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Sua planta está morrendo? Saiba como tratá-la!

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Sua planta está morrendo? Saiba como tratá-la!
Reprodução: Alto Astral

Sua planta está morrendo? Saiba como tratá-la!

Com o isolamento social, diversas pessoas decidiram se reinventar e ir em busca de hobbies que pudessem ser praticados sem colocar o para fora de casa . Entre os passatempos mais buscados, a jardinagem dispara na frente. Segundo Google Trends, ferramenta do Google que mostra as pesquisas mais populares buscadas em uma época recente, as buscas pelo termo “kit de jardinagem” cresceram 180% entre 17 de março e 17 de junho de 2020.

Porém, para os “pais de planta” iniciantes, cuidar da pequena selva em casa pode não ser uma tarefa tão fácil, visto que a inexperiência dificulta o manuseio das mudas, podendo até mesmo danifica-las. Sendo assim, para ajudar aqueles que querem salvar suas plantas , bote a mão na massa (ou melhor, na terra) e saiba como tratar suas mudas!

Preste atenção nas folhas

Só de bater o olho , já dá para ver se uma planta está saudável ou não por conta da sua folhagem. Segundo Adelson dos Santos Fernandes, jardineiro cadastrado no GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços, uma planta sadia é aquela que tem folhas verdes e brilhantes. Entretanto, quando elas apresentam aspectos desbotados, murchos, amarelados e quebradiços, é necessário prestar atenção.

De acordo com o profissional, inúmeros fatores podem desencadear esses sinais: “pode ser a falta ou até mesmo o excesso de água , local inadequado, pouca ou muita luz. Tudo depende, primeiramente, do tipo de planta que estamos lidando”, comenta o jardineiro. Dessa forma, o recomendável é estudar o espécime em questão e testar pequenas mudanças na rotina.

Falta de nutrientes

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Caso mudanças como a quantidade de água e alteração de local não funcionem, é interessante investigar se a planta não está sofrendo com a escassez de nutrientes. “As plantas com deficiência de nutrientes, como cálcio, ferro, fósforo, potássio e magnésio, apresentam um crescimento lento e folhas amareladas. Além disso, a falta de tais substâncias também inibe a floração e causa o abortamento de frutos ”, explica Adelson.

Para resolver essas problemáticas, é interessante investir em fertilizantes orgânicos, adubos minerais ou até mesmo em itens caseiros, como casca de ovo triturada ou borra de café .

Pragas

Segundo o especialista, as pragas mais comuns são as formigas-cortadeiras (também conhecidas como saúvas), lesmas, caramujos, lagartas, pulgões e cochonilhas. A identificação destas pode ser feita durante a análise das folhas, já que tais pestes costumam deixar um rastro de destruição das plantinhas.

Fernandes explica que as folhas cortadas são indícios de formigas, caramujos e lagartas. Porém, quando apresentam manchas, o vilão da vez é o pulgão. Por fim, a característica que revela a presença de cochonilhas é o aspecto esbranquiçado das folhas. Para lidar com essas pragas, Adelson aconselha investir no uso de inseticidas industrializados ou caseiros.

Fontes: Adelson dos Santos Fernandes, jardineiro cadastrado no GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços.

Fonte: IG Mulher

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Manifestação na Câmara de SP vai contra PL que defende abstinência sexual

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PL que permite equiparar abstinência sexual a outros métodos de contracepção é votado hoje; Câmara de São Paulo recebe manifestação
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PL que permite equiparar abstinência sexual a outros métodos de contracepção é votado hoje; Câmara de São Paulo recebe manifestação



Na tarde desta quinta-feira (17), a Câmara Municipal de São Paulo vota o PL nº813/2019, que permite que adolescentes sejam aconselhados a aderir à abstinência sexual como método de contracepção . Movimentos sociais e coletivos feministas não apoiadores do projeto se reuniram em frente à Câmara para se manifestar contra o projeto.


Além dos manifestantes, também estavam presentes no ato as vereadoras Luana Alves (PSOL) e Erika Hilton (PSOL), autora do projeto que deve criar a Semana Maria da Penha, também votado hoje pela Câmara .


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De acordo com Simony dos Anjos, que faz parte do coletivo Evangélicas pela Igualdade de Gênero, o projeto de lei é invasivo para as mulheres e é ineficaz. “Mesmo nas Igrejas onde a abstinência sexual é o tempo inteiro reiterada, é enorme a quantidade de adolescentes que engravidam sem planejar. O que precisamos é levar a essas jovens mais informação para que elas possam aprender a se proteger e a se relacionar de modo seguro”, afirma.

Lira Ali, que é professora da rede municipal de São Paulo e parte do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), afirma que o papel da escola precisa ser o de garantir acesso ao conhecimento para formar sujeitos autônomos que possam tomar decisões.

De acordo Alves, que se opõe ao projeto, a proposta indica um retrocesso para os direitos das mulheres e para os programas de educação sexual de crianças e adolescentes. “Apesar de não revogar os programas de distribuição de contraceptivos, ele autoriza o método e, se aprovado, a Prefeitura o coloca no mesmo nível de igualdade desses programas, o que pode influenciar a postura clínica de profissionais”, explicou a vereadora ao iG Delas.

