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SUÍNOS/CEPEA: Poder de compra frente a insumos de alimentação sobe pelo 5º mês

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Cepea, 24/09/2020 – Os preços do milho e do farelo de soja, importantes insumos de alimentação da suinocultura, seguem em alta. Apesar disso, cálculos do Cepea mostram que o poder de compra do produtor do estado de São Paulo se mantém em elevação. Segundo pesquisadores, esse movimento de avanço no poder de compra, inclusive, vem sendo observado há cinco meses e está atrelado à escalada de preços do suíno. A forte valorização do animal vivo no mercado independente, por sua vez, se deve à oferta reduzida de animais para abate e às aquecidas exportações da proteína nos últimos meses. Na parcial de setembro, o preço médio do suíno negociado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) já subiu quase 10%. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

 

Fonte: CEPEA

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New Beef Company e Origem Premium estabelecem parceria na região do Vale do Araguaia/MT

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A produção de carne de qualidade ainda não é suficiente para atender à procura do mercado consumidor interno por produtos selecionados. A demanda crescente, levou os criadores da Raça Araguaia a aumentar os investimentos nos plantéis e a estabelecer novos acordos comerciais.

Apostando em um produto voltado para o segmento de carnes nobres , o frigorífico New Beef Company, localizado em Nova Xavantina-MT, estabeleceu parceria comercial com a empresa Origem Premium, para aquisição de animais da Raça Araguaia. Segundo o diretor-presidente da New Beef, Sr. James Cruden, a companhia investe em qualidade e diferenciação , para garantir a entrega de produtos de alto valor agregado.

“Por oferecer um padrão de carne diferente das raças britânicas e seus cruzamentos, o bovino da Raça Araguaia apresenta baixo teor de gordura , um sabor diferenciado aliando suculência e maciez. A originação dos animais é outro benefício pois a rastreabilidade desde o nascimento dos bezerros é garantida. Tais características permite bonificar o pecuarista.” ressalta Cruden.

O acordo entre a Origem Premium e a New Beef Company visa alavancar a expansão da Raça Araguaia e valorizar os negócios mantidos com os produtores parceiros. A conquista é comemorada pelo criador do bovino, Raul Almeida Moraes Neto.

“Com a parceria estabelecida, o programa terá uma maior penetração no Vale do Araguaia, tornaremos os nossos produtos disponíveis para diferentes públicos e mercados, vamos trabalhar para ampliar a produção. Uma das vantagens para o criador é a bonificação recebida ao entregar os bovinos para abate. Devido a precocidade de nossos animais, o programa prevê abates com no máximo duas quedas de dentes, ou seja, em torno de 22 meses de idade, contribuindo desse modo, para a qualidade da carne e a conservação dos recursos naturais”, salienta Almeida.

Após recente consolidação, o primeiro abate de acordo com o protocolo da planta, está programado para dezembro, com previsão de elevação dos volumes a partir de 2021, afirma o consultor em sustentabilidade Mathias Almeida da empresa Natcap.

“Pretendemos agregar mais animais ao portfólio de carne premium certificada, valorizando o gado do pecuarista e possibilitando ao consumidor acesso a um produto de qualidade que atende uma demanda mais exigente”.

A parceria estabelecida entre o frigorífico New Beef Company e a Origem Premium visa ampliar o compromisso de uma presença e atuação no mercado do Vale do Araguaia, conforme destaca a médica Veterinária e consultora da Agrossec, Fernanda Faraone.

“O frigorífico ajudará no custeio da produção, fornecendo um suporte financeiro no protocolo de inseminação e sêmen para o produtor de bezerros. A nossa meta é captar pecuaristas para inseminar 2.500 matrizes ainda nesta estação de monta 2020”, ressalta Fernanda.

A grande demanda do planeta é por produtos sustentáveis que contribuam com o meio ambiente. Os animais da Raça Araguaia, além das características genéticas das raças Blond D’Aquitaine, Caracu e Nelore, é criado no sistema de pecuária regenerativa proporcionando bem-estar animal aliado a sustentabilidade ambiental, social e econômica.

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O Boletim do Leite de outubro já está disponível em nosso site!

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Cepea, 19/10/2020 – Nesta edição, confira:

 

Preço do leite captado em setembro e pago em outubro deve se manter em elevado patamar
Pesquisas em andamento do Cepea apontam que o preço do leite captado em setembro e pago ao produtor em outubro deve se manter em patamar elevado, devendo registrar estabilidade em algumas regiões e altas em outras. Assim, é possível que haja um novo recorde real do preço da “Média Brasil” do Cepea, superando o valor do leite captado em agosto e pago ao produtor em setembro, de R$ 2,1319/litro. Desde o início do ano, o preço do leite no campo registra alta acumulada de 55,4%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de setembro/20). Essa expressiva valorização é explicada pela maior concorrência das indústrias de laticínios pela compra de matéria-prima, já que a produção de leite seguiu limitada e abaixo das expectativas dos agentes. Leia mais. 

 

Lácteos seguem valorizados, mas demanda enfraquecida limita negócios 
As cotações de leite longa vida (UHT), do queijo muçarela e do leite em pó (400g) seguiram avançando em setembro, com respectivas altas de 0,8%, 3,5% e 4,9% em relação ao mês anterior. Assim, o queijo muçarela e o leite em pó (400g) registraram, pelo segundo mês consecutivo, novo recorde real da série histórica do Cepea, com as médias de setembro fechando a R$ 29,21/kg e a R$ 24,52/kg, respectivamente, 68,3% e 45,4% acima dos verificados no mesmo mês de 2019. O leite UHT seguiu na mesma tendência, com valorização de 39,6% frente a setembro/19, e com a média a R$ 3,54/litro. Todas os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro/20. Leia mais.

 

Com baixa oferta doméstica, importação cresce mais de 60% no 3º trimestre
As importações de produtos lácteos somaram 54,2 mil toneladas no terceiro trimestre deste ano, crescimento de 62,8% frente ao volume adquirido de julho a setembro de 2019, segundo dados da Secex. Em setembro, especificamente, foram importadas 23,2 mil toneladas de lácteos, 27,8% acima do adquirido em agosto/20 e 80% a mais que em setembro/19. Esse cenário é resultado da oferta limitada de matéria-prima no Brasil, que tem feiro com que indústrias busquem alternativas no mercado externo para abastecer seus estoques e garantir produção nacional.Leia mais.

 

Valorização do concentrado eleva custos
O Custo Operacional Efetivo (COE) da pecuária leiteira aumentou 3,57% entre e agosto e setembro na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP). No ano, a alta acumulada é de 11,41%. Segundo colaboradores do Cepea, o principal fator influenciador na elevação dos custos da atividade continua sendo a valorização do concentrado. Nos últimos nove meses, o aumento nos preços desse insumo foi de significativos 20,89%. Outro insumo que também elevou os custos de produção foi a suplementação mineral, cujos valores subiram 1,05% na comparação mensal e 9,59% no acumulado do ano. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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