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Educação

SP: aulas práticas de ensino superior podem voltar em algumas cidades

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O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (13) que está autorizada a volta às atividades práticas do ensino superior e profissionalizante em municípios paulistas que estejam na fase 3 – Amarela do Plano São Paulo há mais de 14 dias. A medida vale para cursos em que as atividades práticas e laboratoriais não podem ser feitas à distância. A autorização também vale para o estágio curricular obrigatório da área da saúde. No entanto, só funcionarão para atividades práticas: o ensino teórico continuará sendo feito à distância.

Até este momento, apenas três regiões do estado estão classificadas há mais de 14 dias na fase amarela: a capital paulista e as sub-regiões sudeste e sudoeste da região metropolitana.

“As instituições de ensino superior e de cursos técnicos do ensino profissionalizante poderão retomar atividades presenciais desde que a região esteja há 14 dias na fase amarela do Plano São Paulo. O funcionamento está limitado a 35% do número de alunos matriculados em cada instituição”, disse Doria.

Segundo Rossieli Soares, secretário estadual da Educação, a prioridade é para alunos que estejam se formando.

“Temos um gargalo importante na área da saúde e dos cursos técnicos onde a educação à distância não consegue dar conta de tudo. Naquelas disciplinas que são mais teóricas, consegue-se trabalhar com educação mediada com tecnologia ou educação à distância. Mas o curso prático, o estágio supervisionado de um futuro médico, o internato de um médico, não. Se não tivermos esse ciclo funcionando, vamos ter uma menor entrada de futuros médicos e um hiato de formação de profissionais da saúde. Então, a decisão foi para que, estritamente a parte de laboratórios, a parte prática em que não é possível se fazer à distância, poderá voltar na fase amarela”, disse Soares.

Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O Plano São Paulo também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões, com a região metropolitana dividida em cinco sub-regiões. 

Educação complementar

A educação complementar não regulada, que compreende cursos livres, como de idiomas, informática, artes, entre outros, passa a ser enquadrada como setor de serviços noo Plano São Paulo. Com isso, eles poderão ser abertos, desde que sigam as restrições de capacidade, de horários e de faseamento que foram estabelecidos pelo plano. Assim, esses cursos poderão funcionar em cidades que esteja enquadradas na fase 3 – Amarela.

“A educação complementar poderá ser retomada desde que as cidades onde eles estiverem sendo aplicados estejam na fase 3, ou seja, na fase Amarela do Plano São Paulo”, disse Doria. Atualmente, o estado tem sete regiões na fase amarela: a capital paulista, quatro sub-regiões metropolitanas (leste, oeste, sudeste e sudoeste), a Baixada Santista e Registro.

Para voltar a funcionar as instituições e organizações que oferecem os cursos livres precisam obedecer a regras e protocolos de segurança. A fase amarela estabelece, por exemplo, que a ocupação seja limitada a 40% da capacidade e que o horário de funcionamento seja reduzido a seis horas diárias.

A educação complementar terá ainda de seguir os protocolos estabelecidos no setor educacional, como organização da entrada e da saída para evitar aglomeração e intervalos com o revezamento de turmas, além do cumprimento do distanciamento de 1,5 metro e das medidas de higiene e sanitização dos espaços. “Elas passam a seguir as regras do Plano São Paulo, mas também observando as regras educacionais na parte de protocolos”, disse o secretário.

Edição: Denise Griesinger

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Educação

Prefeito de SP diz que volta às aulas na capital não tem data definida

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A volta às aulas na rede municipal de ensino de São Paulo ainda não tem uma data definida para ocorrer, disse hoje (7) o prefeito da capital paulista, Bruno Covas. Segundo ele, o retorno presencial poderá ocorrer a partir de 7 outubro, mesma data definida para o retorno pelo governo do estado, nos meses seguintes, ou até em 2021.

