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Término das obras de duplicação da avenida Filinto Muller em Várzea Grande gera desvios no trânsito

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Obras de finalização da duplicação dos últimos 500 metros da avenida devem ser concluídas em 40 dias [F- Robson Silva]

A avenida Senador Filinto Muller, em Várzea Grande, sofre sua última intervenção desde às 7h desta segunda-feira (14), para a duplicação de 500 metros da via, no sentido centro-bairro. Finalizando assim, a duplicação total dos 12 quilômetros da avenida que corta a cidade dando acesso a diversos bairros e interligando a região oeste de Várzea Grande com o Centro e criando um novo Rodoanel com a Rodovia Imigrantes/Avenida Júlio Campos/Rodovia Mário Andreazza.

Levando-se em conta todos o trajeto e os bairros ao longo da Avenida Filinto Muller, cerca de 60 mil habitantes estão sendo beneficiados pela obra, fora aqueles que utilizam a mesma para outras atividades.

“Essa obra assim como todas as demais em todas as áreas, foram projetadas para valorizar Várzea Grande e seus imóveis e dar qualidade de vida para a população de uma maneira em geral, além de estabelecer um novo corredor comercial, impedindo que a cidade que tem amplitude horizontal tenha áreas distantes dos serviços públicos municipais”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que pretende inaugurar a mesma ainda neste ano de 2019.

A previsão, de acordo com o secretário municipal de Viação e Obras, Luiz Celso de Moraes, é de que os últimos 500 metros de duplicação da Avenida Senador Filinto Muller sejam finalizados nos próximos 40 dias. Devido às obras de duplicação haverá necessidade de desvio do trânsito, no sentido Aeroporto ou Centro de Várzea Grande rumo ao bairro, à direita por meio da rua Miguel Leite e à esquerda na Avenida Couto Magalhães até à rua coronel João Norberto de Barros (ver mapa).

“O ponto de obstrução será a partir do sinaleiro, após o supermercado Big Lar e o acesso a outra importante via a Alzira Santana que demanda ao Hospital Pronto Socorro e a Região Sul e Distritos, e, a duplicação ocorrerá entre as ruas Benedito Monteiro e Coronel João Norberto de Barros, somente em um sentido da via, no sentido centro-bairro”, explica o secretário municipal de Viação e Obras, Luiz Celso de Moraes.

Moradores e empresários que possuem estabelecimento no trecho em duplicação sob bloqueio terão acesso de forma integral à suas residências. Toda a extensão sob obras, as rotas alternativas e desvios já estão devidamente sinalizados e terão suporte da Guarda Municipal de Várzea Grande.

“Queremos inaugurar, tão logo seja concluída a duplicação da Avenida Filinto Muller, concebida como um novo corredor comercial de Várzea Grande. Ela também irá integrar todas as principais regiões da cidade de forma estratégica, uma vez que dá acesso à Rodovia Mário Andreazza e somos passagem obrigatória para o Norte de Mato Grosso ou para quem vai para o Sul do Estado ou do País, portanto, estamos no corredor do agronegócio”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que informou estar a Prefeitura trabalhando para entregar essa obra ainda em 2019.

Dos R$ 24 milhões orçados para a conclusão da duplicação da avenida, R$ 3,5 milhões são de contrapartida do Município e o restante do Governo do Estado.  “Com a conclusão da sua duplicação teremos uma via moderna, rápida, segura e que permitirá acesso desde o Aeroporto Marechal Rondon até a Rodovia dos Imigrantes, por onde passam cerca de 35 mil veículos diariamente, isso sem falar que além da duplicação a avenida possui ciclo faixa, pista de caminhada, iluminação em LED, canteiro central e calçadas “, completou a prefeita.

Ela lembrou que as obras municipais tem se preocupado em assegurar espaço tanto para os motoristas como para usuários, ou seja, pedestres, para que eles possam se utilizar de forma racional e até mesmo saudável. “Vamos ter uma via de mão rápida, lembrando que a cidade precisa de agilidade, mas sem se descuidar da segurança das pessoas, por isso que é essencial que todos usem as pistas novas de forma racional e segura”, disse Lucimar Sacre de Campos sinalizando a duplicação da Filinto Muller como uma obra de integração social e de respeito para com a cidade e sua população.

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Festa de São Pedro terá procissão e concurso de maior comedor de peixe nesta quarta-feira em VG

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Tradicional festa acontece a partir das 8hs no distrito de Bonsucesso [Foto –Secom-VG]

Depois de três anos de espera devido à pandemia de covid-19, a tradicional Festa de São Pedro, no Distrito de Bonsucesso, será retomada nesta quarta-feira (29), em sua 41ª edição. A festa de santo começará às 8 horas com a procissão partindo da residência do Rei da Festa, seguida de café da manhã, missa na Igreja Divino Espírito Santo. No salão paroquial, ocorrerá o café da manhã e o almoço gratuito com mais de duas toneladas de peixe, apresentações culturais e feira de artesanato regional, como as redes de Limpo Grande. A expectativa é de que, em média, 10 mil pessoas prestigiem as comemorações em honra ao santo padroeiro dos pescadores.

As duas toneladas de peixes foram obtidas graças à parceria da comissão organizadora junto à Prefeitura de Várzea Grande, empresários, pescadores, entre outros. No local da peixada, haverá premiação de R$ 500 para a pessoa que comer a maior quantidade de peixe. Haverá ainda concurso de lambadão, com prêmio de R$ 300. A festa será animada com as apresentações do Corpo Musical da Polícia Militar, Sandrinho dos Teclados e bandas Signus, BigSom, Novo Som e ScortSom. A entrada é franca e, no dia do evento, haverá linhas especiais de ônibus partindo do Terminal de Integração André Maggi.

