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Saúde

SP: vacinação contra múltiplas doenças segue durante fim de semana

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AMA Jardim das Laranjeiras - SP
Foto: Governo de São Paulo

AMA Jardim das Laranjeiras – SP

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) seguirá com a vacinação contra a Covid-19, além da campanha de multivacinação, neste fim de semana. No sábado (9), estarão abertas as Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Integradas da capital, das 7h às 19h.

No domingo (10), a vacinação ocorre nos parques Buenos Aires, Severo Gomes, do Carmo, Ceret e da Juventude, das 8h às 16h. No mesmo horário também ocorre a imunização em dois pontos na avenida Paulista: uma tenda localizada no número 52 e uma farmácia parceira, no número 995. A farmácia aplicará somente vacinas contra a Covid-19.

“Nós reforçamos sempre a importância da vacinação contra a Covid-19, porém, a imunização contra outras doenças também é fundamental. Por isso pedimos que os paulistanos compareçam à unidade mais próxima de sua casa, levem seus filhos e mantenham em dia a caderneta de vacinação”, disse o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

As unidades realizarão a aplicação da primeira dose (D1), segunda dose (D2), primeira dose adicional (DA1) e segunda dose adicional (DA2) contra a Covid-19. Também estarão disponíveis vacinas contra a gripe para todos os cidadãos acima de seis meses de idade, além de imunizantes diversos para crianças a partir da mesma faixa etária.

Na vacinação voltada ao público infantil, são disponibilizados imunizantes como: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23.

Mais informações e a lista completa dos postos podem ser encontradas na página do Vacina Sampa, disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/index.php?p=307599 .

Balanço de vacinação

Até ontem (7), a capital aplicou 33.534.241 de doses contra a Covid-19, sendo 11.826.684 D1; 11.195.036 D2; 365.968 doses únicas; 7.792.188 primeiras doses adicionais e 2.354.365 segundas doses adicionais. Estão elegíveis para a segunda dose adicional toda população acima de 40 anos de idade, além da população acima de 18 anos que iniciou o esquema vacinal com a Janssen.

Também até essa quinta-feira, foram aplicadas 2.502.164 doses contra a gripe e 290.863 contra sarampo.

A vacinação contra a gripe (influenza) está disponível para toda população acima de 6 meses de idade. Estão aptas a receber a vacina contra o sarampo crianças entre seis meses e menores de cinco anos de idade, além das pessoas nascidas a partir de 1960 e trabalhadores da saúde.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 7.198 casos e 57 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou 7.198 casos positivos e 57 mortes por covid-19 em 24 horas, segundo o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo (7). Desde o início da pandemia, foram registrados 34.018.371 casos e 679.996 óbitos pela doença.

No boletim, os dados de casos e mortes de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Distrito Federal, do Mato Grosso, do Maranhão, de Tocantins e de Roraima não foram atualizados. O número de óbitos do Mato Grosso do Sul também não.

Entre os que contraíram a doença, 96,2% se recuperaram, o que corresponde a 32.731.706 pessoas. Há ainda 606.669 casos em acompanhamento.

Estados

São Paulo é o estado com maior número da casos e de mortes, com 5,95 milhões e 173.338, respectivamente. Em relação aos casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,83 milhões) e Paraná (2,70 milhões). 

O menor número de casos foram registrados no Acre (145.488), Roraima (173.401) e Amapá (177.285). Os três estados também registram os menores números de mortes pela doença: Acre (2.021), Amapá (2.153) e Roraima (2.158).

Boletim epidemiológico covid-19 Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Vacinação

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 496,51 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 178,58 milhões de primeira dose, 159,63 milhões de segunda dose e 4,98 milhões de dose única. 

A primeira dose de reforço foi aplicada em 103,56 milhões de pessoas, a segunda dose de reforço em 17,99 milhões e a dose adicional em 4,75 milhões.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Varíola dos macacos: entidades criticam estigma a homossexuais

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Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais
Divulgação

Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais

A contaminação pela varíola dos macacos vem se espalhando pelo mundo e trazendo um problema já observado historicamente, quando surgiram os primeiros casos de HIV. Chamada na década de 80 por diversos nomes pejorativos relacionados a homossexualidade, a Aids carregou por anos essa estigmatização.

No último dia 1º, um editorial publicado na Revista Brasileira de Enfermagem alerta para a repetição desse risco, pois o olhar discriminatório ao paciente contaminado com a varíola dos macacos pode prejudicar o tratamento, protelando o seu diagnóstico e até mesmo a procura por cuidados com a saúde.

“O fato de relacionar a orientação sexual com o vírus Monkeypox não faz qualquer sentido, já que existem opções de comunicação que se podem mostrar igualmente efetivas, como, por exemplo, focar na prática de relações sexuais entre indivíduos infectados, sem categorizar sexualidades ou práticas em específicos, assumindo uma posição globalizada das ações sanitárias e de controle epidemiológico”, diz o texto.

A própria agência das Nações Unidas para a Aids mostrou preocupação com o fato de a mídia ter reforçado estereótipos homofóbicos e racistas na divulgação de informações em torno da varíola dos macacos .

A monkeypox , como é conhecida internacionalmente, não é uma infecção sexualmente transmissível, embora possa se espalhar pelo contato íntimo durante as relações sexuais, quando existe erupção cutânea ativa.

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida
Reprodução/Twitter

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida

A infecção é transmitida a partir das feridas, fluidos corporais e gotículas de uma pessoa doente. Isso pode ocorrer mediante contato próximo e prolongado sem proteção respiratória, contato com objetos contaminados ou contato com a pele.

Foi o que ocorreu com o professor de inglês Peter Branch, de 48 anos. Ele e seu companheiro moram na capital paulista e foram infectados pela doença. O britânico, que vive no Brasil há mais de 9 anos, queixa-se do preconceito envolvendo a enfermidade.

“Fomos infectados indo a um bar heterossexual. Acho que o mais grave é que homens e mulheres heterossexuais não estão prestando atenção aos sintomas e, portanto, infectando os outros também”, disse. “O que incomoda é que as pessoas pensam que isso é só na comunidade gay ”, completou.

Ele conta que apresentou febre, dor de cabeça, cansaço, e que as lesões surgiram depois. Ele recebeu atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “As manchas doeram um pouco, o chato foi o isolamento, não poder brincar com meus cachorros”. Peter já se sente bem e acompanha a recuperação de seu companheiro.

Fonte: IG SAÚDE

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