conecte-se conosco


Nacional

STF corrige ‘equívoco’ da Justiça do Paraná, diz defesa de Lula

Publicado

Advogado de Lula diz que STF fez a justiça arrow-options
Eduardo Matysiak/PT

Advogado de Lula diz que STF fez a justiça


O advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Manoel Caetano Ferreira, afirmou na tarde desta quarta-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) fez justiça e corrigiu um “equívoco que havia sido cometido pela Justiça do Paraná” ao manter o petista preso em Curitiba.

Leia também: Toffoli decidirá quem julgará pedido de liberdade de Lula no STF

 “Era uma decisão totalmente injusta, uma decisão ilegal, como reconheceu o Supremo nesta decisão. Ele ( Lula ) recebeu (a decisão) com serenidade. Evidentemente, ele estava indignado. A prisão é injusta”, afirmou o advogado em coletiva.

Ferreira disse ainda que o presidente estava “indignado” com a decisão da juíza Carolina Lebbos de transferí-lo para São Paulo.

Leia também: PT faz marcha ao Supremo para cobrar decisão contra a transferência de Lula

“Ele se considera e é considerado um preso político e estava indignado com mais essa injustiça que estava sendo cometida contra ele”, afirmou o advogado do ex-presidente Lula.

Na decisão pela transferência, a juíza atendeu pedido da Polícia Federal que havia alegado que a permanência de Lula da superintendência vem causando transtornos não só à instituição como a vizinhança.

A defesa do ex-presidente entrou com um pedido no mesmo processo de habeas corpus que já tramita no STF para que fosse dada liberdade ao líder petista, após a decisão de Carolina. Dirigido ao ministro, Gilmar Mendes, o pedido também pleiteava a permanência de Lula em uma sala de Estado de Maior ou a suspensão da transferência para a penitenciária de Tremembé.

Em liminar, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato , negou o pedido de liberdade feito pela defesa de Lula , mas concedeu o pedido para que ele não seja transferido. Somente o ministro Marco Aurélio votou contra. O ex-presidente está preso desde abril de 2018, na Superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Nacional

TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

Publicado


source
racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

Continue lendo

Nacional

Incêndio atinge área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu

Publicado


source

Jaburu
Divulgação/Corpo de Bombeiros do DF

Segundo o Corpo de Bombeiros, chamas estão sob controle.

Um incêndio atingiu a área de proteção ambiental do Palácio do Jaburu, em Brasília. A instalação é a residência oficial do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. As chamas atingiram o local nesta segunda-feira (28).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo está sob controle no momento. Mais de cinco equipes da corporação estão trabalhando no combate às chamas.

A assessoria do a corporação disse ainda que a área atingida pelas chamas é extensa. Entretanto, ainda não foi possível fazer uma avaliação dos estragos. Ainda não se sabe quais foram as causas do incêndio.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana