conecte-se conosco


Tecnologia

Streamers brasileiros criam “sindicato” para contestar preços da Twitch

Publicado


source
Twitch
Unsplash

Twitch

Streamers brasileiros estão se organizando para contestar as mudanças impostas pela Twitch nos últimos dias. A plataforma mudou os preços para quem deseja se tornar assinante de canais,  reduzindo de R$ 22,99 para R$ 7,90 – o problema é que isso também afetou diretamente os ganhos de quem transmite na plataforma, para a pior.

A iniciativa foi formulada por diversas pessoas da comunidade, mas divulgada por Matheus “Pipoca” Tavares, streamer e também jogador profissional de League of Legends . Em seu Twitter ele convoca que streamers preencham um formulário para o “sindicato de streamers”.

O nome, esclarece Pipoca, é brincadeira, mas o sentido é o mesmo. Trata-se de uma união de pessoas que utilizam a mesma ferramenta de trabalho, que buscam formas mais justas de serem remunerados por seus serviços – neste caso, a transmissão de conteúdo via Twitch.

“Não tem data nem hora marca ainda, estamos reunindo o máximo de streamer possível para discutir o futuro da plataforma”, escreve Pipoca em seu Tweet. A ideia é que, com muita gente reunida, as insatisfações possam ser levadas à Twitch para discussão e para saber melhor como isso vai afetar a todos no futuro.

Você viu?

Além disso, também foi aberto um servidor no Discord para reunir as pessoas e ter a troca de ideias e informações.

Twitch piorou?

Em tese, com o novo preço de R$ 7,90, o percentual que fica com o dono do canal reduziu drasticamente. De acordo com a revista digital Stiles Gaming, cada assinante (sub) pago neste valor mais básico rende apenas US$ 0,48 para o streamer. Se o sub for dado de gift por outro usuário o dono do canal fica com US$ 0,45. São valores quase irrisórios, mesmo com a cotação do dólar em alta.

Em tese, a melhor alternativa, no momento, é incentivar que seus espectadores doem bits e não assinem, ainda que percam uma série de benefícios com isso. A Stiles Gaming informa que 100 Bits equivalem a R$ 6,50, enquanto US$ 1 fica com o dono do canal – o espectador gasta menos e ajuda mais.

Os valores correspondem a assinaturas e gastos usando o computador, via celular pode ser um pouco mais caro. Sobre o futuro da plataforma resta aguardar por novidades da união de streamers criada pela comunidade e ver como a Twitch deve reagir a isso no país. A Twitch, porém, já chegou a prometer mais auxílio aos gamers, mas, por enquanto, não se sabe como vai passar a valer para o Brasil.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

Google negocia com TikTok e Instagram para mostrar vídeos curtos na busca

Publicado


source
Google negocia com redes sociais
Unsplash/Kai Wenzel

Google negocia com redes sociais

O Google está em negociações com a empresa chinesa ByteDance, dona do TikTok, e com o Facebook, dono do Instagram, para trazer vídeos curtos das redes sociais para o seu buscador, de acordo com informações relatadas pelo The Information.

A ideia da gigante de tecnologia é fazer um acordo com as plataformas de mídias sociais para que os vídeos curtos possam ser indexados como resultados a pesquisas na busca.

Atualmente, as respostas para as buscas no Google mostram apenas vídeos presentes em outras plataformas, como o YouTube.

“Ajudamos os sites a tornar seu conteúdo detectável e se beneficiar de sua localização no Google, e eles podem escolher como ou se seu conteúdo aparecerá na pesquisa”, disse um porta-voz da empresa ao The Information.

Desde dezembro passado, o  Google vem testando mostrar vídeos do TikTok  e do Instagram nos resultados da busca. Se a negociação der certo, é possível que esse recurso chegue a todos os usuários.

Continue lendo

Tecnologia

Xiaomi contrata consultoria independente após acusação da Lituânia

Publicado


source
Xiaomi Civi
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Civi

A Xiaomi afirmou nesta segunda-feira (27) que contratou um especialista independente para avaliar seus sistemas. O anúncio veio após o  governo da Lituânia divulgar um relatório acusando a empresa chinesa de usar um recurso de censura em seus smartphones.

“Contestamos a caracterização de certas conclusões [presentes no relatório], mas estamos contratando um especialista independente para avaliar os pontos levantados”, disse um porta-voz da Xiaomi à Reuters.

Em seu relatório, o Centro Nacional de Cibersegurança da Lituânia, publicado na última terça-feira (21), afirma que os celulares da Xiaomi possuem um software que pode identificar e censurar alguns termos, como “Tibete Livre”, “Viva a independência de Taiwan” ou “movimento pela democracia”. Ao todo, cerca de 450 termos foram encontrados.

O recurso está desativado na versão global dos celulares da Xiaomi, estando presentes apenas nas versões chinesas. De acordo com o relatório, porém, a ferramenta poderia ser “ativada a qualquer momento”.

A Xiaomi não especificou qual organização independente fará a inspeção em seus sistemas. À Reuters, a companhia chinesa afirmou que essa instituição tem sede na Europa.

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana