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Internacional

“Teoria da conspiração absurda”, diz embaixador sobre China criar covid-19

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Bruno Fonseca/Agência Pública

#VirusChines


O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, declarou em entrevista à revista Veja que a versão sobre o país ter criado o novo coronavírus (Sars-cov-2) em laboratório é “uma teoria da conspiração completamente absurda, que nunca se amparou em dados” e que fake news sobre o assunto prejudicam a união da comunnidade internacional, que ele destacou como um fator importante para o momento da pandemia. 


“Tanto a OMS quanto cientistas de vários países já reiteraram que todas as evidências disponíveis mostram que o novo coronavírus tem origem natural e não seria possível criá-lo artificialmente (…) O contágio desconhece fronteiras, tampouco distingue cor de pele, sistema político ou ideologia (…) “,  disse Wanming.

Yang Wanming foi veemente contra as acusações e disse que esperava desculpas. O embaixador preferiu não comentar sobre declarações do ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub , que fez comentários racistas sobre o sotaque dos chineses. 

“O importante não são casos pontuais, e sim o quase meio século de relações diplomáticas entre a China e o Brasil , um período de progressos significativos em todas as áreas. Não há atritos históricos nem conflitos de interesses essenciais entre os dois países, que compartilham uma vasta gama de objetivos comuns e mantêm sólida parceria. A disposição da China é de aprofundar o relacionamento com o Brasil no longo prazo”, declarou.

O embaixador declarou que disseminar fake news sobre o país é um tática de política. “Distorcer os fatos para fazer ataques politizados ou estigmatizados é uma tática que atende aos interesses políticos de alguns e obstrui a cooperação global no enfrentamento da pandemia. Inclusive, como primeiro país atingido pela crise sanitária, fizemos grande esforço e enorme sacrifício para conter, em curto tempo, a propagação da doença no território nacional e para fora das fronteiras”, afirma.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Mulher é presa por suspeita de enviar carta com veneno à Casa Branca

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Pixabay / Creative Commons

Envelope com ricina foi enviado para a Casa Branca

Uma mulher não identificada foi presa neste domingo (20) na fronteira do Canadá com os Estados Unidos por suspeita de enviar um envelope com ricina, um poderoso veneno, para a Casa Branca .

Segundo o canal britânico BBC, a mulher estava em área de fronteira em Buffalo, Nova York, tentando entrar no país norte-americano pelo Canadá. Ela estaria armada e teria enviado os envelopes do país vizinho.

Ela era investigada pelo FBI, que detectou a presença da ricina nos envelopes antes que eles chegassem aos destinos. Além de enviar a correspondência à Casa Branca, ela também teria enviado o veneno para uma prisão e para o escritório de um xerife no Texas.

A mulher está sob custódia da polícia e deve passar por julgamento.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Protestos contra monarquia ganham força na Tailândia

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Desafiando a monarquia do rei tailandês Maha Vajiralongkorn, milhares de manifestantes marcharam em Bangkok neste domingo (20) para apresentar demandas que incluem um pedido de reformas para restringir poderes do governo.

Os manifestantes ficaram cada vez mais ousados ​​durante os dois meses de manifestações contra o palácio da Tailândia e o sistema dominado pelos militares, quebrando um antigo tabu de criticar a monarquia, o que é ilegal, segundo as leis locais.

O Palácio Real não estava imediatamente disponível para comentar. O rei, que passa grande parte do tempo na Europa, não está na Tailândia.

Os manifestantes foram bloqueados por centenas de policiais desarmados trabalhando em barreiras de controle da multidão.

Os líderes do protesto declararam vitória depois de entregar à polícia uma carta detalhando suas demandas. Phakphong Phongphetra, chefe do Departamento de Polícia Metropolitana, disse que a carta será entregue à delegacia.

Na maior manifestação em anos, dezenas de milhares de manifestantes no sábado apelaram pela reforma da monarquia, bem como pela remoção do primeiro-ministro Prayuth Chan-ocha, um ex-líder da junta, e uma nova Constituição e eleições.

Pouco depois do nascer do sol deste domingo, os manifestantes colocaram uma placa perto do Grande Palácio de Bangkok, na área conhecida como Sanam Luang, ou Royal Field.

Na placa, está escrito: “Neste lugar o povo expressou sua vontade: que este país pertença ao povo e não seja propriedade do monarca, pois ele nos enganou”.

Monarquia é criticada

O porta-voz do governo, Anucha Burapachaisri, disse que a polícia não usaria violência contra os manifestantes e que cabia à polícia determinar e processar qualquer discurso ilegal.

Autoridades tailandesas disseram que criticar a monarquia é inaceitável em um país onde o rei está constitucionalmente “entronizado em uma posição de adoração reverenciada”.

Os protestos, que começaram nos campi universitários, atraíram um número cada vez maior de pessoas mais velhas. Isso inclui os seguidores de camisas vermelhas do populista deposto primeiro-ministro Thaksin Shinawatra.

Os manifestantes dizem que a Constituição dá ao rei muito poder e que foi projetada para permitir que Prayuth mantivesse o poder após as eleições do ano passado. O próximo protesto está marcado para quinta-feira (24).

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