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Teatro de Primavera do Leste é selecionado para festival em Florianópolis

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Alunos da Escola Municipal de Teatro e do Grupo Primitivos (formado por alunos e ex alunos da Escola Municipal de Teatro), ambas de Primavera do Leste, foram selecionados em um edital nacional “Prêmio Desterros” de Florianópolis. A seleção mostra a potência das artes da cena em Primavera do Leste. O Festival aconteceu do dia 27 de agosto ao dia 01 de setembro.

A edição, que marca a primeira década do evento reconhecido por sua organização, cuidado com os participantes e qualidade artística do que é exibido ao público, contou com a participação de mais de 1.622 bailarinos de vários lugares do mundo.

 A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), através do Centro Estadual de Arte (CEART) promoveu um intercâmbio entre os alunos de Artes Cênicas do espetáculo “O Coro dos Maus Alunos” e o espetáculo “A Gente cabe, mas se esquece” do Grupo Primitivos.

 Além disso, o secretário municipal de Cultura, Wanderson Lana falou sobre os projetos artísticos do município e a Escola Municipal de Teatro como exemplo de gestão no seguimento.

 Dentro UDESC já são desenvolvidas quatro pesquisas sobre a cena teatral de Primavera do Leste. Dessa forma, um projeto que mudou, impactou e continua impactando a vida de muitas crianças, adolescentes e jovens, passa a inspirar e servir de modelo em outros cantos do país.

 A Escola Municipal de Teatro é mantida pela Prefeitura de Primavera do Leste, atende uma média de 340 alunos por semestre, de maneira descentralizada, em 10 pontos diferentes da cidade, além de duas comunidades rurais e é gerida pela Associação Cultural Teatro Faces.

 Na Udesc esteve presente também representante do Ponto Faces de Cultura, que faz trabalhos nas áreas da dança, teatro, cinema, literatura, circo e artes visuais, em parceria com a Escola Municipal de Teatro.

Fonte: AMM
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Prefeito Fabio Garbugio e vereadores acompanham solenidade de inauguração de trecho da MT-100

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O prefeito de Alto Taquari, Fabio Garbugio, retornando à prefeitura na última segunda-feira (11/11), participou da solenidade de inauguração das praças de pedágio e da reconstrução do trecho de 91,4 km da Rodovia MT-100, entre Alto Taquari e Alto Araguaia, de responsabilidade da empresa concessionária Via Brasil. O evento contou com a participação do governador Mauro Mendes, do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho; do deputado federal Neri Geller; dos deputados estaduais Max Russi, Ondanir Bortolini (Nininho), Paulo Araújo, Sebastião Rezende e Thiago Silva; do prefeito de Alto Araguaia, Gustavo Melo, entre outros prefeitos e vereadores de toda a região, executivos da Via Brasil e produtores rurais.

Também presentes o presidente da Câmara Municipal de Alto Taquari, vereador Leandro Almeida e os vereadores Euds Oliveira, Edislei Amorim (Barriga), Sinésio Rodrigues e Volmir Pedro Ebling (Pedrão). Na primeira parte do evento, realizada em Alto Taquari, compareceram ainda os vereadores Elginar Rodrigues (Nego do Park) e Márcia Buscariol. Os ex-prefeitos Lairto Sperandio e Arnaldo Buscariol (Senhor Dino) prestigiaram as solenidades.

Em Alto Taquari, no marco 0 da rodovia, na divisa com o estado de Mato Grosso do Sul, foi promovido o ato simbólico de descerramento da placa de inauguração desta importante conquista para Alto Taquari, Alto Araguaia e para todo o estado de Mato Grosso. Posteriormente, as comitivas seguiram em comboio para Alto Araguaia, onde as autoridades discursaram e finalizaram a cerimônia.

Esta melhoria na rodovia beneficiará mais de 20 mil moradores de Alto Araguaia e Alto Taquari, além dos motoristas que percorrem o trecho diariamente.

Cobranças Durante o encontro com o governador Mauro Mendes, o prefeito Fabio Garbugio teve uma importante conversa no sentido de buscar melhorias para Alto Taquari, propondo investimentos em diversas áreas carentes do município. O governador, por sua vez, se colocou à disposição do prefeito para as demandas que forem necessárias.

Concessão A concessão foi realizada pela Sinfra em 2018, durante leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Somente neste primeiro ano, quase R$ 50 milhões foram investidos em serviços de pavimentação, sinalização horizontal e vertical, radiocomunicação e edificações operacionais e de apoio aos usuários. Em cinco anos, os investimentos somarão R$ 205 milhões e em 30 anos este número chegará a R$ 745 milhões.

O presidente da Via Brasil, César Menezes, já percebeu o aumento na trafegabilidade da rodovia a partir das obras de recuperação. Segundo ele, passam pelo trecho um montante de 9 mil eixos diariamente e a tendência é de que este número aumente. Para isso, novas obras de melhorias já estão asseguradas.

