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Saúde

SP: Saúde diz que curva da pandemia no estado se assemelha à situação em junho

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Pessoas na rua
Agência Brasil/Rovena Rosa

Secretaria atualiza dados da Covid-19 em São Paulo

O boletim mais recente da secretaria de saúde do estado de São Paulo divulgou que, entre a quinta e esta sexta-feira (25), 5.554 novos casos de Covid-19 foram registrados no estado. Além disso, São Paulo marca agora 34.877 mortes causadas pela doença desde o início da pandemia.

Os casos são 964.921 no total. Ainda segundo a secretaria, existem 4.799 pacientes internados em enfermarias, entre casos confirmados e suspeitos, e 3.672 pacientes graves em leitos de UTI. O boletim aponta 105 mil altas hospitalares até agora.

A ocupação dos leitos de UTI apresenta uma queda contínua há algumas semanas. Atualmente, o estado possui 46,6% dos leitos ocupados e a grande São Paulo 45,6% de ocupação. De acordo com o secretário de saúde, Jean Gorinchteyn, “Avaliando pelo número de casos, a curva está muito próxima à situação que enfrentamos em junho”.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Queda de imunidade contra Covid-19 ameaça tratamento com plasma

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anticorpos
Christopher Burg Tedt/Science Photo Library

Pesquisas alertam para rápida diminuição de anticorpos após recuperação da Covid-19

O tratamento com plasma convalescente, que recebe grande investimento de cientistas em busca de uma terapia contra a Covid-19 , enfrenta uma nova dificuldade: a rápida queda de imunidade dos pacientes recuperados da doença, o que exige que as doações de plasma devem ser feitas rapidamente após a cura.

O estudo que observou a diminuição da imunidade – registrada após cerca de três meses após recuperação – incluiu 15 adultos curados da Covid-19. Nenhum dos voluntários foi hospitalizado e cada um doou plasma entre quatro e nove vezes. Em cerca de 88 dias, todos os 15 doadores tiveram reduções nos anticorpos.

Esta não é a primeira vez que estudos apontam a não-permanência da imunidade em pessoas recuperadas da Covid-19. No início desta semana, um estudo da universidade Imperial College de Londres alertou para a rápida queda na imunidade.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Dia Mundial do AVC serve de alerta à população

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Agência Brasil

AVC
Thinkstock Photos

29 de outubro é o dia dedicado à prevenção contra o AVC

Segunda principal causa de mortes no Brasil, o acidente vascular cerebral (AVC) é lembrado hoje (29), em data especial, que serve de alerta à população. O Dia Mundial do AVC chama atenção para a quantidade de pessoas que o derrame, como é mais comumente chamado, acomete e também para os efeitos incapacitantes que pode provocar, motivo por que a campanha busca incentivar a adoção de comportamentos preventivos.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, somente em 2017 foram registradas 101,1 mil mortes decorrentes da doença. Em levantamento encaminhado à Agência Brasil, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) destaca que, entre 1º de janeiro deste ano até o dia 16 de outubro, 78.649 pacientes com AVC foram a óbito.

Os números se distinguem pouco da soma do ano passado, de 79.984 casos.Desse total apurado pela entidade, 50.201 ocorreram durante os sete primeiros meses da pandemia de covid-19, patamar que se assemelha ao registrado no mesmo período em 2019, de 60.400 ocorrências.

Conforme destaca a SBC, a queda de 16,8% se explica porque muitas pessoas acabaram morrendo em casa, durante a crise sanitária, o que impediu que os profissionais de saúde identificassem as verdadeiras causas de falecimento.Os grupos entre os quais mais se confirmaram óbitos por AVC foram homens com idade entre 70 e 79 anos e mulheres com idade entre 80 e 89 anos.

Em seguida, aparecem homens na faixa de 80 a 89 anos e mulheres de 70 a 79 anos, todos dados que demonstram que a idade é um fator que influencia nas chances de se desenvolver o quadro.Como para outras doenças cardiovasculares, há fatores de risco que podem ser controlados e, portanto, reduzir a vulnerabilidade a elas, como o sedentarismo, o tabagismo e o uso abusivo de álcool. A apneia do sono, por sua vez, pode aumentar em 3,7% as chances de uma pessoa desenvolver tais enfermidades.

Complementando informações da SBC, a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBDCV) pontua que cerca de 70% das pessoas acometidas por AVC não conseguem ter condições de retomar as atividades profissionais, em decorrência das sequelas que o quadro deixa e que metade dos pacientes perde autonomia e acaba precisando de cuidadores e para realizar tarefas diárias.

A SBDCV sublinha, ainda, que, embora o AVC atinja mais frequentemente indivíduos com idade acima de 60 anos, tem crescido entre jovens e pode, inclusive, afetar crianças. O AVC é a formação de um déficit neurológico súbito, causado por uma falha nos vasos sanguíneos do sistema nervoso central. Pode ser dividido em dois tipos: o isquêmico e o hemorrágico.

O primeiro, que responde a 85% dos casos, deriva da obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria cerebral e desencadeia a falta de circulação no seu território vascular. Já o hemorrágico tem origem em uma ruptura espontânea de um vaso, que pode ser um aneurisma e faz com que o sangue preencha o interior do cérebro (hemorragia intracerebral), o sistema ventricular (hemorragia intraventricular) e/ou o espaço subaracnóideo (hemorragia subaracnóide).

Sintomas

Os principais sintomas do AVC são: fraqueza ou formigamento no rosto, braço ou perna, confusão mental, alterações na fala, compreensão, visão e equilíbrio e dor de cabeça súbita e intensa. Como o paciente pode apresentar um comprometimento do sistema neurológico, o ideal é que seja atendido o mais rápido possível.

Fonte: IG SAÚDE

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