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Política MT

TCE e Atricon assinam acordo de cooperação para execução de programas e projetos estratégicos

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Os conselheiros Cezar Miola, presidente da Atricon, e José Carlos Novelli, presidente do TCE-MT [Fotos – Tony Ribeiro]

Com foco na execução conjunta, colaborativa e coordenada de programas e projetos estratégicos, os presidentes do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro José Carlos Novelli, e da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), conselheiro Cezar Miola, assinaram acordo de cooperação técnica na manhã desta quinta-feira (7).

O fortalecimento de laços das instituições tem por objetivo o aprimoramento do Sistema Tribunais de Contas do Brasil e da gestão pública e abrange, especialmente, a articulação interinstitucional, as ações de fiscalização, o intercâmbio de conhecimentos, experiências, tecnologias e recursos materiais e humanos, a realização de eventos e ações educativas.

“Essa assinatura é mais um motivo de orgulho, pois dá continuidade ao processo de colaboratividade do Tribunal de Contas com relação às ações que a Atricon desempenha, não só em Mato Grosso, mas em todos os tribunais de contas do Brasil. É um momento de alegria extrema poder contribuir para que o Tribunal de Contas não só transforme a administração pública municipal em referência nacional, mas também para que a Atricon estenda isso para o Brasil todo”, declarou Novelli, que recebeu Miola em seu gabinete, acompanhado do vice-presidente executivo da Atricon, Edilson de Sousa Silva.

Conforme o presidente da Atricon, a relação entre as duas instituições vem se fortalecendo cada vez mais. “O TCE-MT tem auxiliado muito o controle externo brasileiro, através de diferentes mecanismos, seja na questão da infraestrutura, no suporte ao Programa Nacional de Transparência, disponibilização da Plataforma Radar. Enfim, uma série de mecanismos concretos de colaboração que eu diria que, hoje, foram formalizados”.

Na oportunidade, os presidentes também fizeram uma participação virtual ao vivo no Conexão TCE, realizado em Barra do Garças nesta quinta-feira. “Tivemos a oportunidade inédita de eles poderem participar do nosso Conexão TCE, que contou com mais de 600 pessoas, entre prefeitos, vereadores, secretários, equipe técnica do TCE e os conselheiros Antonio Joaquim, Waldir Teis e Sérgio Ricardo”.

Miola destacou a importância da participação da Atricon no encontro regional de capacitação. “Quero agradecer ao presidente que nos propiciou essa participação. Nossa inserção tem muito significado, não apenas a presença da Atricon aqui no TCE de Mato Grosso, mas usando a ferramenta da tecnologia, que é cada vez mais presente na nossa vida, na vida do controle externo. Tivemos uma série de convergências positivas nessa visita ao TCE-MT”.

Na ocasião, o presidente da Atricon também elogiou a atuação da atual gestão do TCE-MT, o equilíbrio que tem desempenhado entre orientação e fiscalização, com foco em tornar a administração pública municipal em referência nacional e o novo modelo fiscalizatório implementado, que já permitiu uma redução de 40% do estoque processual.

“Eu avalio como muito positiva e fico muito feliz em ter encontrado aqui algumas experiências que eu chamo de dialógica do controle externo.  Sem abrir mão das competências constitucionais, verdadeiramente, dar as mãos ao administrador, porque o que se quer do estado é que ele seja capaz de desemprenhar o seu papel resolutivo, para que o cidadão seja respeitado, o processo democrático valorizado e que as políticas públicas cumpram efetivamente com seu desenho”, salientou.

Miola disse acreditar que esse é o caminho que está sendo seguido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso. “É um olhar abrangente, fiscalizador e ao mesmo tempo colaborativo. O Conexão TCE, que vimos hoje, cumpre bem esse papel de apresentar o tribunal de contas como um aliado para concretização dos direitos fundamentais, um organismo fundamental nesse processo. É o Tribunal de Contas realizando um trabalho preventivo, pedagógico e apenas, eventualmente, sancionador”.

O vice-presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Valter Albano, e o conselheiro Domingos Neto, também participaram da reunião.

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Médica diz que pedirá votos para Mauro, mas descarta apoio a Wellington ou Neri: “Eles não me representam”

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Fora da disputa ao Senado, Natasha Slhessarenko ainda revelou voto na chapa Lula-Alckim para a presidência

Após anunciar o recuo da disputa ao Senado, a médica e professora universitária Natasha Slhessarenko (PSB) confirmou que vai pedir votos para o governador Mauro Mendes (UB), candidato majoritário escolhido pelo PSB para compor aliança, e para a chapa presidencial Lula/Alckmin, visto que o vice pertence à sigla. Ao ser questionada, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), como se posicionaria para o Senado, Natasha foi enfática ao dizer que nenhum dos candidatos colocados a representam. Diante disso, não fará campanha para Wellington Fagundes (PL), que integra o grupo liderado por Mauro Mendes.

“Para senador, não voto em nenhum, porque nenhum deles me representa”, disparou. “Eu não sou mais candidata e isso me dói muito. Minha maior tristeza é dia 2 de outubro o eleitor ter que escolher entre os que estão aí. Queria estar lá para disputar, para ser um nome diferente, uma opção para a população”, completou.

Natasha explicou que não declarou apoio à chapa Lula/Alckmin antes porque estava sentindo o comportamento da federação em Mato Grosso. “Eu precisava sentir um pouco daqui. Nunca consegui ter aproximação com a federação, apesar de ter tentado, ter conversado com várias pessoas do PT, do PV, na tentativa de estar próxima da federação, dentro da lógica de estar mais alinhada à nacional, mas isso nunca foi possível. É tão duro você enquanto candidata abraçar sem ser abraçada. Por que eu iria assumir se eu não seria a candidata dele?”, argumentou.

A médica afirmou que esperava ter sido a escolhida para ser a majoritária da federação em Mato Grosso, levando em consideração a lógica, uma vez que nacionalmente o PSB caminha com a federação.  “Só que dentro da política a lógica não é uma premissa”, asseverou.

Apesar de ter musculatura para disputar uma vaga proporcional, seja ela para a Assembleia Legislativa ou Câmara Federal, Natasha ponderou que seria desleal com todos os pré-candidatos e pré-candidatas com quem esteve no decorrer da pré-campanha. Por isso, decidiu não disputar qualquer cargo nas eleições deste ano.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, acentuou que a candidatura de Natasha fortaleceria o partido, mas entende o posicionamento da médica. “É da minha essência. Eu tinha combinado com todas as pessoas na pré-campanha. Eu entrei na casa delas, falei com familiares, amigos. Seria desleal e antiético. Para mim não é demérito algum, daqui a dois anos posso sair vereadora, mas a questão é o compromisso. Tenho valores arraigados. Eu fui dentro da casa das pessoas, me apresentei. De repente vou retroceder e concorrer com aquela pessoa que estava ali”, explicou.

Já para disputar a federal, Natasha teria que retirar a sua mãe da chapa, a ex-senadora Serys Slhessarenko, possibilidade fora de cogitação, uma vez que Serys atendeu a uma convocação do partido.

 

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Deputado federal Dr. Leonardo critica planos de saúde e defende derrubada do rol taxativo

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Em entrevista concedida ao jornalista Carlos Alexandre de Souza, editor de política do jornal Correio Braziliense, o deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) falou sobre a luta para a derrubada, na Câmara Federal, do chamado Rol Taxativo.
A matéria passou pela Câmara e agora vai para a análise do Senado. Caso seja novamente aprovada, a medida irá beneficiar muitas famílias brasileiras que lutam para que determinados tratamentos médicos, para doenças raras ou graves, sejam plenamente atendidos pelos planos de saúde.
Médico de profissão e pai de um filho autista, o deputado Dr. Leonardo acompanha de perto o drama das famílias brasileiras, que ficaram consternadas com a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que liberou os planos de saúde da obrigatoriedade de cobrirem alguns tipos de tratamentos ou medicações.
“Isso é um absurdo! Até porque o rol taxativo mata”, declarou o deputado Dr. Leonardo, que é o coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. Ele destacou a luta das famílias contra os planos que se recusaram a cobrir o tratamento de doenças que não estão na lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“Houve uma movimentação muito grande dos pais e mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o meu filho é autista também, porque os planos passaram a se recusar principalmente algumas terapias, porque é multifatorial este tipo de tratamento”, explicou o deputado.
“Queremos a derrubada do rol taxativo que foi aprovado pelo STJ, e defendemos o rol exemplificativo que garantirá sempre o melhor tratamento para o paciente”, disse o deputado, ressaltando que a decisão do Congresso poderá possibilitar a continuidade de tratamentos de saúde que poderiam ser excluídos da cobertura dos planos particulares.

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