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Sudão: Mulher é sentenciada à morte por apedrejamento após adultério

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Sudão: Mulher é sentenciada à morte por apedrejamento após adultério
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Sudão: Mulher é sentenciada à morte por apedrejamento após adultério

Uma mulher de 20 anos, condenada por adultério no Sudão, foi sentenciada à morte por apedrejamento. Trata-se do primeiro caso desse tipo de que se tem conhecimento em uma década.

Segundo o jornal britânico The Guardian, Maryam Alsyed Tiyrab foi presa em junho no estado do Nilo Branco. Ela recorre da decisão judicial.

A maioria das sentenças de apedrejamento, em geral determinadas contra mulheres, é anulada no tribunal superior. No entanto, ativistas temem que o novo regime do país esteja revertendo os direitos das mulheres. Para estes grupos, a sentença pode ser um sinal de que o golpe militar de outubro tenha encorajado os legisladores a reverter pequenos ganhos para os direitos das mulheres feitos sob o governo de transição.

Segundo Jehanne Henry, advogada de direitos humanos, a sentença “mostra que as duras leis da sharia e suas penalidades ainda estão sendo implementadas no Sudão”.

O último caso conhecido de uma mulher condenada à lapidação por adultério ocorreu no estado de Kordofan do Sul em 2013. A sentença foi anulada.

“A aplicação da pena de morte por apedrejamento pelo crime de adultério é uma grave violação do direito internacional, incluindo o direito à vida e a proibição de tortura e tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes”, afirmou o Centro Africano para Estudos de Justiça e Paz (ACJPS), com sede em Uganda.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Vídeo: Explosão deixa 17 desaparecidos e 67 feridos em Cuba

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Explosão causou grande desastre em Cuba
Reprodução/Twitter

Explosão causou grande desastre em Cuba

Um incêndio em dois tanques de petróleo deixou 17 desaparecidos e 67 feridos em uma área industrial da cidade de Matanzas, na região oeste de Cuba. Segundo o Hospital Faustino Pérez, dos 67 feridos atendidos até agora pelo incêndio, cerca de 18 estão em estado grave. Autoridades do país informaram que os desaparecidos seriam bombeiros que estavam na área mais próxima ao fogo.

O fogo começou na tarde de sexta-feira depois que um raio atingiu um dos tanques do depósito localizado nos arredores de Matanzas, cerca de 90 quilômetros a leste de Havana. Às 5h deste sábado, o fogo atingiu um segundo tonel. Segundo o jornal oficial Granma, o primeiro tanque “continha cerca de 26.000 metros cúbicos de petróleo bruto nacional, cerca de 50% da sua capacidade máxima, quando o raio atingiu a cúpula da instalação”.

Mario Sabines Lorenzo, governador de Matanzas, informou que há cerca de 800 pessoas removidas da área. O incêndio ocorre em meio a dificuldades enfrentadas desde maio na ilha para atender ao aumento da demanda por energia devido ao calor do verão.

A obsolescência de suas oito usinas termelétricas, danos, manutenções programadas e falta de combustível dificultam a geração de energia. Desde maio, as autoridades programam apagões de até 12 horas por dia em algumas regiões do país. Desde então, já houve 20 protestos em cidades do interior da ilha.

Veja o vídeo:


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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Secretário-geral da ONU condena ameaças de guerra nuclear

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  disse neste sábado (6), durante um evento em Hiroshima para marcar os 77 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade japonesa, considera inaceitável que os países com armas nucleares admitam a possibilidade de uma guerra com o uso deste tipo de armamento e avisa que a humanidade está brincando com uma arma carregada.

“Temos de manter os horrores de Hiroshima sempre presentes, reconhecendo que existe apenas uma solução para a ameça nuclear, não haver armas nucleares”, disse Guterres. “Quase 13 mil armas nucleares são mantidas em arsenais em todo o mundo e crises fortemente sublinhadas pelo nuclear disseminam-se depressa, do Oriente Média à península coreana e na invasão russa da Ucrânia.”

Durante o evento, Guterres pediu aos países que trabalhem para eliminar as armas nucleares. “Os países que têm armas nucleares têm que se empenhar na não utilização dessas armas e também têm que garantir aos estados que não possuem armas nucleares, que não usarão e nem ameaçarão usar essas armas contra eles.”

Mais de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima em consequência do ataque norte-americano usando uma bomba nuclear no dia 6 de agosto de 1945. Foi a primeira vez que este tipo de armamento foi utilizado. Três dias depois, os EUA soltaram uma segunda bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki.

* Com informações da RTP

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Internacional

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