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SUÍNOS/CEPEA: Com baixa oferta de animais em peso de abate, preço do vivo sobe

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Cepea, 10/6/2021 – A menor disponibilidade de suínos em peso ideal para abate e a consequente retração de vendedores impulsionaram os preços do animal neste início de junho no mercado independente de todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Demandantes, inclusive, relatam certa dificuldade em adquirir novos lotes de suínos. De 2 a 9 de junho, o vivo comercializado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) se valorizou 17,4%, indo a R$ 6,51/kg na quarta-feira, 9. As exportações de carne suína também seguem elevadas neste mês, depois da forte alta registrada entre abril e maio, ocasionada pelo aumento dos embarques à China, que comprou 54,2 mil toneladas do produto no último mês, 53.8% do total exportado pelo Brasil. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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O Boletim do Leite de junho está disponível no site!

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Cepea, 17/06/2021 – Nesta edição, confira:

Baixa oferta e custos em alta elevam as cotações ao produtor 
A oferta de leite segue limitada no campo, devido à seca em importantes bacias leiteiras e ao aumento expressivo dos custos de produção. Como consequência do menor volume disponível, indústrias seguiram competindo pela compra de matéria-prima em maio – o que deve elevar, pelo terceiro mês consecutivo, o valor no campo a ser recebido pelo produtor em junho. E pesquisas em andamento realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, indicam que a elevação no preço do leite pago em junho pode ser de pouco mais de 5% sobre o de maio, que foi de R$ 2,0364/litro (“Média Brasil”). Leia mais.

Cotações dos derivados seguem em alta  
Pesquisas do Cepea realizadas com o apoio financeiro da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostram que os preços dos derivados lácteos se mantiveram em alta de abril para maio. Os leites UHT e em pó (400g) se valorizaram 5,2% e 0,6%, respectivamente, com as médias indo para R$ 3,26/litro e R$ 23,95/kg, em maio. Mesmo com a elevação nos preços dos produtos, a demanda se manteve relativamente estável. Já as negociações envolvendo o queijo muçarela continuaram firmes, devido ao baixo estoque, com a média de maio a R$ 24,36/kg, avanço de 11,6% em relação ao mês anterior. Leia mais.

Com baixa oferta interna, importações crescem em maio
Mesmo com os elevados patamares de preços no mercado externo, as importações de lácteos cresceram 14,5% em maio frente ao mês anterior, somando 8,4 mil toneladas. Esse cenário é resultado da baixa disponibilidade de matéria-prima no mercado brasileiro, intensificada pelo período de entressafra da produção leiteira no Sudeste e Centro-Oeste. Além disso, a desvalorização de 5% do dólar frente ao Real em maio também favoreceu as compras externas de lácteos. Leia mais.

Custos sobem 11% em 2021 e pressionam ainda mais as margens da atividade
Os Custos Operacionais Efetivos (COE) da pecuária leiteira subiram 2,71% em maio na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), acumulando avanço expressivo de 10,94% em 2021. Dentre os estados pesquisados, Minas Gerais foi o que registrou o maior aumento no COE em maio, de 3,8%, seguido pelo Paraná (2,15%) e São Paulo (1,73%). Apesar dos recentes aumentos nos preços do leite, o contínuo avanço nos custos de produção neste ano exige muita atenção de produtores. Ressalta-se que muitos já estão com as margens apertadas, e os pecuaristas que não controlarem os números de sua atividade estão ainda mais vulneráveis. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Vendas se aquecem, e alta de preço supera os 20% em algumas praças

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Cepea, 17/06/2021 – Depois de recuarem com certa força entre o fim de maio e o começo de junho, os preços do suíno vivo registram intenso movimento de recuperação nesta semana. Segundo levantamento do Cepea, o animal vivo negociado no mercado independente se valorizou em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, com aumentos em sete dias chegando a superar os 20% em algumas praças. Pesquisadores do Cepea indicam que, além das exportações aquecidas, a competitividade elevada da carne suína no atacado da Grande São Paulo frente às principais substitutas (bovina e frango) aqueceu as vendas domésticas da carne, impulsionando a demanda de frigoríficos por novos lotes de animais.  Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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