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Saúde

SUS: atendimento de saúde a pessoas com deficiência ganha reforço

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O atendimento a pacientes com deficiência ou mobilidade reduzida nos centros especializados em reabilitação (CER) ganhou reforço com a entrega de 88 furgões adaptados. O investimento do Ministério da Saúde foi de cerca de R$16,2 milhões, e os veículos vão atender pacientes em 65 municípios de 20 estados. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a Comissão Intergestores Tripartite (CIT), realizada quinta-feira (25) em Brasília.

Na ocasião, o ministro entregou o primeiro veículo para o município de Anápolis, em Goiás. A previsão é de que os outros veículos sejam entregues no início de maio.

Os furgões são destinados a pessoas com deficiência que não têm condições de mobilidade e de acessibilidade autônoma aos meios de transporte convencional ou que manifestem grandes restrições ao acesso. Com a entrega desses veículos, esses pacientes poderão embarcar em casa e desembarcar nos CERs. Os fluxos, os horários e as rotas dos veículos são definidos pelos gestores locais.

O objetivo da medida é ampliar o acesso e promover a qualificação dos serviços de reabilitação no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a finalização da entrega dos novos veículos no início de maio, todos os centros especializados em reabilitação do país habilitados pelo Ministério da Saúde contarão com pelo menos um veículo adaptado. Com a nova doação, serão 108 furgões entregues este ano.

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Os veículos contam com plataforma elevatória veicular para possibilitar o embarque e o desembarque de cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. São equipados também com sistemas de segurança para fixação da cadeira de rodas e cintos de segurança, além de protetores de cabeça para cada cadeirante. Segundo o ministértio, isso possibilita o transporte seguro de nove passageiros, sendo três cadeirantes e seis não cadeirantes.

*Com informações do Ministério da Saúde

Edição: Narjara Carvalho

Fonte: EBC Saúde
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Saúde

Nariz entupido? Saiba as causas, o que fazer e quando partir para a cirurgia

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Nariz entupido é um problema que atrapalha – e muito – a rotina de qualquer pessoa. Quando a obstrução nasal é crônica, ela é capaz de afetar drasticamente a qualidade de vida e traz prejuízos ao sono, como roncos e apneia. Além disso, causa sinusite, dores de cabeça e muito desconforto no dia a dia.

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Nariz entupido é um problema que afeta – e muito – a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o problema no dia a dia

“Quando o nariz entupido se torna frequente ou persistente, devemos investigar o que está acontecendo”, aponta Gustavo Gosling, otorrinolaringologista do Rio de Janeiro. “Nas crianças, em longo prazo, poderá induzir uma série de problemas, incluindo distúrbios de sono e comportamento, além de alterações irreversíveis no desenvolvimento da arcada dentária e da face”, completa.

Diante dessas questões, é importante procurar pelo médico o quando antes quando sentir que há algo de errado. No geral, o incômodo é passageiro e persiste apenas por, no máximo, duas semanas. “Se o nariz entupido não melhora após esse período, já é hora de uma investigação com um especialista”, ressalta Gosling.

A causa mais comum da obstrução nasal está relacionada com processos infecciosos virais ou bacterianos, como gripe, resfriado e sinusite. No caso em que o entupimento persiste, geralmente tem relação com rinites alérgicas, desvios no septo nasal, presença de pólipos ou tumores. Nos pequenos, hipertrofia das adenoides e amígdalas são as causas.

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Quais os tratamentos?

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O uso descongestionante nasal é bem-vindo, mas deve ser usado com cautela para evitar o surgimento de complicações

O especialista destaca que o tratamento vai depender da causa. De acordo com ele, não há necessidade de medicação no caso das infecções virais. Geralmente, o processo regride de forma espontânea em duas semanas. Por outro lado, algumas medicações e técnicas podem ser usadas para diminuir os sintomas e deixar o indivíduo mais confortável.

