conecte-se conosco


Política MT

TCE inicia fiscalização de leitos disponíveis na rede pública para atender vítimas do coronavírus

Publicado

O presidente do TCE, conselheiro Guilherme Maluf

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) inicia nesta terça-feira (31) um trabalho de fiscalização em torno dos leitos disponíveis em Mato Grosso para atender os casos de coronavírus. A informação é do presidente do TCE, conselheiro Guilherme Maluf, que participou de reunião no Palácio Paiaguás durante toda à tarde de segunda-feira (30), com os chefes de poderes do Estado.

“Vamos manter esse grupo de discussão aberto. É muito importante que todos os entes somem forças nesse momento para prevenir a disseminação do vírus”, disse Maluf. Segundo ele, uma das definições foi em torno de uma fiscalização que o Tribunal inicia para constatar a real situação da capacidade de leitos no Estado. “Vamos ver se realmente a população pode dispor desses leitos. Vamos fiscalizar os leitos que o governador e o secretário dizem que existem na rede. Vamos fazer essa fiscalização in loco para ver se os leitos existem, se estão à disposição da população”, disse o presidente do TCE.

A fiscalização, conforme Maluf, começa imediatamente. “Em dois dias já queremos saber a real situação dos leitos, para ver se estão à disposição do governo”, adiantou. “No âmbito do Tribunal de Contas, estamos tomando as providências necessárias, sempre de acordo com as orientações das autoridades sanitárias. Vamos manter a quarentena até o dia 12 no Tribunal. No dia 13 retomamos as atividades,  embora com efetivo reduzido, só com as pessoas que tem menos de 35 anos. Já temos sessão do pleno marcada para o dia 14, e será virtual”.

O presidente do TCE-MT reforçou que as reuniões são importantes para reforçar as medidas já adotadas pelos poderes e órgãos independentes – sendo que todos já definiram trabalho home office, liberação de servidores em grupo de risco, além de uma série de medidas voltadas a prevenção da proliferação do coronavírus.

“Todos os chefes de poderes presentes também fizeram sugestões, e definimos que essa reunião são importantes para tratarmos o que é prioritário: que é cuidar da saúde da população”, completou.

 

 

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

Estado reduz despesas em mais de R$ 1 bilhão em doze meses; relatório será entregue nesta segunda-feira ao TCE

Publicado

Relatório da Controladoria mostrou que Estado cortou gastos e incrementou receitas

O Governo de Mato Grosso reduziu suas despesas em R$ 1,03 bilhão durante o ano de 2019. A informação consta no Relatório Técnico Conclusivo das Contas do ano passado, elaborado por auditores da Controladoria Geral do Estado.

O documento será entregue nesta segunda-feira (1) ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) pelo governador Mauro Mendes, juntamente com o controlador-geral do Estado, Emerson Hideki, e os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil) e Rogério Gallo (Fazenda).

“Esse resultado é fruto das medidas que tomamos desde o início da gestão, quando encontramos o Estado em uma situação muito difícil, com mais de R$ 4 bilhões em dívidas. Reduzimos de 25 para 16 secretarias, cortamos cargos, renegociamos contratos e dívidas bancárias, fizemos ajustes fiscais necessários e também criamos um ambiente menos burocrático, que incentiva os investimentos e fortalece a economia”, afirmou o governador.

A auditoria da CGE mostrou que a Lei Orçamentária Anual (LOA) estimou que o Estado teria uma receita total de R$ 19,2 bilhões e despesas na ordem de R$ 20,9 bilhões. Desta forma, a previsão era que o Governo encerraria o ano com déficit bilionário.

Porém, com as medidas tomadas pela gestão, foi possível incrementar a receita para R$ 20,7 bilhões. Já as despesas estimadas inicialmente em R$ 20,9 bilhões foram reduzidas para R$ 19,8 bilhões, ou seja, uma economia de R$ 1.031.287.895 bilhão.

