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Internacional

"Temos de aprender a viver da energia que vem do sol", diz cientista

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O americano John Goodenough, Prêmio Nobel de Química deste ano, disse que quando contribuiu para o desenvolvimento das baterias usadas em telefones celulares, notebooks ou carros elétricos (íon de lítio) não imaginava a importância que viriam a ter. Destacou que elas hoje têm grande importância, onde quer que sejam usadas, feitas de íon de lítio ou de outros materiais. O prêmio, anunciado hoje (9), foi concedido a Goodenough, de 97 anos, juntamente com o britânico Stanley Whittigham e o japonês Akira Yoshino.

“Temos de aprender a viver da energia que vem do sol e só conseguiremos fazer isso se aprendermos a armazenar a energia. Por isso, precisamos de baterias”, acrescentou.

Sobre o reconhecimento por parte da academia sueca, Goodenough diz que receber o Nobel “é uma boa razão para viver até os 97 anos”.

A Academia Sueca disse que esses cientistas contribuíram para um “mundo recarregável”.

*Emissora pública de televisão de Portugal

 

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Internacional

ONU convoca reunião para fortalecer apoio a países em desenvolvimento

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Autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) informaram que vão se reunir nesta quinta-feira (28) com mais de uma dúzia de líderes mundiais para debater um reforço do apoio financeiro às economias emergentes, atingidas duramente pelas consequência econômicas da pandemia.

O encontro virtual coincide com o aumento das infecções pelo novo coronavírus em países em desenvolvimento e alertas de que isso custará mais do que os US$ 2,5 trilhões previstos inicialmente como necessários para enfrentar a crise. A reunião foi convocada pelo Canadá, a Jamaica e o secretário-geral da ONU, António Guterres.

A vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, disse que muitos países em desenvolvimento, incluindo nações de renda média, carecem de fundos suficientes para combater a pandemia e investir na recuperação. “O trabalho continua. Mas não é urgente o suficiente”, disse ela aos repórteres em um briefing pela internet.

Amina afirmou que a oferta do G20 e de credores do Clube de Paris, de suspender o pagamento de dívidas bilaterais oficiais dos países mais pobres até o fim de 2020, é um começo essencial, mas que outros esforços são necessários.

Das 77 nações elegíveis, só 22 solicitaram formalmente até agora uma suspensão no pagamento da dívida. Outras expressaram o temor de que isso prejudique sua capacidade de longo prazo de tomar dinheiro emprestado.

A reunião de quinta-feira incluirá participantes do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial, da União Africana, do Instituto Internacional de Finanças e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). O objetivo é apresentar propostas concretas em oito semanas, afirmou a vice-secretária.

O esboço de um plano conceitual para a reunião pede que o FMI fortaleça a liquidez global, emitindo uma nova alocação de seu mecanismo Direitos Especiais de Saque, medida que tem encontrado oposição em Washington.

O documento também apoia a suspensão generalizada das dívidas de todos os países em desenvolvimento que requeiram a interrupção dos pagamentos – e não somente aqueles cobertos pela suspensão de dívidas do G20 – e pede soluções proativas de credores do setor privado, para evitar o custo ainda maior de uma “onda caótica de casos de inadimplência”.

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Internacional

Reino Unido ministrará remdesivir a alguns pacientes com covid-19

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O Reino Unido ministrará o antiviral remdesivir a alguns pacientes com covid-19, que o medicamento tem mais probabilidade de beneficiar. O teste será feito como parte de uma colaboração com a fabricante Gilead Sciences, informou o Ministério da Saúde nessa terça-feira (26).

O Departamento de Saúde disse que os dados iniciais de testes clínicos de todo o mundo mostraram que o remédio pode encurtar o tempo de recuperação dos pacientes com covid-19 em quatro dias.

“Este provavelmente é o maior passo no tratamento do novo coronavírus desde que a crise começou”, disse o ministro da Saúde, Matt Hancock, em entrevista coletiva. “Estes são só os primeiros passos, mas estamos determinados a incentivar a ciência e apoiar os projetos promissores”.

O governo britânico informou que a alocação do medicamento dependerá de onde ele oferecerá mais benefícios, mas não disse quantos pacientes serão tratados.

Na semana passada, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) informou que dados de seu teste com o remdesivir mostraram que o remédio oferece mais benefícios a pacientes de covid-19 que precisam de oxigênio adicional, mas não de ventilação mecânica.

Os pesquisadores também disseram que, “dada a alta mortalidade, apesar do uso do remdesivir”, é provável que ele seja mais eficaz quando combinado com outras tratamentos para covid-19, a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus.

Stephen Griffin, professor-associado da Universidade de Leeds, comemorou a decisão de usar o remdesivir, afirmando que “provavelmente isso significará que os pacientes de covid-19 em situação mais grave o receberão primeiro”. Acrescentou que, embora essa abordagem seja a mais ética, também significa que o remédio não “fará mágica”.

“Ao invés disso, podemos esperar taxas de recuperação melhores e uma redução na mortalidade de pacientes”, disse.

A Gilead informou que espera resultados de seu próprio estudo do remdesivir em pacientes com covid-19 no final deste mês.

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