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Suspeito de matar a própria mãe, jovem declara luto nas redes sociais

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Bruno Eustáquio é suspeito da morte da mãe, Márcia Lanzane, em dezembro de 2020
Reprodução/redes sociais

Bruno Eustáquio é suspeito da morte da mãe, Márcia Lanzane, em dezembro de 2020

Segundo conclusão da Polícia Civil de São Paulo, o autor da morte de Márcia Lanzane, de 44 anos, falecida no Guarujá (SP), em dezembro de 2020, é seu próprio filho, o jovem Bruno Eustáquio de 23 anos. 

No dia do crime, o bacharel em direito e a mãe teriam discutido e acabado trocando tapas e arranhões. Segundo a versão do assassino, ele segurou o pescoço da mãe na tentativa de segurá-la para cessar a briga e não para matá-la. À defesa, ele nega que o ato tenha provocado a morte de Márcia e disse que conversou com ela em seguida.

Imagens de câmera de segurança dentro do imóvel registraram as agressões e a asfixia da vítima. O aparelho que armazena os vídeos foi encontrado dentro do forno do fogão.

Depois do crime, o jovem, que era filho único, usou as redes sociais para homenagear a mãe com declarações de amor, o que gerou revolta em familiares da vítima.

De acordo com eles, mesmo com a sendo considerado suspeito pela polícia, Bruno passou a usar as redes sociais para homenagear a mãe. No Dia das Mães deste ano ele teria publicadoque amará a mãe “pelo resto da vida”

“Obrigado por tudo, meu amor! Eu te amarei pelo resto da minha vida enquanto eu viver!”, escreveu.

Mesmo sendo suspeito da Polícia Civil, Bruno faz homenagens à mãe nas redes sociais
Reprodução/redes sociais

Mesmo sendo suspeito da Polícia Civil, Bruno faz homenagens à mãe nas redes sociais

A família de Márcia não considera que as postagens demonstram arrependimento do suspeito. As homenagens causam sentimento de revolta nos parentes.

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“Isso é revoltante porque eu ajudei a Márcia a criar o Bruno e ele sempre foi muito educado comigo. Só que em relação à mãe, os dois sempre discutiram, porém sem gravidade. O que mais dói é que ele ainda fica tirando onda disso nas redes sociais. Mandaram print para mim de uma postagem dele no Dia das Mães. Ele não tem arrependimento algum”, afirmou Minerva Lanzane, irmã da vítima.

Bruno escreveu uma homenagem no Dia das Mães
Reprodução/redes sociais

Bruno escreveu uma homenagem no Dia das Mães

Márcia foi morta em sua casa, no bairro Sítio Cachoeirinha, em Guarujá, em 22 de dezembro de 2020. Inicialmente, o bacharel em direito teria relatado aos demais familiares que a mãe morreu em decorrência de um acidente. Segundo a defesa de Bruno, ele confessou à Polícia Civil que esganou a mãe, mas que não a matou.

Contudo, Bruno Eustáquio foi indiciado por homicídio doloso, que é quando existe a intenção de matar. O inquérito foi concluído em 31 de maio e remetido ao MP (Ministério Público), que decidirá se ofertará a denúncia à Justiça ou fará novas diligências.

“A gente já esperava esse indiciamento da polícia porque estávamos acompanhando de perto a investigação. Quando minha outra irmã foi liberar o corpo da Márcia, o legista disse que seria assassinato. A família muito abalada, não percebeu na hora que não era um acidente”, disse Minerva.

O advogado do suspeito, Ricardo Real Soares, informou ao UOL que vai recorrer da decisão da prisão preventiva, mas pondera que não foi notificado. Ele ainda sustentou que Bruno não esganou a mãe com a intenção de tirar a vida dela.

“Estamos tentando revogar a prisão dele e caso não tenhamos êxito, a intenção dele é se entregar, mas ainda não fomos intimados da decisão”, assegurou o advogado.

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GO: Policial agride homem em bar com coronhadas na cabeça; assista

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Tenente Wilson Silva Oliveira, que agrediu um cidadão, também é gerente de atendimento do Procon de Goiás.
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Tenente Wilson Silva Oliveira, que agrediu um cidadão, também é gerente de atendimento do Procon de Goiás.

Um bar em Santa Terezinha de  Goiás foi palco de uma situação incomum: um policial militar foi flagrado, na noite do último sábado (24), com sua arma de fogo na mão agredindo um cidadão com golpes na cabeça. Seu nome é Wilson Silva Oliveira, tenente e gerente de atendimento do Procon de Goiás. As informações são do portal G1.


Nas imagens, é possível observar que o tenente Wilson dá dois chutes no rapaz e o empurra. O homem não revida e nem reage as agressões. Em todo o momento da gravação, o policial encontra-se com a mão em sua mão.

Depois de chuta o rapaz, o servidor público bate com a arma na cabeça de outro cliente antes de uma mulher tentar acalmá-lo.

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A Secretaria de Segurança Pública divulgou uma nota em que informa a exoneração do servidor militar que ocupava o cargo no Procon.

“A Secretaria de Segurança Pública de Goiás assegura que ações isoladas, que não condizem com as diretrizes das corporações e instituições que compõem esta pasta, são rigorosamente apuradas com as devidas punições aplicadas”, ressaltou o órgão.


Já a Corregedoria da Polícia Militar instaurou um procedimento admnistrativo disciplinar para investigar a conduta do agente de segurança da corporação. O caso teve registro na Polícia Civil as 09h15 da segunda-feira (26).

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Motorista é jogada de ponte e se finge de morta para fugir de ladrões

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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos
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Marcia Angola foi espancada e teve que se fingir de morta para fugir de bandidos


A motorista de aplicativo Marcia Angola, 40 anos, teve que se fingir de morta após ser brutalmente agredida por assaltantes no último sábado (24), em Tangará da Serra, no Mato Grosso. Quatro homens se passaram por clientes e durante a corrida espancaram a vítima, que chegou a ser jogada de uma ponte.

Ao G1, Marcia contou como tudo aconteceu. “Eles me chamaram por aplicativo e paramos em uma esquina onde disseram que buscariam uma pessoa. Mas essa pessoa não existe e anunciaram o assalto”, iniciou a motorista.

Nesse momento, Marcia foi jogada para o banco de trás e ameaçada pelos ladrões, que queriam o carro e dinheiro dela. Enquanto os assaltante aceleravam o veículo, a vítima teve o rosto coberto.

“Em determinado momento eu puxei a venda e acho que foi isso que os irritou. Começaram a me bater, me deram murros e diziam que iam me enforcar e matar. A saída que eu tive era me fingir de morta”, explicou.

“Ele viu que eu estava viva e os outros disseram: ‘vamos matar, aperta o pescoço dela’. Em momento nenhum disseram o motivo [das agressões]. Em certo momento riram da minha cara inchada e machucada”, disse ao G1.

Foi quando Marcia, que não sabe nadar, foi jogada de cima da ponte do Rio Sepotuba. “Quando eu caí, só lembro que pedi a Deus para que eu caísse na água, porque se caísse na terra eu tinha morrido. Eu afundei quando voltei a superfície eu vi que eles estavam olhando. Eu continuei quieta e afundei de novo, deixei a água me levar rio abaixo, fui tentando me equilibrar, meio que boiando pois não sabia nadar e não podia ir para o fundo”, finalizou a vítima.

Marcia conseguiu sair da água e pedir socorro aos moradores de um sítio após notar que os bandidos tinham ido embora. Os suspeitos fugiram no veículo, mas foram encontrados na cidade. Depois, eles abandonaram o carro e um deles foi preso.

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