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SP: PF apreende cocaína em sandálias no Aeroporto de Guarulhos

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PF encontrou dois quilos de cocaína em sandálias
Divulgação/Polícia Federal

PF encontrou dois quilos de cocaína em sandálias

A Polícia Federal prendeu, no último domingo (10), três mulheres que estavam no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e viajariam com um total de 8 kg de cocaína para África, Europa e Ásia. Uma das passageiras levava a droga em dois pares de sandálias.

A brasileira que carregava dois quilos de cocaína nos calçados tem 31 anos e viajaria para as ilhas Seychelles, localizadas na costa leste da África. Ela foi presa no balcão de check-in.

Outra pasageira presa tinha como destino a França e foi presa na zona de controle migratório com dois quilos da droga, que estavam dentro de uma bermuda elástica. A suspeita também tem 31 anos.


A terceira brasileira que teve a prisão decretada no aeroporto tinha passagens compradas para as Ilhas Maldivas, na Ásia. A mulher de 24 anos carregava quatro quilos de cocaína em fundos falsos de uma bolsa. 

“As suspeitas serão apresentadas à Justiça Federal onde poderão responder pelo crime de tráfico internacional de drogas”, informou a Polícia Federal em comunicado.

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Fonte: IG Nacional

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Frentista perde as pernas após carro explodir durante abastecimento

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Carro explode em posto de gasolina em São Pedro da Aldeia
Reprodução

Carro explode em posto de gasolina em São Pedro da Aldeia

A explosão de um carro enquanto era abastecido com gás natural veicular (GNV), nesta manhã (11), deixou três feridos em São Pedro da Aldeia (RJ), na Região dos Lagos. O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro informou que foi acionado por volta de 12h. Duas pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para o pronto-socorro do município.

O carro ficou completamente destruído. A estrutura do posto de combustíveis também foi bastante abalada. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma das vítimas é o dono do veículo, de 28 anos. Ele sofreu laceração de crânio e rosto. O outro, um frentista de 21 anos, teve as duas pernas amputadas. Ambos estão internados.

De acordo com a prefeitura de São Pedro da Aldeia, a Guarda Civil Municipal e a Defesa Civil realizaram o isolamento do perímetro após a explosão. Uma perícia para apurar as causas do acidente está sendo realizada pela Polícia Civil.

Esta é a segunda ocorrência similar em pouco mais de duas semanas no estado do Rio de Janeiro. No dia 26 de julho, outro carro explodiu enquanto estava sendo abastecido com GNV em um posto de combustíveis na zona norte da capital fluminense, deixando uma mulher ferida e causando a morte de um homem.

FiscalizaçãoProcurada pela Agência Brasil, a concessionária Naturgy informou que é responsável apenas pelo fornecimento do GNV. A fiscalização das instalações de postos de combustíveis é atribuição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulatório vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME). No caso do GNV, há um limite de pressão máxima de abastecimento. O descumprimento pode levar à autuação do posto.

Por outro lado, a ANP não tem atribuição legal para atuar caso a explosão esteja relacionada com a má conservação, instalação ou manutenção do kit GNV do veículo. As oficinas que realizam o serviço precisam ser credenciadas pelo Inmetro, autarquia federal vinculado ao Ministério da Economia. É possível consultar pela internet a lista de estabelecimentos regulares.

Segundo a orientação do Inmetro, o kit GNV deve passar por uma manutenção anual. A não realização do serviço ou sua realização em oficinas não credenciadas aumentam os riscos de uma explosão.

Também é recomendado que, durante os abastecimentos, motoristas e passageiros saiam do carro e se posicionem à sua frente. Veículos que estiverem aguardando atendimento devem ser mantidos a uma distância segura daqueles que estiverem sendo abastecidos.

Fonte: IG Nacional

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Favela Diz: o instituto de pesquisa feito por pessoas da comunidade

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Gilson Rodrigues, presidente do G10 Favelas e um dos criadores do Favela Diz
Arquivo pessoal

Gilson Rodrigues, presidente do G10 Favelas e um dos criadores do Favela Diz

Um projeto da favela para a favela. Este é o conceito do instituto de pesquisa Favela Diz, lançado na terça-feira (9), em Paraisópolis, comunidade na zona sul de São Paulo. A iniciativa é uma parceria entre o G10, bloco de líderes e empreendedores de impacto social no Brasil; o Sou+Favela, empresa de soluções de mídia pensadas para conectar o mundo empresarial à periferia; e o Cria Brasil, empresa de comunicação localizada em Paraisópolis.

Segundo o presidente do G10 Favelas, Gilson Rodrigues, o Favela Diz foi idealizado no início deste ano e nasceu a partir da vontade de conhecer melhor a população das favelas, que hoje soma aproximadamente 17 milhões de habitantes. Apesar de o G10 atuar nas dez maiores favelas do Brasil, o instituto visa obter a percepção dos moradores de comunidades de todo o país. O Favela Diz é o primeiro instituto em que todo o trabalho é feito por pessoas da favela, e não indivíduos de fora, que desconhecem essa realidade.

Os pesquisadores, explica Rodrigues, são pessoas de dentro das comunidades que foram capacitadas para exercer este trabalho. Mas, mais do que isso, elas foram eleitas para cuidar e monitorar as famílias que ali vivem. Cada um deles cuida diretamente de 50 famílias. Onde ainda não há os presidentes de rua, a ideia é contratar pessoas da própria comunidade para prestar esse serviço. Além de pesquisadores, os chamados “presidentes de rua”, como foram nomeados pelo instituto, viraram também entregadores, analistas informais no banco e outros.

“Essa percepção que a pesquisa traz é a nossa vivência”, afirma o empresário. “Quando alguém fala sobre dados de favela, eu sou esse dado. O diferencial é que é, de fato, da favela para a favela.” 

Apesar de ter sido lançado a menos de dois meses para as eleições presidenciais, o Favela Diz não tem como único objetivo realizar pesquisas de cunho eleitoral, sobre intenção de voto — apesar de esta ter sido a primeira pesquisa do instituto, lançada na terça (veja abaixo) . O objetivo é explorar diversas outras questões, como tendências de comportamento e necessidades de consumo dentro das comunidades. E, a partir disso, criar soluções para os problemas que forem identificados.

Pesquisa do Favela Diz sobre intenção de voto para Presidente da República
Favela Diz

Pesquisa do Favela Diz sobre intenção de voto para Presidente da República

Em Paraisópolis, por exemplo, falta água todos os dias, de acordo com Rodrigues. Mas, quando isso é denunciado, muitas pessoas não acreditam, por parecer uma situação “surreal” para uma cidade como São Paulo. Quando isso é transformado em pesquisa, em dado científico, há provas concretas. E condições, inclusive, de entrar com um processo judicial contra a prefeitura.

Além da pesquisa divulgada na terça-feira, sobre a intenção de voto para Presidente da República, outras quatro pesquisas já foram realizadas pelo instituto. Duas delas serão lançadas em breve. Trata-se de um perfil sobre a população de Paraisópolis, que completa 101 anos no próximo dia 16 de setembro, e outro sobre os moradores de Heliópolis, também na zona sul de São Paulo. ‘Favelado pode tudo’ Rodrigues é nascido na Bahia, mas cresceu em Paraisópolis. Sua família é natural de Itambé, onde as fortes chuvas provocaram destruição no final do ano passado. Há 70 anos, eles partiram rumo à capital paulista, em busca de uma vida melhor.

Gilson Rodrigues
Arquivo pessoal

Gilson Rodrigues

Filho de uma mulher surda e muda que teve catorze filhos e morreu cedo, o empresário conta que ficou “largado” no mundo e, a vida toda, cresceu ouvindo que “não viraria gente”. O estereótipo clássico do menino pobre e pardo de origem humilde. 

“Eu queria dar certo, queria estudar, trabalhar, dar orgulho para a minha mãe, se ela estivesse viva. Quebrar esse paradigma de que quem nasce e cresce na favela está predestinado a dar errado”, diz.

Rodrigues se destacava dos demais meninos da comunidade. Era “falante” e tinha “muitas ideias”. Se tivesse nascido em berço de ouro, diz, as pessoas o teriam como o “criativo”, o “CEO da empresa” ou o “Presidente da República”. Mas, como era de origem pobre, pensavam: o “futuro trombadinha”.

Inconformado com o fato de que este seria o seu destino, ele construiu um novo olhar sobre si mesmo e, a partir disso, começou a transformar sua vida. Virou presidente do grêmio da escola e, quando se deu conta, havia se tornado o “prefeito” o de Paraisópolis. 

No meio do caminho, eis que surge a “nova classe média”, como é chamada a parcela população que ascendeu da classe D para a classe C na metade da década de 2000. O empresário viu nisso uma oportunidade e começou a trazer lojas para Paraisópolis. A favela, antes invisível aos olhos dos empreendedores, começou a virar um princípio de “potência econômica”, ainda que com muitas fraquezas. Havia a vontade de fazer o mesmo com outras comunidades. “Mas como?”, ele se perguntava. Um dia, um dado despertou um estalo.

“Vi uma pesquisa que mostrava que as dez maiores favelas do Brasil movimentam, juntas, R$ 7,9 bilhões. Vi nisso um enorme potencial de mercado e, inspirado no G20 (grupo que reúne as 20 maiores potências do mundo), criei o G10 Favelas”, afirma.

Recentemente, entre 22 e 28 de julho, o G10 internacionalizou oficialmente suas atividades nos Estados Unidos. O empresário esteve em Nova York, representando o G10 Favelas no evento “Semana das Favelas do Brasil em Nova York”. Na ocasião, ele tocou o sino da Bolsa de Valores. Para ele, o ato foi simbólico.

“Nós mostramos aos empreendedores e favelados que podemos estar em Nova York, na Bolsa. Podemos empreender, podemos tudo. Nos contaram mentiras quando disseram que estávamos predestinados a ter uma vida miserável ou entrar para o mundo do crime. Nós nos limitamos até agora, mas podemos nos libertar”, diz.

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Fonte: IG Nacional

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