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Tainan concilia personalidade extrovertida com seriedade na arbitragem

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Aos 24 anos, Tainan já figura no quadro nacional de arbitragem. A árbitra participa até domingo (21) do 1º Curso Regional para arbitragem feminina da CBF

I Curso de Regional para Árbitras e Assistentes da Confederação Brasileira de Futebol.

Créditos: Laura Zago

“Eu sempre sonhei em ser árbitra central”, a fala de Tainan Somensi, de 24 anos, retrata um caminho ainda pouco seguido pelas mulheres. Até domingo (21), ela e mais vinte árbitras e assistentes do sul do país participam do 1º Curso Regional para arbitragem feminina da CBF, em Blumenau, Santa Catarina, que acontece com apoio da Federação Catarinense de Futebol (FCF). O objetivo é capacitar e qualificar mulheres que exerçam a função no campo de jogo. 

Natural de Balneário Camburiu, Tainan é a caçula do grupo que realiza o curso. Aos 17 anos começou na arbitragem apitando jogos de várzea, desde então, tem colecionado conquistas e realizações na carreira. Há cinco anos atingiu os pré-requisitos necessários para chegar ao quadro nacional de árbitros da CBF e quer além: “almejo o quadro da Fifa e vou lutar para isso”, diz. 

Tainan concilia personalidade extrovertida com seriedade na arbitragem

Tainan concilia personalidade extrovertida com seriedade na arbitragem
Créditos: Laura Zago

Pelas companheiras de turma, a descrição de Tainan não corresponde em nada o que é dentro de campo: “Ela é muito animada e extrovertida, é um doce, está sempre com um sorriso no rosto”. Para atuar dentro das quatro linhas, a também estudante de fisioterapia muda totalmente a fisionomia e afirma ser dura. 

– Dentro de campo muda um pouco essa relação, eu fico mais séria, preciso me impor, mas sempre tem aqueles momentos que podemos ser mais flexíveis e conversar na medida do possível. Mas sou outra pessoa dentro de campo, com certeza sou! (risos) – afirma Tainan. 

A mais nova da turma divide a sala com postulantes ao quadro nacional de arbitragem da CBF. No total, nesta edição do curso, oito árbitras/assistentes figuram nesta lista e treze querem chegar lá. Incentivar futuras mulheres e se capacitar são as duas mensagens que ela leva do curso.

– Me vejo nas meninas, a gente continua com aquela vontade, com aquela garra, por isso que a gente tá aqui. Vejo os olhos delas brilhando! É muito gostoso a gente poder contribuir um pouco, nós mais experientes, podemos compartilhar os nossos conhecimentos e sempre continuar aperfeiçoando os nossos conceitos também – conclui. 

Neste sábado (19), Tainan Somensi comanda a partida entre Avaí/Kindermann e Corinthians, auxiliada pelas assistentes Luciane dos Santos e Gizeli Casaril, Evandro Tiago Bender, como 4º árbitro. O duelo válido pela quinta rodada do Brasileirão Feminina terá transmissão ao vivo, a partir das 14h, no Twitter através do perfil @BRFeminino.

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Campeão olímpico diz que subestimou novo coronavírus

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O russo Abdulrashid Sadulaev, campeão olímpico do wrestling nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), afirmou que subestimava o novo coronavírus (covid-19) até ser infectado por ele.

“Admito que, como a maioria de meus compatriotas, também não dei importância ao coronavírus […]. Realmente subestimamos a doença, só começamos a sentir seu perigo e ameaça quando ela bateu à nossa porta”, declarou o atleta em uma postagem nas redes sociais.

Sadulaev, que é natural do Daguestão (região que fica no sudoeste da Rússia), afirma que o isolamento social é o melhor caminho para combater a proliferação do covid-19: “Precisamos cuidar não apenas de nós mesmos, mas também das pessoas que estão ao nosso redor, especialmente de nossos idosos. E as pessoas com doenças crônicas sofrem seriamente […]. Entendo que ficar em casa pelo terceiro mês não é uma tarefa fácil, mas precisamos mostrar um pouco de paciência […]. Esta é a nossa única saída, o alívio vem depois de todo fardo”.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Confederação Brasileira de Basquete lamenta morte de Édio Alves

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A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou nesta segunda (25) a morte de Édio Alves, de 88 anos de idade e que atuou na entidade por 55 anos em diversas posições, entre elas de secretário-geral. A causa da morte foi o novo coronavírus (covid-19).

Seu Édio, como era conhecido, atuou na CBB da década de 1960 até o ano de 2017, acompanhando praticamente todos os títulos e medalhas conquistadas pelo basquete brasileiro, como o Mundial masculino de 1963, o bronze no Mundial feminino de 1971, o título Mundial feminino de 1994, e todas as medalhas olímpicas do masculino e do feminino, além de Sul-Americanos, Copas Américas e outras competições internacionais.

“Seu Édio foi um dos maiores responsáveis pelo basquete brasileiro por 55 anos, grande parte da história da CBB. Uma pessoa humana, séria, educada, sensível, que representava o basquete brasileiro internamente. Todas as pessoas sabem a sua importância. Um grande executivo, antes mesmo de se usar essas palavras nesse meio. Uma figura fantástica”, declarou o presidente da CBB, Guy Peixoto.

Edição: Fábio Lisboa

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