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Saúde

SP volta a ter queda em casos, internações e mortes por Covid-19

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Agência Brasil

egundo o governador de São Paulo, João Doria, esse é um indicador importante porque demonstra a tendência da pandemia.
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

egundo o governador de São Paulo, João Doria, esse é um indicador importante porque demonstra a tendência da pandemia.

Após uma semana de alta, o estado de São Paulo voltou a apresentar, na semana passada, queda no número de óbitos e de novos casos por coronavírus, mantendo queda no número de novas internações, o que vem ocorrendo já há dez semanas.

Na semana passada – 39ª Semana Epidemiológica – que compreende o período entre os dias 20 e 26 de setembro, o estado registrou 1.136 mortes provocadas pelo novo coronavírus, o que dá uma média móvel de 162 mortes por dia, próximo ao que o estado registrava em meados de maio. A média móvel é calculada somando-se o total de casos registrado na semana e dividindo-o pelo número de dias.

Na semana anterior – 38ª Semana Epidemiológica – entre os dias 13 e 19 de setembro, o estado havia registrado 1.360 mortes, média móvel de 194 óbitos por dia, o que interrompeu cinco semanas consecutivas de queda no indicador.

Apesar disso, o estado vem apresentando média móvel abaixo de 200 mortes por dia nas últimas quatro semanas. A maior média móvel ocorreu na 29ª Semana Epidemiológica, entre os dias 12 e 18 de julho, quando o estado somou 278 mortes por dia.

Quanto aos casos, o estado registrou, na semana passada – 39ª Semana Epidemiológica – o total de 39.215 novos casos, média móvel diária de 5.602 casos por dia, próximo a números que vinha registrando no início de junho.

Na 38ª Semana Epidemiológica, o estado contabilizou 40.983 novos casos, média móvel de 5.855 casos por dia. A maior média de casos registrada no estado ocorreu na 33ª Semana Epidemiológica, entre os dias 9 e 15 de agosto, quando o estado somou 10.828 casos por dia, praticamente o dobro do que foi registrado na semana passada.

Já em relação às internações, o estado mantém, há dez semanas consecutivas, queda na média móvel de novas internações. Na semana passada, a queda foi de 11% em relação à semana anterior, com média móvel de 1.125 internações por dia.

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, esse é um indicador importante porque demonstra a tendência da pandemia.”Isso é sinal de que a doença está regredindo, de maneira sólida, no estado de São Paulo”, falou ele, em entrevista coletiva concedida hoje (28), no Palácio dos Bandeirantes.

Balanço

O estado de São Paulo contabiliza hoje o total de 973.142 casos confirmados do novo coronavírus, com 35.125 mortes. Do total de casos diagnosticados, 839.629 pessoas já estão recuperadas da doença, sendo 107.024 após internação.

Há 3.930 pessoas internadas em todo o estado em estado grave, em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 4.780 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 44,7% no estado e de 43,2% na Grande São Paulo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

OMS diz que risco de transmissão da Covid-19 em vôos é “muito baixo”

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Reprodução

Estudo diz que transmissibilidade da Covid-19 em aviões é muito baixa

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o risco de disseminar a Covid-19 em vôos parece “muito baixo” desde que haja obediência aos protocolos de segurança e distanciamento social. A Organização comentou um estudo realizado pela Agência Internacional de Transporte aéreo.

“A transmissão em voo é possível, mas o risco parece ser muito baixo, dado o volume de viajantes e o número pequeno de relatos de casos. O fato de que a transmissão não é amplamente documentada na literatura publicada não significa, porém, que não acontece”, disse a OMS em um comunicado à agência Reuters.

Apesar de reconhecer que o risco não é alto, a Agência reforça que ele existe e merece atenção – diferente do que sugerem algumas empresas aéreas como a norte-americana United Airlines, que teria citado um estudo ao afirmar que o risco é “virtualmente inexistente”.

No dia 8 de outubro, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) afirmou que apenas 44 casos de transmissão em voo foram identificados entre 1,2 bilhão de viajantes neste ano. É possível que haja, porém, subnotificação dos dados.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saúde planeja incentivo para ações em prol de alimentação saudável

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O Ministério da Saúde planeja disponibilizar, ainda este ano, em caráter excepcional e temporário, um incentivo financeiro para qualificação das ações de promoção de alimentação saudável e da atividade física no país. A iniciativa busca reforçar a atenção a pessoas com doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), e os valores a serem empregados no incentivo ainda estão em estudo.

Divulgada ontem (21), a Pesquisa Nacional de Saúde apontou que o excesso de peso e a obesidade se tornaram mais frequentes na população brasileira entre 2003 e 2019. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde.

A proporção de obesos na população brasileira aumentou de 12,2% para 26,8% entre 2003 e 2019. No ano passado, 30,2% das mulheres e 22,8% dos homens com 20 anos de idade ou mais tinham índice de massa corpórea (IMC) maior que 30 kg/m2, o que configura obesidade.

O excesso de peso, que se dá a partir do IMC 25 kg/m2, também se tornou mais frequente na sociedade brasileira, passando de 43,3% em 2003 para 61,7% em 2019.

Segundo o Ministério da Saúde, está em preparação o lançamento de ações de qualificação para profissionais de saúde, como o “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de sobrepeso e obesidade” e a publicação do “Instrutivo de Cuidado da Obesidade em Crianças e Adolescentes”.

“Nós já vínhamos acompanhando a evolução dos indicadores de sobrepeso e da obesidade, mas agora com esses dados novos temos uma informação real, mensurada, que reforça a necessidade de compromisso do Ministério da Saúde e da sociedade para enfrentamento de um dos principais fatores para doenças de risco, como diabetes e doenças cardiovasculares, entre outras”, disse Eduardo Macário, diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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