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Startup apresenta táxi voador com previsão de estreia em 2025

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IstoÉ Dinheiro


Táxi voador
Divulgação/Lilium

Táxi voador da Lilium Jet tem lançamento programado para 2025

Diversas companhias já anunciaram projetos e investimentos na produção de carros voadores, mas nenhuma parece estar mais perto de estrear no mercado que a startup alemã Lilium. A empresa de tecnologia com sede em Munique anunciou nesta quinta-feira (16) o Lilium Jet, um protótipo voador com espaço para cinco pessoas e que já passou por testes bem-sucedidos no início deste mês.

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O carro do futuro faz parte de um projeto de táxis voadores com base em aplicativos, como Uber e Cabify, que a empresa espera que esteja em funcionamento em diversas metrópoles do mundo até 2025.

“Hoje estamos dando mais um grande passo para tornar a mobilidade aérea urbana uma realidade”, disse Daniel Wiegand, co-fundador e CEO da Lilium, em comunicado. “Sonhamos com um mundo onde qualquer um pode voar onde quiserem, quando quiserem.”

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O Lilium Jet é movido à bateria, com autonomia para percorrer 300 quilômetros em uma hora. A ideia da companhia alemã é formar uma rede de plataformas de aterrissagem semelhantes aos atuais helipontos. A Lilium não revelou quanto será o serviço, mas disse que os preços serão compatíveis com a realidade dos táxis regulares.

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A empresa, fundada em 2015 e com investimentos de US$ 100 milhões, é o novo destaque de um mercado em expansão na viabilidade dos carros voadores. A Uber já anunciou uma parceria com a Nasa para tornar a ideia praticável até 2023, enquanto Boeing e Rolls Royce também já anunciaram investimentos na área.

Fonte: IG Economia
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Economia

Saques do FGTS elevam expectativa do mercado para economia de 2019

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agência da Caixa com saques do FGTS arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil – 10.3.2017

Saques do FGTS fizeram economistas reverem para cima crescimento econômico do País em 2019

Mesmo com cenário externo conturbado, em meio à guerra comercial entre China e Estados Unidos e uma possível desaceleração da economia global, os economistas voltaram a projetar que a economia brasileira pode ter um desempenho melhor em 2019.

De acordo com os economistas consultados pelo Banco Central (BC) no Boletim Focus, o Produto Interno Bruto (PIB) do país devem crescer 0,83% neste ano. Na semana anterior, a projeção era de alta de 0,81%.

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A revisão está relacionada aos efeitos positivos da liberação de parte dos recursos do FGTS sobre o consumo, avalia Flávio Byron, sócio da Guelt Investimentos. Os saques serão permitidos a partir de setembro.

“Diante do atual cenário, a liberação do FGTS é o que mais explica esta mudança nas projeções dos economistas. Mas é algo pequeno, mais simbólico do que uma sinalização de retomada da economia”, afirma Byron.

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Semana passada, o Banco Central divulgou dados que apontam  retração da economia no segundo trimestre, a chamada prévia do PIB. O dado oficial será divulgado apenas no fim deste mês pelo IBGE.

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Caso o indicador do IBGE confirme o recuo da economia entre abril e junho, o país terá recessão técnica , quando há dois trimestres negativos seguidos. Mas o próprio BC aposta em uma recuperação da economia.

O Boletim Regional da instituição, documento elaborado trimestralmente pela autoridade monetária para detalhar o cenário econômico das regiões do país, destaca que as  reformas e a liberação de recursos do FGTS podem contribuir para uma expansão da atividade econômica.

Inflação mais baixa

Enquanto as projeções sobre o desempenho da economia sobem, a pespectiva em relação à inflação é de redução, segundo o Focus. De acordo com o boletim, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vai encerrar o ano com avanço de 3,71% .

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Na semana anterior, a projeção era de 3,76%. O percentual é inferior ao centro da meta estipulada para o governo para 2019, que é de 4,25%.

Em relação ao câmbio, as projeções apontam alta do dólar . De acordo com os economistas consultados pelo BC, a divisa americana deve encerrar o ano a R$ 3,78. Na semana anterior, a expectativa era de dólar a R$ 3,75 neste ano.