Além da redução de despesas, a auditoria demonstrou que o Governo conseguiu “virar o jogo” em 2019, tendo conseguido angariar mais receitas (R$ 20,7 bilhões) do que despesas (R$ 19,8 bilhões), o que não acontecia desde 2015.

“Verifica-se que no exercício de 2019 houve resultado orçamentário positivo de R$ 870,6 milhões”, diz trecho da auditoria.

É importante destacar que a economia foi possível sem comprometer os serviços essenciais. Pelo contrário, todos os repasses aos Poderes e municípios, relativos a 2019, foram pagos rigorosamente em dia.

Menos dívidas

Outro dado positivo trazido pelo relatório foi a redução significativa dos restos a pagar. “Em comparação com o exercício de 2018, a diferença foi de R$ 680,9 milhões, ou seja, queda de 28,7%”, afirmou a CGE.

Na prática, isso significa que o Estado eliminou boa parte do estoque das dívidas deixadas em gestões anteriores. O relatório também constatou que o Estado de Mato Grosso incrementou as receitas primárias em 3% e reduziu as despesas primárias em 7,9%, além de ter cumprido com os repasses definidos em lei para Educação e Saúde e observado as normas para o teto de gastos e o Regime de Recuperação Fiscal.

 

 

 

 

 

 

 

Continue lendo

Política MT

Wilson Santos nega interesse em assumir liderança do governo na ALMT e defende permanência de Dilmar

Publicado


Tucano, que já exerceu a função no governo Pedro Taques, também negou que foi convidado para atuar novamente como líder

O deputado Wilson Santos (PSDB), em conversa com jornalistas no Palácio Paiaguás, durante assinatura de termo de cooperação entre o governo do estado e prefeituras para a construção de três mil novas unidades habitacionais em 25 cidades do interior, disse que a decisão do governo federal em condicionar o auxílio aos estados e municípios, por conta da pandemia, ao não aumento salarial dos servidores públicos até dezembro de 2021, é normal. Santos falou ainda dos professores interinos e afirmou que não está pronto para desenvolver, mais uma vez, o papel de líder de governo.

“A condicionante do governo federal é normal.  É uma decisão federal onde as 27 unidades da federação, os 5.570 municípios, vão obedecer”, disse o parlamentar.

Quanto assumir a liderança de governo no Parlamento, caso o deputado Dilmar Dal´Bosco (DEM), entregue o cargo depois da votação da reforma da previdência, Wilson Santos descartou. “Não estou pronto. Essa missão é do nosso líder Dilmar Dal´Bosco, em nenhum momento foi oferecido a mim essa liderança, em nenhum momento eu solicitei essa liderança, é um cargo muito pesado, espero que o deputado Dilmar continue exercendo como vem fazendo, de maneira eficiente e de maneira produtiva não só para o governo, mas para a sociedade”, declarou.

Sobre os professores interinos, Wilson Santos argumenta que o governo abriu a possibilidade do diálogo. “Mais dia menos dia vamos encontrar uma saída. É uma situação grave a dos professores interinos, merece sensibilidade social”, afirmou.

Conforme o parlamentar, os deputados também farão sugestões ao governo. “Nós vamos fazer sugestões também, estou acreditando que conseguiremos dar uma resposta positiva dentro da legalidade. O que nós não podemos é empurrar este ou aquele secretário para um ato de improbidade, que daí tem a perda do cargo, a reparação financeira ao erário, o bloqueio de bens e perda dos direitos políticos”, disse.

Segundo Wilson Santos, esse assunto merece cautela. “Não vamos assinar embaixo um ato de improbidade, mas vamos continuar dialogando com a Casa Civil até encontrarmos um entendimento que possa, nesse momento de pandemia, vir ao encontro das necessidades desses 2.400 professores interinos”.

O tucano sugere um voucher aos professores interinos. “Minha sugestão é que a gente faça um voucher, através da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, e que depois esse dinheiro adiantado possa ser descontado dos professores mês a mês. Mas nesse momento eles precisam desse socorro financeiro”, completou.

 

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana