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Política MT

Tangará da Serra pode ganhar Hospital Regional

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A saúde pública do município de Tangará da Serra (242 km de Cuiabá) necessita de ações emergenciais na busca de atender o grande número de pacientes que buscam atendimento hospitalar até mesmo em cidade próxima. O deputado Paulo Araújo (PP) apresentou a Indicação n° 342/20, na sessão do último dia 5, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), solicitando ao governo do estado a implantação de um Hospital Regional de Saúde para a localidade.

“Com a implantação da estadualização da média e alta complexidade em Tangará da Serra proporcionará a promoção da saúde, comodidade e maior humanização, que é indicado pela Organização Mundial da Saúde e pela Vigilância Sanitária hospitalar”, justificou Araújo.

Conforme o deputado, a implantação dessa estrutura representará avanços para toda a região. “Tangará da Serra possui profissionais qualificados que atendem na rede privada, porém, com relação ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) até mesmo para uma cirurgia, os usuários precisam se deslocar para Barra do Bugres (distante 165 km de Cuiabá), o que acaba por inviabilizar esse tipo de procedimento”, argumentou Paulo Araújo.

O parlamentar ressaltou ainda que o hospital do SUS de Barra dos Bugres não possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Além disso, o hospital de Tangará Deisy de Brito possui estrutura física invejável, mesmo sendo considerado umas das melhores do estado, não atende tratamento de média e alta complexidade.

Tapa-buraco – O deputado também indicou n° 343/20 ao secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, a necessidade de fazer uma ação de recuperação na MT-358, entre o município de Barra do Bugres (distante 165 km de Cuiabá) e Nova Olímpia (distante 204 km de Cuiabá). O parlamentar explicou que os buracos na pista se multiplicam dia a dia, colocando em risco a vida das pessoas que precisam passar pelo trecho.

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Política MT

Estado cumpre calendário e paga folha salarial de novembro aos servidores nesta terça-feira

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Folha de pagamento de novembro chega a R$ 535 milhões

O Governo do Estado paga, nesta terça-feira (30), os salários e proventos do mês de novembro dos servidores públicos ativos, inativos e pensionistas. A folha de pagamento líquida deste mês, segundo a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, da Secretaria de Fazenda, foi de R$ 535.376.562,46.

Desse total R$ 350.816.123,91 destinam-se ao pagamento dos servidores ativos e R$ 184.560.438,55 para inativos e pensionistas. Vão receber salários e proventos cerca de 115 mil pessoas. As ordens de pagamento foram encaminhadas ao Banco do Brasil nesta segunda-feira (29).

Até meio dia de terça-feira todos os depósitos já terão sido processados pelo Banco do Brasil. Os valores estarão liberados tanto para quem tem contas no Banco do Brasil, como para aqueles que fizeram portabilidade a outros bancos.

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Política MT

Projeto cria política estadual de valorização da mulher no campo

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou à Assembleia Legislativa da Mato Grosso (Almt), no último dia 10, o Projeto de Lei nº 1045/2021, que institui a política estadual de valorização da mulher no campo. O objetivo é fomentar a atividade rural das mulheres, sua inclusão qualificada na atividade agrícola com o desenvolvimento de ações que resultem no respeito à sua capacidade produtiva e suas potencialidades profissionais, bem como na asseguração à sua plenitude emocional, física e psíquica.

Para o parlamentar, a realidade rural termina por constituir-se num espaço de múltiplas formas de desigualdades sociais, de discriminação, de violência doméstica, de gênero e patrimonial o que, por conseguinte, traduz-se numa conjuntura de desvalorização do trabalho agrícola exercido pela mulher, ocasionando em dificuldades impostas com relação ao acesso à terra, a créditos e a insumos agrícolas.

De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras, publicado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), em 2011, dos 27,1% de empregos permanentes na agropecuária, somente 5,1% eram ocupados por mulheres. De modo inversamente proporcional, as mulheres lideram as estatísticas somente no que tange o trabalho agrícola não remunerado, correspondendo a cerca de 30,7% dos que exercem a atividade sem expectativa de ganho monetário, enquanto os homens representam cerca de 11,1% na mesma situação.

“É importante evidenciar também que, apesar de ganharem menos e exercerem a maior parte dos trabalhos rurais não remunerados, as mulheres chegam a gastar até 90% de sua renda com a família, enquanto que entre os homens o gasto fica em torno de 30 a 40%”, explicou Barranco.

Ainda em sua justificativa para o projeto, o deputado afirmou que a trabalhadora rural exerce um relevante papel como provedora de suas famílias, por meio da agricultura de subsistência, em especial nos países em desenvolvimento, e são as primeiras a serem afetadas pelos impactos de produtos químicos perigosos no ambiente, principalmente pelos pesticidas.

“Assim sendo, a superação desta situação adentra na modificação das relações de gênero a partir de ações emancipatórias e construção da autonomia da mulher camponesa e somente através de sua participação nos diversos espaços de poder, será possível romper com a lógica histórica que permeia as desigualdades de gênero e de desvalorização do seu trabalho no meio rural e nos demais setores da sociedade”, defendeu o parlamentar.

Fonte: ALMT

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