Programação

8h – Procissão saindo da residência do Rei da Festa, na Rua Joaquim leite de Magalhães, s/n, Bonsucesso

9h – Café da manhã no salão paroquial

10h – Missa na Igreja Divino Espírito Santo

12h às 14h – Almoço e apresentações culturais no salão paroquial

 

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Cuiabá é a 2ª capital com menor índice de mortes violentas, afirma Anuário de Segurança

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Estado destinou mais de R$ 274 milhões em obras e ações para reforçar a segurança na capital mato-grossense [Foto – Christiano Antonucci]

Cuiabá é a segunda capital do Brasil com o menor índice de mortes violentas, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta terça-feira (28) pelo portal G1. Nos últimos três anos, o Governo de Mato Grosso fez investimentos de R$ 274 milhões em segurança pública no município.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública define como morte violenta aquelas que resultaram de homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia. Cuiabá possui uma taxa de 10,6 mortes a cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas de São Paulo, que tem um índice de 7,7.

A posição da capital no ranking é reflexo de R$ 274 milhões em investimentos realizados no setor da segurança pública em Cuiabá nos últimos três anos. Desse montante, R$ 92 milhões são em obras e ações concluídas ou em andamento. Entre esses R$ 92 milhões, R$ 88 milhões é referente apenas a obras e ações concluídas.

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, afirma que nunca houve tantos investimentos na história da segurança pública de Mato Grosso. O Estado investiu mais de R$ 621 milhões em recursos ao longo da atual gestão.

“Tudo é planejado e executado seguindo as determinações do governador Mauro Mendes com um único objetivo: dar segurança a toda população mato-grossense”, afirmou o responsável pela pasta.

Outro investimento que se destaca é a construção dos raios 3 e 4 da Penitenciária Central do Estado (PCE), além do raio de segurança máxima que será entregue pelo governador Mauro Mendes nesta quarta-feira (29). As novas instalações dispõem de 54 celas, sendo 46 individuais e 8 duplas, totalizando 62 vagas, além de celas especiais para receber presos com curso superior.

Confira a reportagem do G1 na íntegra:

Macapá tem maior taxa de mortes violentas, e São Paulo, a menor; veja ranking das capitais, segundo Anuário

Capitais das regiões Norte e Nordeste lideram o ranking baseado na taxa de mortes. 21 das 27 cidades tiveram queda no número de casos entre 2020 e 2021. Levantamento do Anuário considera homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia.

Por Clara Velasco, g1

Das 27 capitais do país, 21 tiveram queda no número de mortes violentas entre 2021 e 2020. É o que mostram dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta terça-feira (28).

De forma geral, o país teve uma queda de 6% no número de mortes violentas, que incluem homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes cometidas pela polícia.

Entre as capitais, apenas seis tiveram alta: Manaus (48,9%), Macapá (31,2%), Boa Vista (9,9%), Porto Velho (8,6%), Teresina (9,5%) e Salvador (3,4%). Chama a atenção que, das seis, quatro estão no Norte, única região do país que teve aumento na violência no ano passado (9%).

Como o Monitor da Violência já havia antecipado em fevereiro, alguns fatores estão por trás dos altos índices da região Norte:

Associação do narcotráfico com crimes ambientais, como grilagem, garimpo ilegal e desmatamento
Falta de integração das autoridades estaduais e federais no combate aos crimes na Amazônia Legal
Disputa de territórios entre facções criminosas

A intensificação dos conflitos entre grupos criminosos tem causado o aumento dos casos de violência na região amazônica, como o recente assassinato do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips.

Mesmo com a diminuição generalizada, a maioria das capitais registrou taxas de mortes violentas mais elevadas que a média nacional, considerando todos os municípios: de 22,3 mortes a cada 100 mil habitantes.

A menor taxa entre as capitais foi registrada por São Paulo: 7,7 mortes por 100 mil habitantes. É a única entre as 27 a ter menos de 10 mortes violentas por 100 mil habitantes.

Na outra ponta está Macapá, com uma taxa oito vezes maior: 63,2 mortes por 100 mil habitantes.

Veja abaixo o ranking das capitais do país pela taxa (mortes por 100 mil habitantes):

  1. Macapá – 63,2
  2. Salvador – 55,6
  3. Manaus – 52,5
  4. Teresina – 37,0
  5. Boa Vista – 34,8
  6. Fortaleza – 34,3
  7. Recife – 33,1
  8. Porto Velho – 32,4
  9. Maceió – 29,8
  10. Aracaju – 29,4
  11. João Pessoa – 28,1
  12. Natal – 24,0
  13. Rio Branco – 23,1
  14. São Luís – 22,8
  15. Palmas – 22,3
  16. Belém – 22,3
  17. Vitória – 21,1
  18. Porto Alegre – 20,0
  19. Rio de Janeiro – 19,2
  20. Curitiba – 16,7
  21. Goiânia – 16,6
  22. Campo Grande – 15,3
  23. Distrito Federal – 11,2
  24. Florianópolis – 10,8
  25. Belo Horizonte – 10,8
  26. Cuiabá – 10,6
  27. São Paulo – 7,7
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