O que propõe o Projeto de Lei

Se aprovado, o projeto vai para sanção do prefeito e deve criar o programa Escolhi Esperar, que vai equiparar a abstinência sexual a outras formas de contracepção. A prefeitura de São Paulo já emitiu parecer favorável ao programa.

O objetivo é conscientizar sobre a gravidez precoce e tentar frear o número de casos. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país tem 400 mil casos de gravidez precoce ao ano.

O autor do projeto, Rinaldi Digilio (PSL), afirma que o projeto não diminuirá o acesso a outros métodos contraceptivos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas serão incluídas palestras individuais para alertar sobre os riscos da vida sexual ativa na adolescência.

Fonte: IG Mulher

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Mulheres recuperam autoestima com procedimentos estéticos na região íntima

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Mulheres recuperam autoestima com procedimentos estéticos na região íntima
Reprodução: Alto Astral

Mulheres recuperam autoestima com procedimentos estéticos na região íntima

O Brasil é um dos países que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. De acordo com dados da pesquisa divulgada em 2019 pela ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética), em 2018, foram realizadas mais de 1 milhão de cirurgias plásticas, além de quase 800 mil procedimentos estéticos não cirúrgicos, no país.

No entanto, dentre as diversas opções disponíveis no mercado das plásticas, uma das mais procuradas pelas mulheres é a pouco comentada cirurgia íntima . Ou seja: procedimento cirúrgico que visa o aperfeiçoamento da estética da genitália feminina – geralmente, através da redução dos grandes lábios.

Para o médico ginecologista César Patez, além de melhorar a estética e o bem-estar feminino, a cirurgia íntima também afeta positivamente as pacientes. Isso porque, segundo ele, alguns inconvenientes acabam levando à insatisfação e, consequentemente, problemas de autoestima nas mulheres.

“Muitas mulheres deixam de usar roupas mais justas por medo de marcar a região íntima. Outras deixam de usar roupas de banho e ir à praia ou piscina por vergonha. Ainda existem aquelas que se sentem inseguras de ficarem nuas diante de seus parceiros”, ele observa.

the.vulva.gallery
No Instagram, o perfil @the.vulva.gallery celebra a diversidade das vulvas. / Reprodução (@the.vulva.gallery)

No entanto, apesar da pressão estética e da desinformação contribuir para que muitas mulheres não gostem do próprio corpo, e, por consequência, sintam insegurança durante o contato íntimo com seus parceiros, engana-se quem pensa a cirurgia íntima é motivada apenas por padrões de beleza. O excesso de volume nos lábios da vagina pode, sim, vir a causar, por exemplo, dores nas relações sexuais, de acordo com o ginecologista.

Ele explica que muitas das pacientes que optam pelo procedimento costumam reclamar de dores durante o sexo , desconforto ao usar certas roupas ou praticar atividades de lazer, como andar de bicicleta. “A cirurgia, nesses casos, promove um aumento na qualidade de vida, levando ao aumento da libido, e, por consequência, tornando as relações sexuais mais agradáveis”, ele observa.

Tipos de cirurgia íntima

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A mais popular das cirurgias íntimas é a ninfoplastia, também conhecida como labioplastia. Essa técnica consiste na diminuição dos pequenos lábios vaginais em mulheres que apresentam hipertrofia na área.

Segundo Patez, normalmente, o público que busca por esse procedimento em seu consultório é formado por jovens, entre 20 e 40 anos, sexualmente ativas, e, na maioria das vezes, solteiras.

O médico explica que, na ninfoplastia, os pequenos lábios são cortados e suas bordas costuradas de modo que não se vê a cicatriz do procedimento, realizado com anestesia local. Ele ainda complementa dizendo que são utilizados “aparelhos como a alta frequência ou laser, que tem a capacidade de biomodular o tecido, favorecendo a cicatrização e tendo, assim, um melhor resultado estético”. Além disso, Patez afirma que o procedimento é rápido, podendo durar de 40 a 90 minutos, e a paciente é liberada no mesmo dia.

Todavia, ele observa que, mesmo sendo um procedimento simples, o pós-operatório requer alguns cuidados. “Dependendo de cada pessoa, mas costuma-se evitar contato íntimo nos primeiros 35 dias, repousar entre três e cinco dias; não realizar atividade física nas três primeiras semanas; fazer higiene íntima com água morna e sabonete neutro; não esfregar a região e usar calcinha de algodão e aplicar compressas frias na região íntima para diminuir o inchaço”, lista o profissional.

Ainda de acordo com Patez, outras intervenções comuns são a redução do prepúcio do clítoris, para que ele fique mais exposto e favoreça o prazer; rejuvenescimento vaginal, associado à técnicas de clareamento; redução do monte de vênus, quando a vulva é muito alta ou larga; e vaginoplastia, que consiste em reconstituir um canal vaginal que foi, de alguma maneira, deformado ou destruído.

“Em vários casos, ninguém fica sabendo da cirurgia, apenas uma pessoa muito próxima. É uma cirurgia feita para que a mulher se sinta bem consigo mesma, e não para que os outros reparem. De forma geral, elas ficam muito satisfeitas com o resultado, recuperando sua confiança e se sentindo bem com a aparência do genital”, finaliza o cirurgião.

Fonte : César Patez, ginecologista obstetra especialista em laparoscopia, histeroscopia, endometriose e cirurgia íntima feminina.

Fonte: IG Mulher

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