“Ainda estão previstas as obras de implantação de acostamento, a construção de contornos em Alto Taquari e Alto Araguaia, que vão desviar o tráfego da região central dos dois municípios, bem como outras melhorias do pavimento”, pontuou o presidente da concessionária.

Pedágio O contrato será regulado e fiscalizado pela Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT). Somente após a liberação por parte da agência, a concessionária poderá implantar a cobrança do pedágio. O trecho concessionado de Alto Araguaia a Alto Taquari prevê duas praças de pedágio, sendo a primeira no km 11 e a segunda no Km 83 da rodovia.

“Cabe à Ager fiscalizar e regular este contrato para manter ele viável e um preço justo para a sociedade. Caso haja irregularidades, a Ager pode multar a concessionária. A rodovia terá fiscalização com câmeras das quais a Sesp, a Sinfra e a Ager também terão acesso. Então esta é uma concessão moderna como Mato Grosso merece. O governador Mauro Mendes está de parabéns ao inaugurar uma concessão com benefício extremo para a sociedade”, destacou o presidente da Ager, Fábio Calmon.

Fonte: AMM
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Seminário discutiu ensino étnico-racial nas escolas de Cuiabá

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Como parte das comemorações pelo Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), um seminário realizado e promovido pelos conselhos municipais de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR) e da Educação (CME) discutiu a implementação de políticas públicas e ações afirmativas no ensino municipal. O encontro reuniu diretores e coordenadores das unidades educacionais, especialistas, mestres, doutores e pesquisadores, além de membros do movimento negro em Cuiabá e no estado. Os participantes avaliaram a implementação da Lei 10.639, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação tornando obrigatória a inclusão do ensino étnico-racial, história da África, Afro-brasileira, arte e cultura nas escolas da rede municipal.

Durante o evento, o assessor pedagógico e especialista em ensino étnico-racial, Edmilson Marques de Moraes, falou sobre o tema e disse que o Município trabalha desde 2004, em várias frentes, visando a implementação e desenvolvimento do assunto nas salas de aula. “Como a gente consegue enxergar o negro na nossa sociedade, como podemos mudar a realidade dos livros didáticos e o contexto das unidades educacionais com os nossos alunos? A partir desses questionamentos, a rede municipal de ensino trouxe inúmeras discussões e vem trazendo até hoje”, observou ele. Esse processo, segundo o especialista, acabou por resultar na produção de uma matriz curricular em 2011, além de uma portaria de 2012 do Conselho Municipal de Educação, e de uma gama de outras discussões nas escolas, tendo como referência os direitos humanos, na sua totalidade.

“Enxergar e valorizar o outro dentro de suas características fenotípicas e religiosas, respeitar o ser humano e trazer desde a educação infantil até a educação de jovens e adultos, o respeito aos direitos humanos e a diversidade. Os alunos estão discutindo a questão de uma forma positiva em projetos como o Trabalhando as Diferenças, Superando o Preconceito e outros”, ressaltou Edmilson Moraes.

Para o especialista, não é fácil superar a questão e desmitificar o racismo e o preconceito, mas a discussão tem que ser feita. “Vai demorar um tempo até que possamos quebrar o preconceito, o racismo, mas não podemos desistir de enfrentar essas questões no nosso dia a dia e a escola assume um papel fundamental nesse processo”, disse Edmilson Marques.

Com base na matriz curricular tem sido possível trabalhar o tema no ensino da história, da arte e da música de uma forma interdisciplinar e abrangendo as diferentes áreas do conhecimento, o que tem possibilitado discussões riquíssimas envolvendo a comunidade escolar.

O presidente do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Cuiabá, Edvande Pinto de França destacou a excelência do Seminário Políticas Públicas e Ações Afirmativas na Rede de Ensino de Cuiabá e das discussões, que refletiram sobre o racismo e como mudar esse quadro. Segundo ele, a implementação de políticas públicas e ações afirmativas na rede de Ensino de Cuiabá, é resultado de uma agenda de trabalho positiva. “Cuiabá tem relatos de experiências em várias escolas do Município. São experiências exitosas, mas ainda é preciso quebrar algumas resistências, como por exemplo, em relação à religiosidade de matriz africana”, destacou o presidente do CMPIR, Edvande Pinto reconhecendo o avanço da escola cuiabana, em passos largos e o quanto isso é salutar para a Educação e também para o processo democrático.

O presidente do Conselho Municipal de Educação (CME), Luiz Jorge lembrou que mais uma vez o seminário cumpre o seu objetivo trazendo a sociedade para o debate sobre a lei 10. 639. “O seminário traz esse tema, para que a gente possa conhecer as experiências que estão acontecendo nas unidades escolares e, até que ponto a lei está sendo respeitada, e como está sendo implementada”, disse Luiz Jorge. Na sua avaliação, é necessário fortalecer o trabalho visando a efetivação e prática da lei, tanto na educação pública quanto na rede privada. “A lei é pra todos, para as redes privadas, públicas ou filantrópicas é uma lei geral para o país inteiro e ela tem que ser respeitada”, concluiu o presidente.

Fonte: AMM
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