislação proíbe.

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