“Nós estamos aqui analisando os dados para tomar com toda cautela, com toda tranquilidade. Nós estamos preparando a rede municipal para retomada, seja ela em outubro, novembro ou dezembro, ou no ano que vem”, disse em encontro online realizado hoje com empresários.

Covas ressaltou que a data do retorno das aulas será decidida pela área da saúde da administração municipal, e que uma pesquisa sorológica com amostra representativa de estudantes está sendo feita para embasar a decisão. O levantamento pretende avaliar o grau de incidência e a transmissibilidade entre os alunos.

“Vocês imaginem em uma sala de aula, com 40 alunos, que até hoje as escolas não conseguiram segurar o piolho, como é que você vai conseguir segurar o vírus do coronavírus? Enquanto a gente não tiver total tranquilidade de que é o momento apropriado, não é pressão do grupo A, não é o interesse do grupo B que vão definir a data de retorno às aulas”, disse.

O prefeito destacou que a rede municipal está sendo preparada para o momento da retomada das aulas, e que a prefeitura já aprovou, na Câmara Municipal, uma lei que dá a possibilidade de a administração contratar vagas de ensino infantil nas escolas particulares para alocar alunos da rede pública.

“Se houver um aumento de procura nas escolas públicas, nós não vamos deixar as pessoas na fila. Nós vamos comprar vaga na escola privada, e vamos colocar esse aluno lá. Pelo mesmo preço unitário que eu tenho hoje de investimento no aluno do ensino infantil ou na pré-escola”, afirmou Covas.

Fase 4

Bruno Covas também que a expectativa da prefeitura é que o município consiga entrar na quarta fase de abertura do Plano São Paulo na segunda quinzena de setembro. A quarta fase é a etapa Verde do plano de reabertura do estado, e prevê um menor número de restrições para a realização de atividades que envolvam aglomeração de pessoas.

De acordo com o prefeito, a cidade está há nove semanas consecutivas com diminuição no número de óbitos causados pela covid-19. “A cidade que chegou a ser responsável por 90% das mortes do estado, hoje tem 42% dos óbitos no estado de São Paulo. A gente vem em nove semanas consecutivas reduzindo o número de óbitos apesar de a gente já ter, há praticamente dois meses e meio, iniciado o processo de reabertura”.

Edição: Wellton Máximo

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Educação

Governo de SP autoriza retomada dos cursos na área da Saúde

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O governo de São Paulo autorizou hoje (7) a retomada das atividades de internato e de estágio curricular para os cursos de medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia e odontologia. Essas atividades serão liberadas para as cidades que estejam localizadas em quaisquer fases do Plano São Paulo.

“A partir de hoje, em qualquer fase [do Plano São Paulo] esses cinco cursos poderão voltar com as atividades de laboratório, de estágio supervisionado e de internato, para que a gente possa garantir a formação médica”, disse o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares.

Segundo o secretário, também poderão ser retomadas as aulas presenciais desses cursos na área da Saúde, mesmo de disciplinas teóricas. Nesse caso, as aulas presenciais não poderão ocorrer para alunos de cidades que estejam na Fase 1 – Vermelha, em que só os serviços considerados essenciais podem funcionar. Esse retorno será gradual: 20% dos alunos poderão voltar às aulas presenciais em unidades que estiverem em regiões na Fase Laranja; 40% dos alunos no caso da região amarela; e 60% na Fase Verde.

“É importante que não tenhamos um hiato de formação nessas áreas até porque elas ajudam o Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive, nesse processo de pandemia”, disse o secretário.

O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O Plano São Paulo também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões [com a região metropolitana dividida em cinco sub-regiões], e cada uma delas é classificada em uma fase. 

Na metade do mês de julho, o governo paulista havia autorizado a volta das atividades práticas, laboratoriais, do ensino superior e profissionalizante em municípios do estado que estivessem há 14 dias na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo. A medida incluía também o estágio curricular obrigatório na área da saúde.

Edição: Nádia Franco

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