Fonte: IG Economia
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Economia

Não basta ser grande: entenda a derrocada do Walmart no Brasil

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IstoÉ Dinheiro

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Não basta ser grande: entenda a derrocada do Walmart no Brasil

Quando o Walmart desembarcou no Brasil, em 1995, a líder varejista dos Estados Unidos gerou a expectativa de que a operação de sucesso global poderia ser replicada em terras tupiniquins. Foram mais de duas décadas de investimentos e tentativas para fazer o negócio decolar no País, mas o modelo de gestão patinou e a dificuldade de entender as diferenças culturais fez os resultados desabarem.

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A euforia inicial não se confirmou e a gigante do varejo, que ocupa uma cadeira no ranking da Forbes das 100 empresas mais valiosas do mundo, viu o seu faturamento estagnar no terceiro lugar em participação de mercado. Não foi com surpresa que, em junho do ano passado, os mais de 4 mil funcionários da sede brasileira receberam a notícia de que a gestora americana de fundos e private equity Advent na América Latina estava assumindo o controle de 80% da empresa. Pelo acordo, os novos gestores tinham um prazo de até três anos para continuar usando o nome da rede. Pouco mais de um ano depois, porém, a marca joga a toalha e se prepara para dizer adeus ao Brasil.

A partir de agora, o nome Walmart deixa de existir para dar lugar ao Grupo Big , dono das bandeiras Big, Big Bompreço, Super Bompreço, Nacional, Maxxi Atacado, TodoDia e Sam’s Club. A companhia informou que a antecipação na mudança de posicionamento acontece para impulsionar duas frentes na estratégia dos negócios: reforçar a nova marca e aumentar a sua participação no formato de atacarejo.

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A primeira tacada nessa direção veio já no primeiro semestre deste ano, com o projeto Maxxi Atacado. Além de um aumento de 40% na oferta de produtos, as 43 unidades do negócio foram reformadas e 10 hipermercados transformados na estrutura que mistura atacado com varejo. A aposta acontece num momento em que a disputa no setor tem acelerado.

Expansão: o clube de compras da marca será mantido e receberá 10 novas lojas no prazo de até um ano (Crédito:Divulgação)


É o caso do Carrefour Brasil , dona do Atacadão, e do grupo GPA, que controla o Assaí. “Os dois grupos conseguiram reagir à mudança de comportamento do consumidor nos últimos anos de crise e passaram a investir na digitalização e em novos formatos de lojas”, diz Alexandre Van Beeck, sócio-diretor da GS&Consult, empresa de consultoria com foco em varejo. Carrefour e Pão de Açúcar, por exemplo, inauguraram uma série de unidades express para atender aos clientes de bairro. A outra sacada foi o lançamento de aplicativos de fidelidade que oferecem descontos no carrinho digital ou físico. “A estratégia monocanal do Walmart é um tiro no pé”, diz Van Beeck.

RESTRIÇÕES De acordo com especialistas que acompanham o setor, parte da dificuldade da filial brasileira em fazer grandes mudanças estava nas restrições da matriz da companhia, instalada em Bentonville, no Estado americano do Arkansas. Agora, a expectativa do Grupo Big é de acabar com essa dependência. “Com uma gestão 100% local, vamos garantir mais agilidade na tomada de decisões e a empresa vai se aproximar ainda mais de seus clientes em todas as regiões e formatos”, informou a empresa, em comunicado. Procurado pela DINHEIRO, o grupo não concedeu entrevista.

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Para colocar o plano em prática, a empresa informou que investirá R$ 1,2 bilhão para ampliar e modernizar suas lojas. A distribuição das bandeiras dos supermercados será dividida por regiões. As unidades Walmart do Sul e Sudeste passarão a se chamar BIG, enquanto no Nordeste, todos os hipermercados serão BIG Bompreço. A outra parte do investimento incluirá a reforma de 100 unidades, até junho de 2020. Já o Sam’s Club deve inaugurar dez novas lojas num período de até um ano – quatro até o fim de 2019. “Toda essa transição tem uma vantagem de ouro pelo poder de investimento que a empresa tem e pela associação à marca que também já é conhecida”, diz Ricardo Pastore, coordenador da pós-graduação da ESPM-SP. “O recado do grupo Big vai ser dado rapidamente.”

Fonte: IG Economia
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