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“Contamos com um grande arsenal de medicamentos que podem ajudar a melhorar o nariz entupido. Antialérgicos, anti-inflamatórios e descongestionantes são os mais utilizados, dependendo da causa. Por isso, é importante que a pessoa seja avaliada por um otorrinolaringologista para diagnóstico e tratamento específico”, alerta Gosling.

No entanto, apesar do uso de descongestionantes nasais ser válido, a utilização abusiva deve ser evitada. O especialista ressalta que, por trazerem alívio rápido, esses itens têm sido usados de forma exagerada. “Quando utilizados de forma crônica, podem causar rinite medicamentosa, provocando um ‘efeito rebote’ e piorando a obstrução nasal”, detalha.

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Em alguns casos, o otorrinolaringologista ainda destaca que a situação pode evoluir para hipertensão, arritmia cardíaca e problemas pulmonares. “Essas medicações devem ser utilizadas com muito critério e acompanhamento médico”, alerta o profissional. Com isso, é importante não se automedicar.

“Já as rinites alérgicas costumam ser crônicas e não podem ser curadas. Apenas seus sintomas são controlados com antialérgicos e vacinas. As obstruções causadas por desvios do septo nasal, hipertrofia das adenoides ou cornetos nasais inferiores e pólipos nasais poderão ser corrigidos com cirurgia”, pontua Gosling.

Quando chega a hora da cirurgia?

A pessoa que sofre com o problema deve procurar um otorrino para avaliar a possibilidade de uma cirurgia quando a obstrução se torna persistente, mesmo após a utilização das medicações usuais. Ainda deve procurar o especialista quando há piora de outros sintomas, como dor de cabeça recorrente, diminuição do olfato ou secreção nasal com pus ou sangue.

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A cirurgia, independente da causa, pode trazer muito alívio para o indivíduo com nariz entupido , na maioria das vezes. Isso mesmo naqueles casos incuráveis de rinite alérgica. “Corrigindo as alterações estruturais do nariz como desvios do septo e reduzindo as ‘carnes esponjosas’, conseguimos melhorar muito a qualidade vida do paciente”, finaliza.

Fonte: IG Saúde
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Criança contrai meningite durante férias e precisa amputar as duas pernas

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Brogan Partridge tinha sete anos quando perdeu as duas pernas devido à meningite depois que os médicos a mandaram para casa após a diagnosticarem apenas com dor de barriga. Segundo a agência de notícias Caters News Agency , a menina, hoje com 11, estava de férias com seus pais quando contraiu uma infecção.

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Reproduçao/DailyMail

A pequena Brogan Partridge precisou amputar as duas pernas após ser diagnosticada dom meningite

Na época, ela começou a vomitar depois de um dia na praia, mas os pais pensaram que não era nada grave e disseram-lhe para descansar. Quando a situação piorou, ela foi levada ao hospital, mas liberada rapidamente. 

Logo depois, a mãe, Aimee, começou a notar “hematomas” aparecendo em suas pernas e foi levada às pressas para a emergência. “Ela contraiu meningite B. Os médicos confirmaram nossos piores medos. Temos tanta sorte que ela foi salva, mas ficamos arrasados quando ela teve que amputar o pé esquerdo por conta de uma infecção generalizada”, diz, segundo o The Sun .

A mulher explica que, mais tarde, ainda lhe informaram que a filha teria que amputar também o pé direito. “Quando descobrimos que ela iria perder as pernas , pensamos que não havia absolutamente nenhuma maneira de isso acontecer. Eu não queria que minha garotinha perdesse as pernas, mas era a única opção”, continua.

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Brogan perdeu as duas pernas para a doença  e, hoje, Aimee diz que os hematomas não se pareciam em nada com com erupções cutâneas que as pessoas geralmente se preocupam e pediu aos pais que sejam mais consistentes com os sintomas dessa complicação que pode levar à morte.

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Atualmente, Aimee elogia sua filha por reconstruir sua vida após o episódio de meningite . “Agora, ela tem 11 anos e está tudo muito bem. Ela sempre teve uma boa mentalidade e está determinada a recuperar sua total independência”, finaliza. 

Fonte: IG Saúde
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